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quarta-feira, 1 de julho de 2015

VAGUEIO ENTRE O TUDO, E O NADA



VAGUEIO ENTRE O TUDO, E O NADA

Vagueio entre o tudo, e o nada 
Sinto-me terrivelmente só
Quando chega a madrugada
É angustiante chego a sentir dó

No meio da escuridão da noite
Procuro-te no trilho das estrelas
Pois é no seu brilho cintilante
Que por vezes te vejo entre elas

Porém, às vezes não te consigo ver
Embora procure desesperadamente
Interrogo-me, sobre o que fazer
Para que tudo se torne bem diferente 

Com o coração, da dimensão duma noz
Vou tentando deixar passar o tempo
E, desejando ouvir a tua linda voz
A todo, e a qualquer momento

Meus olhos marcados pela dor
Por vezes não conseguem suster
Algumas lágrimas de amor 
Que por ti brotam, por não te ver 

Chego até a implorar à lua
Que te entregue o meu recado 
E, te diga que a minha alma é tua
Que por ti estou apaixonado

Luís Filipe D. Figueiredo

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