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quinta-feira, 7 de maio de 2015

É NO SILÊNCIO DA MADRUGADA



É NO SILÊNCIO DA MADRUGADA 

É no silêncio da madrugada 
Que o meu pensamento voa
Procurando por ti minha amada
Entre a névoa que cai em Lisboa

Vislumbro a tua silhueta
Lentamente, tento me aproximar
E, transformo me numa borboleta
Só para te poder encantar

Fascinada com a minha cor
Vejo os teus lindos olhos a sorrir
E, oiço-te a chamares me de amor

Tentando não me deixares fugir
Ao poisar em ti sinto o teu calor
E, o desejo de jamais partir

Luís Filipe D. Figueiredo 
2015-05-07

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