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quinta-feira, 23 de julho de 2015

DEITADO NA RELVA



DEITADO NA RELVA 

Deitado na relva 
Observo a lua
E, minha alma se eleva
À procura da tua

Sem sono o vento 
Chamou por mim
Tocou-me no rosto
E, disse-me assim

Ai como ela é bela 
Consigo-te entender
Pois ao passar por ela 

Senti-me rejuvenescer 
Não percas aquela 
Que te faz resplandecer 

Luís Filipe D. Figueiredo

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