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quinta-feira, 23 de abril de 2015

SINTO-TE, SEM TE POSSUIR



SINTO-TE, SEM TE POSSUIR

Sinto-te, sem te possuir
Guardo-te no coração
Ai como é bom sentir
Este amor, esta paixão

Ao olhar o infinito 
Vejo-te no arco íris; no ar
E, liberto o meu grito
Na esperança de te alcançar 

O meu pensamento voa 
Nada, nem ninguém o detém
E, percebo que a minha entoa 

Procurando por ti mais além
Percorro o céu de Lisboa
Até encontrar o teu também

Luís Filipe D. Figueiredo
2015-04-23

3 comentários:

  1. Fantástico!...fascina-me os teus belos poemas...beijos de carinho.

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    Respostas
    1. Muito obrigado linda amiga Zilma Rocha, recebe o meu beijinho no teu lindo <3

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  2. Quanta doçura. Somente um amor imenso é capaz de sentir sem possuir. Belíssimo.

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