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sábado, 16 de maio de 2015

QUANDO ME ENCONTRO SÓ



QUANDO ME ENCONTRO SÓ

Quando me encontro só
E tento analisar os outros
Muitas vezes sinto dó
Pois me dão alguns desgostos

Por essa razão tento não o fazer
O ser humano é complicado
Então, prefiro não mexer
E trazer outros para o meu lado

Deixo de pensar no egoísmo
Na maldade, e na desilusão
Fujo de um tempo ido
Refugio-me no amor e na paixão

Quero com isto dizer
Principalmente aos responsáveis
Que detesto ver sofrer
Em consequência de seus atos miseráveis

E, com o coração impregnado de dor 
Aqui deixo estas quadras 
Por presenciar tanta falta de amor 
E, tantas crianças, abandonadas 

Sinto, que sou uma gota de água
Num imenso, e complexo Oceano
Ao tentar mostrar-lhes uma tábua
Para evitar este naufrágio desumano

Não me demito da minha parte
Disso podem ter a certeza
Procuro é ter o engenho, e a arte
Para suportar, esta tristeza 

Luís Filipe D. Figueiredo

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