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segunda-feira, 11 de maio de 2015

AVISTO AO LONGE O VELHO SOBREIRO



AVISTO AO LONGE O VELHO SOBREIRO

Avisto ao longe o velho sobreiro
Com o qual em criança brinquei 
E, sinto dó do meu companheiro
Ao velo dentro de água, chorei 

Não está mais em terra firme
Vai morrer dentro deste lago 
Nada, pude fazer que o anime 
Não o mudaram para outro lado

É realmente encantador, e lindo
Este lago que o homem criou
Mas a tristeza que estou sentindo 

É o fruto das recordações que me roubou
Ai como é triste deixar de ver o caminho
Que tantas vezes a gente cruzou 

Luís Filipe D. Figueiredo

2015-05-11

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