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terça-feira, 28 de abril de 2015

NUMA NUVEM, ATRAVESSO O INFINITO



NUMA NUVEM, ATRAVESSO O INFINITO 

Numa nuvem, atravesso o infinito 
Procuro-te em cada estrela, ou astro 
E, faço ouvir o meu grito
Para te deixar através dele, o meu rastro

Quero ter o direito de poder gritar
Dizendo bem alto, que te quero 
E, mesmo sem que te possa tocar
És tu a mulher, por quem espero 

Construo Castelos no ar 
Atravesso rios, e oceanos 
Não paro de fantasiar 

Fazes parte dos meus planos
Deixa-me continuar a sonhar
E, ouve como te chamo 

Luís Filipe D. Figueiredo 

2015-04-28

2 comentários:

  1. ES magnifico .nao podermos deixar de apreciar teus poemas ,sao lindos.

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  2. Boas noite..o tempo passa e cada vez mais teus
    sonetos, poemas são surpreendentes.
    Romanticos, leves...encantadores. Parabéns, amigo.

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