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quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

É À SOMBRA DE UMA ÁRVORE



É À SOMBRA DE UMA ÁRVORE 


É à sombra de uma árvore 
Numa vasta planície 
Que no final de cada tarde 
Recordo, a tua meiguice 

Os teus olhos rasgados
Brilhantes, e sedutores 
Na minha mente guardados 
Como os mais encantadores

Recordo a tua boca 
E, o sabor do teu beijo
Numa guitarra que toca 

O nosso amor, e desejo
Recordo aquela época 
O teu corpo e, seu latejo

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

NÃO QUERIA ACREDITAR



NÃO QUERIA ACREDITAR

Não queria acreditar 
No que estava a acontecer 
Estavas nua, à beira mar 
E, a natureza a te envolver 

Cético com o que acontecia 
Fiquei extasiado a olhar-te
O teu corpo se contorcia
E, eu desejei, penetrar-te

Arrebatado pelo teu sorriso 
Aproximei-me de ti
E, confesso, que perdi o siso 

Quando te abracei, e senti 
Fiquei totalmente indefeso 
E, a ti, para sempre me uni 

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
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segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

AMO O SONHO, E A FELICIDADE



AMO O SONHO, E A FELICIDADE

Amo o sonho, e a felicidade
Amo o além, e o desconhecido
Mas detesto a falsidade 
Dum sentimento fútil, e fingido

Amo a beleza do teu rosto
Amo as tuas mãos delicadas 
E, detesto tudo que me é imposto
Por normas ou regras infundadas 

Amo o sorriso de uma criança
Amo a formosura de uma flor 
Mas entristece-me a descrença 

De uma alma repleta de dor 
Amo a tua linda presença
Amo o teu intenso ardor

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

NÃO RESISTI AO TEU OLHAR



NÃO RESISTI AO TEU OLHAR

Não resisti ao teu olhar 
E, um longo beijo, te dei
Com o intuito de te amar 
O teu pescoço; marquei 

Ao marcar o teu pescoço 
Com o meu atrevido beijo
Surgiu em ti um alvoroço
Que, saciou o meu desejo 

Depois veio o sorriso 
Resultante do pecado
Daquele momento conciso

No teu pescoço gravado
O meu, malicioso, e preciso
O teu, envergonhado 

Luís Filipe D. Figueiredo

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quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

QUERO ESCREVER UM SONETO



QUERO ESCREVER UM SONETO

Quero escrever um soneto 
Um soneto, que fale de ti
E, me lembre o momento 
Do dia em que te conheci 

Quero descrever, o sentir
Quando em mim te idealizei
E, vi o teu lindo sorrir 
No instante que te criei

O teu poder de sedução 
Foi para mim tão evidente 
Que me fez perder a razão 

E, amar-te de forma diferente
Fazendo nascer esta paixão
E, desejar-te constantemente 

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

AMAR, NÃO É APENAS DIZER



AMAR, NÃO É APENAS DIZER

Amar, não é apenas dizer 
É sentir, e querer também 
É acordar ao amanhecer
E, desejar esse alguém 

É abraçar, é envolver 
É ficar sem respirar 
É nos sentirmos a tremer
Num longo suspirar 

Amar, é fazer por acontecer
O, que entre nós desejamos
Sem nada, termos a temer

Nos objetivos que almejamos
Amar, é saber reconhecer 
Que às vezes também erramos 

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Feliz Natal para todos que me seguem é o meu desejo, que ele seja repleto de Felicidade na companhia dos que vós amais



Feliz Natal para todos que me seguem é o meu desejo, que ele seja repleto de Felicidade na companhia dos que vós amais 

EM TI ME ENCONTRO, E ME PERCO



EM TI ME ENCONTRO, E ME PERCO

Em ti me encontro, e me perco
Mulher amada, e libertina 
Ora te deixo, ora te cerco 
Assim te envolvo desde menina

Amar-te assim, é amar alguém 
Que se deseja, desde menino
Amar assim, e não amar ninguém 
Só acontece a um libertino 

Tenho a certeza, e a atitude 
Do homem que ama, uma mulher
E, que nele reconhece, a virtude 

De a fazer vibrar quando quer
Que seja eterna a Juventude 
Para te amar, a ti, mulher 

Luís Filipe D. Figueiredo 

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

domingo, 20 de dezembro de 2015

FUI ANDANDO, FUI ANDANDO



FUI ANDANDO, FUI ANDANDO 

Fui andando, fui andando
Parei na margem do Tejo
E, aí fiquei esperando 
Por ti, mas não te vejo

Caravelas te levaram 
E, nunca te trouxeram
Os mares, que cruzaram
Jamais as devolveram 

Em cada esquina que paro
Recordo momentos idos
E, ao olhar o Tejo reparo 

Nos que nele foram vividos 
A todos os encaro
Mas ai, como são doridos 

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

PERGUNTO AO VENTO ONDE ESTÁS



PERGUNTO AO VENTO ONDE ESTÁS

Pergunto ao vento onde estás
O qual de imediato me respondeu
Só tu… apenas tu… saberás 
Responder a ti mesmo, e não eu 

Confesso, fiquei atrapalhado
Com a resposta, que me deu
E, pouco tempo tinha passado
Logo em mim uma luz nasceu

Habitavas no meu coração
Senti-te no seu pulsar 
E ao respirar com emoção

Senti o teu suave perfume, no ar
Foi tão maravilhosa a sensação 
Que de alegria comecei a chorar

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

EM TI ME ENCONTRO, E ME PERCO



EM TI ME ENCONTRO, E ME PERCO

Em ti me encontro, e me perco
Mulher amada, e libertina 
Ora te deixo, ora te cerco 
Assim te envolvo desde menina

Amar-te assim, é amar alguém 
Que se deseja, desde menino
Amar assim, e não amar ninguém 
Só acontece a um libertino 

Tenho a certeza, e a atitude 
Do homem que ama, uma mulher
E, que nele reconhece, a virtude 

De a fazer vibrar quando quer
Que seja eterna a Juventude 
Para te amar, a ti, mulher 

Luís Filipe D. Figueiredo 

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

ÀS VEZES DESPEÇO-ME DE MIM



ÀS VEZES DESPEÇO-ME DE MIM

Às vezes despeço-me de mim 
Em cada verso, que escrevo
Sou princípio, e sou o fim 
Sou o senhor, e sou o servo 

Sou o presente, e o passado
Sou o sonho, e a realidade 
Sou o fruto, do pecado
Sou a velhice e a mocidade

Sou tudo, e não sou nada 
Sou pó, e sou vento
Sou uma alma, apaixonada

Sou estrela no firmamento 
Sou a terra abençoada 
Sou a dor, e o lamento 

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
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segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

EU, NÃO SEI



EU, NÃO SEI 

Eu, não sei, se é amor, ou loucura 
Este sentimento, que vive em mim 
Apenas sei, que a tua formosura 
Deixa-me confuso, e a pensar assim 

Eu, não sei, se sinto o teu corpo, ou o meu 
Quando me envolvo contigo no leito 
Só sei, que um, o outro envolveu 
E, se unificou num movimento perfeito 

Eu, não sei, por quanto tempo vou sentir 
Este vulcão que me domina, e agita o peito 
Mas, que o meu coração não consegue repelir 

E, diz-me baixinho, que é meu direito 
Eu, não sei, se algum dia vou conseguir 
Deixar de amar-te, e sentir-te deste jeito 

Luís Filipe D. Figueiredo 

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

sábado, 12 de dezembro de 2015

DESBRAVO OS CAMINHOS DO MUNDO



DESBRAVO OS CAMINHOS DO MUNDO 

Desbravo os caminhos do mundo
Nesta incessante procura 
Vives em mim dum modo profundo
Atingindo as raias da loucura 

Ao olhar o infinito, avisto no céu
Nuvens brancas de algodão
E, vislumbro, tapado por um véu
O teu belo rosto, minha paixão

Enfeitiças-me com o teu olhar
E, com esse jeito, apenas teu
Sinto enorme desejo de te beijar

De roubar esse beijo, que é só meu
Vem amor, vamos voar 
E sentir este amor no apogeu

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservado
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

NÃO VOU MORRER DE SAUDADE



NÃO VOU MORRER DE SAUDADE 

Não vou morrer de saudade 
Nem tão pouco de desgosto
Ao lembrar a mocidade 
E, o quanto de ti, eu gosto

As pedras que no caminho
Se deparam na minha frente
Com um gesto, devagarinho 
As afasto, docemente 

Faço questão de as enfrentar 
Com ternura, e alegria 
E, assim as lapidar 

À luz da noite, ou do dia
Não as quero arremessar 
Seria uma imensa covardia 

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

domingo, 6 de dezembro de 2015

QUERIA TER-TE DADO MAIS UM ABRAÇO



QUERIA TER-TE DADO MAIS UM ABRAÇO

Queria ter-te dado mais um abraço
Mas já não cheguei a tempo
Do teu coração apoderou-se o cansaço
Do meu, este triste lamento 

Nesta partida antecipada 
Pela força da incompetência 
Não podemos dizer mais nada
Mas sempre serás uma referência

Esta saudade desmedida
Que viverá dentro de mim
Jamais deixará de ser sentida 

E, será a causa desta dor sem fim
Resta-me, apenas suavizar a ferida
Provocada por esta dor profunda e ruim

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

Para ti meu irmão Mário Figueiredo

QUERIA TER-TE DADO MAIS UM ABRAÇO



QUERIA TER-TE DADO MAIS UM ABRAÇO

Queria ter-te dado mais um abraço
Mas já não cheguei a tempo
Do teu coração apoderou-se o cansaço
Do meu, este triste lamento 

Nesta partida antecipada 
Pela força da incompetência 
Não podemos dizer mais nada
Mas sempre serás uma referência

Esta saudade desmedida
Que viverá dentro de mim
Jamais deixará de ser sentida 

E, será a causa desta dor sem fim
Resta-me, apenas suavizar a ferida
Provocada por esta dor profunda e ruim

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

Para ti meu irmão Mário Figueiredo



quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

CONTINUAS NA MINHA MENTE



CONTINUAS NA MINHA MENTE

Algumas lágrimas deslizaram 
Pela minha face entristecida
E, no meu coração provocaram 
Esta dor intensa, e desmedida 

Traduzem a dor da saudade 
De momentos já vividos 
Repletos de felicidade 
Que jamais serão esquecidos

Continuas na minha mente
Continuas a viver em mim
Tudo fica tão diferente 

Quando me sinto o teu benjamim
Abraçado persistentemente
Por o teu abraço, sem fim.

Luís Filipe D. Figueiredo 

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

QUIS CONVERSAR COM O MAR



QUIS CONVERSAR COM O MAR

Quis conversar com o mar
Sentia-me desesperado 
E, com ele tentei partilhar 
Este sentimento magoado 

Não o consegui fazer
E, comecei a chorar
Sem saber o que dizer 
Olhava o seu ondular

Ele manteve-se calado 
Estava triste como eu 
Mas estava a meu lado

E, assim me protegeu
Ora sereno, ora agitado
As minhas lágrimas; absorveu

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

sábado, 28 de novembro de 2015

ESTA NOITE SONHEI CONTIGO



ESTA NOITE SONHEI CONTIGO 

Esta noite sonhei contigo 
Estavas numa praia celestial
E, o teu rosto mexeu comigo 
Devido ao teu ar angelical

Os teus cabelos soltos ao vento
Banalizaram a beleza ao teu redor
E, das estrelas, num lamento
Surgiram lágrimas de muita dor

Ao não conseguirem rivalizar 
Ou superarem, a tua beleza
Nem tão pouco a igualar 

Foi para elas, uma tristeza
Ai, como foi belo sonhar
Contigo, e a mãe natureza 

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

PENSEI EM DAR-TE UM BEIJO



PENSEI EM DAR-TE UM BEIJO

Pensei em dar-te um beijo
No momento que te conheci
Foi tão intenso o desejo
Que os teus lábios, eu senti

Senti-os, sem os tocar
Senti o seu ardor 
E, sem uma palavra trocar
Senti ainda, o seu sabor 

Sem a boca aproximar
Olhei-os fixamente 
E, assim consegui-te dar 

Este beijo saboroso, e diferente
Naquele dia à beira-mar 
Onde estavas tu, e eu, somente 

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

RECORDO



RECORDO

Recordo o desejo sentido
Que naquela tarde de verão
Pouco a pouco foi surgindo
Dando azo à nossa paixão 

E, a este amor tão lindo
Que me abrasa o coração
De um modo desmedido
Causando-me satisfação 

Como testemunha 
Tivemos o pôr-do-sol 
Neste amor que se impunha 

Ante as nuvens cor de arrebol
Nesta bela praia da Catalunha
Onde o mar foi o nosso lençol 

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

PALMILHO OS CAMINHOS LENTAMENTE



PALMILHO OS CAMINHOS LENTAMENTE

Palmilho os caminhos lentamente
Com os olhos pregados no além
A meu lado, está tanta gente 
E, eu sinto-me só, sem ninguém

O dia está cinzento, e frígido 
Tão gelado, como a minha alma
E, pouco a pouco vai enegrecendo 
Com o aproximar da noite calma

Triste por não te avistar 
Toco o meu trompete 
Para assim te chamar

Com o seu som potente 
E, desta forma aliviar
A dor que o meu coração sente 

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

2015-11-25

DEIXEI FALAR O CORAÇÃO



DEIXEI FALAR O CORAÇÃO 

É certo, que nunca esqueci
A nossa história de amor
Lembro até, onde te conheci
Do primeiro beijo, do seu sabor

Mas faço questão, de me lembrar
E, reviver momentos idos 
Pois quero-te continuar a namorar
E, recordar momentos vividos

Recordo a nossa primeira dança
E, como te sentias feliz
Do teu penteado, em forma de trança
E, do meu sorriso de petiz

Recordo tantas coisas minha flor
Que têm surgido em nossas vidas
Muitas positivas, e cheias de amor
Outras um pouco mais sofridas

Porém, em caso algum irei esquecer
Este amor que acabo de narrar
Não há distância que o faça esmorecer 
Nem dor ou lágrimas que o façam acabar

Pois nasceu no meu pensamento
Foi criado com a minha imaginação
Desta vez não pedi ajuda ao vento
Deixei apenas falar, o coração

Luís Filipe D. Figueiredo 

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

AO VER A LUA ABRAÇAR A NOITE



AO VER A LUA ABRAÇAR A NOITE 

Ao ver a lua abraçar a noite
Senti-me incomodado 
Será, que senti ciúme?
Por dela estar enamorado

Pedi então ajuda ao vento
Que lhe desse o meu recado 
E, ouvisse o meu lamento
Pois sou o seu namorado 

Tem cuidado com a noite
Não suporto a escuridão
Pois ela pode ofuscar-te 
E, levar-te minha paixão

Gosto de te ver bem perto
Vives no meu coração
Quero sentir o teu abraço
Não me deixes na solidão

Podes até me achar egoísta 
Por te desejar só para mim
Não quero perder-te de vista
Sinto medo Lua, sou assim

Preciso da totalidade da tua luz
E, que esse abraço seja só meu
Pois o efeito, que em mim produz
Faz-me sentir, totalmente teu

Luís Filipe D. Figueiredo

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sábado, 21 de novembro de 2015

PROCURO-TE DEBAIXO DE ÁGUA



PROCURO-TE DEBAIXO DE ÁGUA 

Procuro-te debaixo de água 
Nado como um golfinho
Mas no peito, sinto a mágoa
De não te encontrar no caminho 

Tento encontrar-te na multidão
Minha linda borboleta
Que voas sem destino, e direção 
À procura de uma bela violeta

Mais a frente avisto um colibri
Voando de flor, em flor
E, ao passar por ele, sorri

E, revela-me, procurar o seu amor
Animou-me, e não desisti 
Continuo a procurar-te meu amor

Luís Filipe D. Figueiredo 

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quinta-feira, 19 de novembro de 2015

TU



TU

Tu és a minha parte perdida 
Que sempre procurei
Tu és a parte desmedida 
Que sempre ambicionei 

Tu és o vento, a brisa
Que me toca suavemente 
Tu és o amor que suaviza
E, me torna diferente 

Tu és a esperança 
Que me encoraja, e faz viver
Tu és a força, a perseverança 

Que não me deixa ceder
Tu és a bonança 
Que não me deixa morrer

Luís Filipe D. Figueiredo

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quarta-feira, 18 de novembro de 2015

NOITES DE VERÃO, NOITES QUENTES



NOITES DE VERÃO, NOITES QUENTES

Noites de verão, noites quentes
Noites de loucura, e de paixão
Em que cubro de beijos ardentes 
Esse teu corpo; com convicção

Noites repletas de estrelas 
Noites belas, e de luar
Em, que voamos entre elas 
E, ficamos a levitar 

Noites que guardo na mente
E, nela as quero conservar 
Para me sentir diferente 

E, predestinado a te amar
Noites, que somente 
Tu, e eu, iremos recordar 

Luís Filipe D. Figueiredo

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terça-feira, 17 de novembro de 2015

GUARDO DENTRO DO PEITO



GUARDO DENTRO DO PEITO

Guardo dentro do peito
Este amor desmedido 
O qual me deixa sem jeito
E, às vezes surpreendido 

Pego numa linda flor 
E, começo-a a desfolhar 
Pétala, a pétala, com rigor
E, um brilho no olhar

Jogo suas pétalas ao vento
Para que voem na tua direção
E, de um modo suave, e lento 

Possam perfumar o teu chão
Perpetuando este momento
Que guardo no meu coração 

Luís Filipe D. Figueiredo

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domingo, 15 de novembro de 2015

SOU O SONHO, E A REALIDADE



SOU O SONHO, E A REALIDADE

Sou o sonho, e a realidade
Sou a tristeza, e a alegria 
Sou o jovem na puberdade
Sou o desejo, e a fantasia 

Sou tudo o que quero ser
Sou o rio, e sou o mar
Sou o sol ao amanhecer 
Sou uma gaivota a voar

Sou tudo, e não sou nada 
Sou uma estrela cintilante
Sou o nascer da alvorada

Sou o sentimento agonizante 
Sou uma alma penada 
Mas não sou nada se estás distante

Luís Filipe D. Figueiredo

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quinta-feira, 12 de novembro de 2015

A MINHA ALMA SENTE-SE PERDIDA



A MINHA ALMA SENTE-SE PERDIDA

A minha alma sente-se perdida
Se o meu coração enfraquece 
Sente-se triste, e desiludida 
Ao sentir, que ele desfalece

Necessita de o sentir vibrar
Animado, e vigoroso 
Não gosta de o ver a chorar
Nem tão pouco desgostoso

Bate, bate coração 
Não a faças sofrer
Palpita com emoção 

Dá-lhe alegria, e prazer
Não te esqueças dela não
Não queiras com ela morrer

Luís Filipe D. Figueiredo

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quarta-feira, 11 de novembro de 2015

FALO COM A LUA



FALO COM A LUA

Falo com a lua 
Pergunto onde estás 
Diz-me, que és minha
E, onde andarás 

Necessito ver-te 
Volta para mim
Quero amar-te 
Ouvir o teu sim

Pergunto às estrelas 
Se elas te viram 
Mas todas elas 

De mim fugiram 
Cintilantes e belas 
Apenas sorriram

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
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2015-11-11

terça-feira, 10 de novembro de 2015

AO OUVIR OS SINOS A TOCAR



AO OUVIR OS SINOS A TOCAR 

Ao ouvir os sinos a tocar 
Recordo os de Lisboa
Desta cidade à beira-mar 
Que o meu coração apregoa 

É tão bela, e encantadora 
A sua luz me fascina 
E, de tão arrebatadora 
A minha alma inspira 

Ai como é bom ouvir o repicar 
Dos sinos da minha cidade 
E, deixar-me embalar 

Com a sua sonoridade 
Jamais os quero olvidar 
Pois morreria de saudade

Luís Filipe D. Figueiredo

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segunda-feira, 9 de novembro de 2015

CONFESSEI-TE O MEU AMOR



CONFESSEI-TE O MEU AMOR

Um calor se apoderou
Do meu corpo desejoso 
Quando tua boca me tocou 
Num beijo delicioso 

Confessei-te o meu amor
Nesse beijo que te dei
E, senti o teu ardor 
Quando a ti me agarrei

Despertei em ti, o vulcão
A mulher fogosa, que és
Foi tão forte a sensação

Que me beijaste da cabeça aos pés
Descontrolada, e em erupção 
Sem hipótese de revés 

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
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domingo, 8 de novembro de 2015

SINTO MEDO



SINTO MEDO

Sinto medo de deixar de sonhar 
E, perder os meus Castelos
De os deixar de construir no ar
E, pouco a pouco deixar de vê-los 

Sinto medo de sucumbir à realidade
De não ter capacidade de a alterar 
E, assistir revoltado à desigualdade 
Perante tantos olhos a chorar 

Sinto medo por cada criança com fome 
Com que deparo no meu caminho
É tão intensa esta agonia enorme

Que tudo faço para lhes dar carinho
Sinto um medo desconforme 
Daqueles, que só dizem, coitadinho

Luís Filipe D. Figueiredo

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sexta-feira, 6 de novembro de 2015

EU



EU

Eu sou o eco de mim mesmo 
Quando grito dentro de mim
Eu sou a palavra, o termo certo
Com princípio, e fim 

Eu sou o sonho, e a esperança
Quando escrevo para ti
Eu sou a tempestade, a bonança
O vento que senti

Eu sou o grito da revolta
Do sonho perdido
Eu sou a felicidade que volta

Dum tempo já vivido 
Eu sou o amor, que anda à solta
Num coração ferido 

Luís Filipe D. Figueiredo

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quinta-feira, 5 de novembro de 2015

NO DIA EM QUE TE CONHECI



NO DIA EM QUE TE CONHECI

No dia em que te conheci 
Fiquei tão maravilhado
Que o sentimento que senti
No coração ficou gravado

Nervoso, e atrapalhado
Sem saber o que te dizer
Dei um beijo molhado
Na tua boca com prazer

Ai como foi longo, e belo 
Esse beijo que te dei
Jamais pude esquecê-lo

E, por ti me apaixonei
Num sentimento singelo
Com o qual viverei

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
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quarta-feira, 4 de novembro de 2015

QUERO VIVER O PRESENTE



QUERO VIVER O PRESENTE 

Quero viver o presente 
Para esquecer o passado
E, sentir que estás ausente
Que já não estás a meu lado 

Apelo à consciência 
Travo-me de razões
E, fico na eminência
De perder as ilusões 

Quero entender a razão
Porque me sinto assim
Mas consciência, diz-me não

Não penses mais, foi o fim
Não percas a ilusão
Esquece esse sentimento ruim 

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)









2015-11-04

terça-feira, 3 de novembro de 2015

UMA RUGA BEM COLOCADA




UMA RUGA BEM COLOCADA 

Uma ruga bem colocada 
Pode até dar encanto
Não fiques preocupada
Não deixes surgir o pranto 

Repara no teu lindo sorriso
Olha bem como ela o realça
Fica mais belo, e preciso
Não é motivo de desgraça

A sua mistura envolvente 
Não é causa de fatalidade
É sim, para ficares contente 

Pois date encanto, e virilidade
Tornando-te mais consciente 
E, preparada para a realidade

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
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segunda-feira, 2 de novembro de 2015

NECESSITO VER O TEU OLHAR




NECESSITO VER O TEU OLHAR

Necessito ver o teu olhar
E, sentir o teu carinho
Ouvir o teu sussurrar
Os teus gemidos, baixinho

Fito o espelho, e pergunto
Onde está o meu amor?
Respondeu-me, que estás junto
E, que sinta o teu odor

Olho-me nos olhos através dele
E, sinto-te, como ele disse
Vou mais longe, e sinto a tua pele

O que fez, com que eu sorrisse
Ai como foi bom falar com ele
Para, que ele me advertisse

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)


sexta-feira, 30 de outubro de 2015

CHORO, SEM AS LÁGRIMAS CAÍREM






CHORO, SEM AS LÁGRIMAS CAÍREM

Choro, sem as lágrimas caírem
Se penso em ti, e não te tenho
Choro, sem as lágrimas caírem
Ao ver o teu rosto num desenho

Choro, sem as lágrimas caírem
Ao surgir a noite, e a escuridão
Choro, sem as lágrimas caírem
Ao sentir esta dor, e a solidão

Choro, sem as lágrimas caírem
Ao sentir esta sensação
Choro, sem as lágrimas caírem

Se as sinto escorrer no coração
Choro, sem as lágrimas caírem
Quando em mim morre, a paixão

Luís Filipe D. Figueiredo

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quarta-feira, 28 de outubro de 2015

QUERO ESCREVER VERSOS DE AMOR



QUERO ESCREVER VERSOS DE AMOR

Quero escrever versos de amor
Para dizer o que sinto por ti
Quero sonhar, e sentir o teu odor 
E, recordar o dia, que te conheci

Quero fitar os teus olhos
E, olha-los demoradamente 
Quero dizer que são belos
E, que te amarei eternamente

Quero contemplar as estrelas 
E, viajar contigo pela lua
Quero imaginar-te uma delas 

E, unir a minha boca à tua 
Quero selar este amor entre elas
Com o beijo, que o nosso amor perpétua 

Luís Filipe D. Figueiredo

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

VEJO-TE NUA



VEJO-TE NUA
Vejo-te nua
Fico para trás
Atravesso a rua
Que bela, estás
Em frente à janela
Sem pestanejar
Acho que és bela
Desejo-te amar
Envio-te um beijo
Através do vento
Mato o desejo
Com o pensamento
Não perco o ensejo
E, guardo o momento
Luís Filipe D. Figueiredo

sábado, 24 de outubro de 2015

O MEU PASSADO É TUDO QUE EU SOU



O MEU PASSADO É TUDO QUE EU SOU

O meu passado é tudo que eu sou
É o presente, e também o futuro
É a juventude que o tempo levou
É o homem sou, diferente, e seguro

O meu passado é o sonho que sonhei 
É a força que existe dentro de mim 
É a procura do amor que idealizei 
É a persistência de te amar assim 

O meu passado é cada momento vivido
É a saudade existente no coração
É o relembrar de cada momento sofrido

É a tristeza, a angústia, e a solidão 
O meu passado é caminho percorrido 
É, amar-te com esta convicção 

Luís Filipe D. Figueiredo

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

VEM PARA MIM MEU AMOR



VEM PARA MIM MEU AMOR

Vem para mim meu amor 
Não quero partir sem te ver
Vem; vem, voa por favor
És a minha razão de viver 

Sinto-te sem te possuir
Guardo-te dentro de mim
E, é isso que me faz existir 
E, amar-te tanto assim 

A chuva bate na janela
E, nas telhas do telhado
E, eu olho para ela

Com o coração agitado 
Na esperança de ver através dela 
Aquela por quem estou apaixonado

Luís Filipe D. Figueiredo

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

ESTE AMOR QUE ME SUFOCA, E DOMINA



ESTE AMOR QUE ME SUFOCA, E DOMINA

Este amor que me sufoca, e domina
Que muitos classificam de errante
É para mim uma estrela que ilumina
Uma pedra preciosa, um diamante

Vive em mim desde menino 
De forma bela, e impactante 
Sinto-o, ao ver-te sorrindo
Ainda que estejas distante 

É nos teus olhos, que encontro a luz
E, busco a força para o alimentar
É tão fascinante, que me seduz 

E, dentro de mim o sinto a fervilhar 
Deixo-me pregar, se necessário numa cruz
Mas não me peçam para deixar de te amar 

Luís Filipe D. Figueiredo

terça-feira, 20 de outubro de 2015

NÃO POSSO CALAR O MEU GRITO



NÃO POSSO CALAR O MEU GRITO

Não posso calar o meu grito
Quando me recordo de ti
Fico triste, amargurado, aflito
Ao sentir a dor que senti 

Insurjo-me, barafusto, e grito
Sempre que não te respeitam 
Revolto-me, insisto, e persisto
Neste grito que fere o peito 

Grito, e volto a gritar 
Vou gritar enquanto puder
Grito com alma a chorar

Grito em teu nome mulher
O que possam pensar 
Não me importa, gritarei até morrer

Luís Filipe D. Figueiredo

domingo, 18 de outubro de 2015

VIVI MOMENTOS DE AMOR



VIVI MOMENTOS DE AMOR

Vivi momentos de amor
Vivi momentos de ilusão
No coração senti ardor
Na alma senti a paixão 

Cantei o amor a vibrar 
Cantei-o como sentia 
Cantei-o à beira-mar 
Cantei-o como uma melodia 

Cantei-o sem me importar 
A não ser com a sua magia 
Cantei-o para ti a olhar 

E, sentir uma imensa alegria 
Cantei-o a sentir aumentar 
Cada vez mais, dia após dia

Luís Filipe D. Figueiredo

sábado, 17 de outubro de 2015

AMO-TE, TANTO MINHA VIDA


AMO-TE, TANTO MINHA VIDA 

Amo-te, tanto minha vida 
Só tu és o meu amor
Amor, que me causa ferida
E, cada dia se torna maior 

Quanto maior é o meu ardor 
Ao olhar o céu, repleto de estrelas
São tão maravilhosas, e belas
Que dispensam orador

Persuadem por si mesmas 
Tão intensa, é a sua magia
Que, eu perplexo ao vê-las 

Sinto uma enorme nostalgia
Comparo-te com elas
E, voo nesta imensa travessia

Luís Filipe D. Figueiredo

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

QUANDO CHEGO PERTO DE TI



QUANDO CHEGO PERTO DE TI 

Quando Chego perto de ti 
Sinto o sangue a ferver 
Recordo o dia que te conheci 
E, até o desejo de te ter

O loiro, dos teus lindos cabelos
Refletem a luz dos raios solares
E, eu embevecido ao vê-los 
Voo como pássaro, cruzando os ares 

Apaixonado sinto que és minha
Que és aquela, aquém desejei
Aos meus olhos tornas-te rainha

E, na mulher que mais amei
E, ao olhar a tua carinha 
Sinto que sem ti, não viverei 

Luís Filipe D. Figueiredo