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terça-feira, 7 de abril de 2015

PROCURO-TE, E NÃO TE ENCONTRO



PROCURO-TE, E NÃO TE ENCONTRO 

Procuro-te, e não te encontro
Sinto imenso a tua falta
E imploro o reencontro
Como a orquestra, as luzes da ribalta

Nasci para te amar, e estou aqui
Parado, sem rumo certo
Esperando ansiosamente por ti
Como uma planta por água no deserto

As estrelas são a minha companhia
Apenas elas, me iluminam a alma
Só elas até ao romper do dia
Dão-me luminosidade, e calma

Às vezes olho para elas, e peço 
Que te façam surgir de algum lado
Pois sinto, que quase enlouqueço
Ao sentir-me tão apaixonado 

Com os olhos postos no além 
Tento encontrar o teu olhar
Pois o meu coração também 
Por ti vive a reclamar 

As estrelas não me dão resposta
Mas o vento, esse é meu amigo
E, diz-me que de mim gosta 
Que vai atender o meu pedido

Foi um momento encantado
Este que o meu corpo sentiu
Ficou todo arrepiado
À afirmação que o vento proferiu 

Luís Filipe D. Figueiredo 
2014-03-13

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