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quinta-feira, 20 de julho de 2017

INTERROGO-ME


INTERROGO-ME 

Ao interrogar-me a mim mesmo.
Pergunto o que aconteceu?
Neste lugar tão belo, e ermo.
De onde quase tudo desapareceu. 

Já não oiço, o cantar dos pássaros.
Nem inalo o cheiro da terra.
E, até a chuva, que caía a cântaros.
É diferente da que era.

O homem alterou tudo.
Não preservou a natureza.
Não consigo ficar mudo.

Perante tanta frieza.
E digo, aos que se julgam senhores do mundo.
Que abram os olhos, e vejam com clareza.

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

INTERROGO-ME


INTERROGO-ME 

Ao interrogar-me a mim mesmo.
Pergunto o que aconteceu?
Neste lugar tão belo, e ermo.
De onde quase tudo desapareceu. 

Já não oiço, o cantar dos pássaros.
Nem inalo o cheiro da terra.
E, até a chuva, que caía a cântaros.
É diferente da que era.

O homem alterou tudo.
Não preservou a natureza.
Não consigo ficar mudo.

Perante tanta frieza.
E digo, aos que se julgam senhores do mundo.
Que abram os olhos, e vejam com clareza.

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

quinta-feira, 13 de julho de 2017

DEIXEI OS MEUS OLHOS FALAR


DEIXEI OS MEUS OLHOS FALAR

Deixei os meus olhos falar.
E, a minha mão começar a escrever.
Tudo o que eles estavam a mencionar.
Tudo que eles estavam a descrever.

Deixei os meus olhos falar.
Perante aquela paisagem afónica. 
Onde só o vento se ouvia assobiar.
Fazendo movimentar-se a tua túnica. 

Deixei os meus olhos falar.
Deixei-os olhar os teus.
E, com a alma a suspirar.

Deixei-os namorar com os meus.
Deixei os meus olhos falar.
Quando choraram, ao dizer-te adeus.

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

DEIXEI OS MEUS OLHOS FALAR

Deixei os meus olhos falar.
E, a minha mão começar a escrever.
Tudo o que eles estavam a mencionar.
Tudo que eles estavam a descrever.

Deixei os meus olhos falar.
Perante aquela paisagem afónica. 
Onde só o vento se ouvia assobiar.
Fazendo movimentar-se a tua túnica. 

Deixei os meus olhos falar.
Deixei-os olhar os teus.
E, com a alma a suspirar.

Deixei-os namorar com os meus.
Deixei os meus olhos falar.
Quando choraram, ao dizer-te adeus.

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

segunda-feira, 10 de julho de 2017

TELA, IMAGINÁRIA


TELA, IMAGINÁRIA

Com o olhar despreocupado.
Analisei cada gesto, que fazias.
E, no teu rosto, vi estampado.
O sentimento, que por mim sentias.

Os traços sucederam-se, ao segundo.
E, a minha tela começou a tomar forma.
Pintava a tua beleza, eras o meu mundo.
Naquele exato momento, naquela hora.

Continuei a olhar-te com minúcia.
Não quis deixar, nada ao acaso. 
Para que tudo fique em concordância.

Com o sentimento, que por ti extravaso.
Só assim venci a distância.
E, passei a sentir-te ao meu lado. 

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98) 

TELA, IMAGINÁRIA


TELA, IMAGINÁRIA

Com o olhar despreocupado.
Analisei cada gesto, que fazias.
E, no teu rosto, vi estampado.
O sentimento, que por mim sentias.

Os traços sucederam-se, ao segundo.
E, a minha tela começou a tomar forma.
Pintava a tua beleza, eras o meu mundo.
Naquele exato momento, naquela hora.

Continuei a olhar-te com minúcia.
Não quis deixar, nada ao acaso. 
Para que tudo fique em concordância.

Com o sentimento, que por ti extravaso.
Só assim venci a distância.
E, passei a sentir-te ao meu lado. 

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
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quinta-feira, 6 de julho de 2017

DANCEI COM A TUA TERNURA


DANCEI COM A TUA TERNURA 

Dancei com a tua ternura. 
Procurei-te no horizonte.
E, jamais esqueci a doçura.
Dos teus beijos, na minha fronte. 

Parti em busca de inspiração.
E, em cada momento vivido.
Por vezes senti o coração.
Bater dum modo desmedido.

Sinto saudades tuas. 
Do azul do céu, que nos envolvia.
E, até daquelas ruas.

Onde tantas vezes, contigo corria. 
E, de mãos entrelaçadas nas tuas. 
Era feliz, e sorria. 

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

DANCEI COM A TUA TERNURA


DANCEI COM A TUA TERNURA 

Dancei com a tua ternura. 
Procurei-te no horizonte.
E, jamais esqueci a doçura.
Dos teus beijos, na minha fronte. 

Parti em busca de inspiração.
E, em cada momento vivido.
Por vezes senti o coração.
Bater dum modo desmedido.

Sinto saudades tuas. 
Do azul do céu, que nos envolvia.
E, até daquelas ruas.

Onde tantas vezes, contigo corria. 
E, de mãos entrelaçadas nas tuas. 
Era feliz, e sorria. 

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

quarta-feira, 28 de junho de 2017

SONHOS PROFUNDOS


SONHOS PROFUNDOS

Espaços escuros
Vidas vazias
Anónimos inseguros
Sem fantasias

Sonhos profundos
Com convicção
Belos, e oriundos
Da imaginação.

Fazem de mim
O homem, que sou
Que cheira a jasmim

E, que te marcou
Amor sem fim
Que em mim ficou

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

SONHOS PROFUNDOS


SONHOS PROFUNDOS

Espaços escuros
Vidas vazias
Anónimos inseguros
Sem fantasias

Sonhos profundos
Com convicção
Belos, e oriundos
Da imaginação.

Fazem de mim
O homem, que sou
Que cheira a jasmim

E, que te marcou
Amor sem fim
Que em mim ficou

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
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segunda-feira, 26 de junho de 2017

O CHEIRO A MORTE PAIRAVA NO AR


O CHEIRO A MORTE PAIRAVA NO AR

Naquela noite, a lua brilhava mais.
Mas as estrelas estavam ausentes.
E eu, perdido com os demais.
Estávamos tão sós, e descrentes.

Olhava o céu, desesperado.
À procura dum lugar para mim.
Queria fugir para qualquer lado
Não suportava viver assim.

Este não era o mundo, em que me revia.
O cheiro a morte pairava no ar
Pedaços de corpos, que não distinguia. 

Deixam-nos apavorados, e sem respirar.
Maldita guerra, que o fim, não se previa.
E, tantas vezes, me fez praguejar. 

Luís Filipe D. Figueiredo 

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

O CHEIRO A MORTE PAIRAVA NO AR


O CHEIRO A MORTE PAIRAVA NO AR

Naquela noite, a lua brilhava mais.
Mas as estrelas estavam ausentes.
E eu, perdido com os demais.
Estávamos tão sós, e descrentes.

Olhava o céu, desesperado.
À procura dum lugar para mim.
Queria fugir para qualquer lado
Não suportava viver assim.

Este não era o mundo, em que me revia.
O cheiro a morte pairava no ar
Pedaços de corpos, que não distinguia. 

Deixam-nos apavorados, e sem respirar.
Maldita guerra, que o fim, não se previa.
E, tantas vezes, me fez praguejar. 

Luís Filipe D. Figueiredo 

Todos os direitos reservados
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segunda-feira, 19 de junho de 2017

NO CORAÇÃO GUARDEI UM SEGREDO


NO CORAÇÃO GUARDEI UM SEGREDO

No coração guardei um segredo.
Que só com ele, quero dividir.
É tão belo, que sinto medo.
Que ele, um dia se possa extinguir.

No coração guardei um segredo.
Que só com ele, falo de ti.
E, transformo-me num aedo.
E, recito-lhe os versos, que te escrevi.

No coração guardei um segredo.
Quando de mãos dadas contamos as estrelas.
E, naquela praia, por trás do penedo. 

Os teus lindos olhos, brilharam com elas.
E, apontaste o teu dedo. 
A mais brilhante delas. 

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

NO CORAÇÃO GUARDEI UM SEGREDO


NO CORAÇÃO GUARDEI UM SEGREDO

No coração guardei um segredo.
Que só com ele, quero dividir.
É tão belo, que sinto medo.
Que ele, um dia se possa extinguir.

No coração guardei um segredo.
Que só com ele, falo de ti.
E, transformo-me num aedo.
E, recito-lhe os versos, que te escrevi.

No coração guardei um segredo.
Quando de mãos dadas contamos as estrelas.
E, naquela praia, por trás do penedo. 

Os teus lindos olhos, brilharam com elas.
E, apontaste o teu dedo. 
A mais brilhante delas. 

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
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quinta-feira, 15 de junho de 2017

NÃO SEI COMO EXPRIMIR


NÃO SEI COMO EXPRIMIR

Não sei como exprimir.
Os sentimentos que sinto.
Não sei como exprimir.
As frustrações que omito.

Não sei como exprimir.
A mágoa, que me consome.
Não sei como exprimir.
O teu lindo codinome.

Não sei como exprimir.
O teu beijo tão intenso.
Não sei como exprimir.

Tantas coisas, em que penso.
Não sei, como me exprimir. 
E, por vezes fico tenso. 

Luís Filipe D. Figueiredo 

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

NÃO SEI COMO EXPRIMIR


NÃO SEI COMO EXPRIMIR

Não sei como exprimir.
Os sentimentos que sinto.
Não sei como exprimir.
As frustrações que omito.

Não sei como exprimir.
A mágoa, que me consome.
Não sei como exprimir.
O teu lindo codinome.

Não sei como exprimir.
O teu beijo tão intenso.
Não sei como exprimir.

Tantas coisas, em que penso.
Não sei, como me exprimir. 
E, por vezes fico tenso. 

Luís Filipe D. Figueiredo 

Todos os direitos reservados
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quinta-feira, 8 de junho de 2017

TUDO SE ALTEROU


TUDO SE ALTEROU

De repente, tudo se alterou
E, o sonho tornou-se realidade
No céu, o arco-íris pintou 
O nosso amor com reciprocidade 

De repente, os nossos corações bateram
As nossas bocas se uniram
E, os nossos corpos ardentes tremeram
Com as sensações que sentiram

De repente, o certo, e o errado 
Deixou de existir
E, eu perdidamente enamorado

Comecei a sorrir
Pois tu estavas ao meu lado
Bela, e encantadora, a rir

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

TUDO SE ALTEROU


TUDO SE ALTEROU

De repente, tudo se alterou
E, o sonho tornou-se realidade
No céu, o arco-íris pintou 
O nosso amor com reciprocidade 

De repente, os nossos corações bateram
As nossas bocas se uniram
E, os nossos corpos ardentes tremeram
Com as sensações que sentiram

De repente, o certo, e o errado 
Deixou de existir
E, eu perdidamente enamorado

Comecei a sorrir
Pois tu estavas ao meu lado
Bela, e encantadora, a rir

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

sábado, 3 de junho de 2017

SONHOS ESPALHADOS


SONHOS ESPALHADOS

Sonhos espalhados.
Certezas incertas.
Olhos magoados.
Com tantas certezas.

Alma vazia.
Coração triste.
Rua sombria.
Que percorreste.

Jornada difícil.
Porque passaste.
Carinho hostil.

Em que viveste.
Longo, e febril.
Em que morreste.

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

SONHOS ESPALHADOS


SONHOS ESPALHADOS

Sonhos espalhados.
Certezas incertas.
Olhos magoados.
Com tantas certezas.

Alma vazia.
Coração triste.
Rua sombria.
Que percorreste.

Jornada difícil.
Porque passaste.
Carinho hostil.

Em que viveste.
Longo, e febril.
Em que morreste.

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)