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sábado, 20 de junho de 2015

QUANDO OLHO O HORIZONTE



QUANDO OLHO O HORIZONTE

Quando olho o horizonte
E tento ver a tua imagem
A minha alma fica triste
Ao ver que és uma miragem

É um sentimento profundo
Este que habita em mim
Abstrai-me do mundo
E, sinto esta dor sem fim

Eu sei, que tu partiste
E já não estás entre nós 
Mas o nosso amor subsiste 
E, reclama que fiquemos a sós 

Sempre tinhas uma palavra 
Em cada exato momento 
Agora, não tenho nada
Resta-me este sofrimento

Volta para mim por favor
Não consigo estar aqui 
Mas se não podes, amor
Leva-me para junto de ti

Luís Filipe D. Figueiredo

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