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segunda-feira, 25 de maio de 2015

OIÇO A MÁGOA DO MEU SONHO



OIÇO A MÁGOA DO MEU SONHO 

Oiço a mágoa do meu sonho 
Numa guitarra que tange 
Ao ver o teu rosto tristonho 
Facto que me confrange

Reconheço no teu semblante 
Vestígios de tristeza, e amargura
Ai como é triste ver um diamante
Ser lapidado sem ternura 

Sentado a seu lado 
Está um verme que não a respeita
Que me faz sentir envergonhado 

Perante o vexame que a sujeita
Sem escrúpulos, e mal-educado
Vangloria-se de ser a sua eleita

Luís Filipe D. Figueiredo
2015-05-25

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