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segunda-feira, 31 de agosto de 2015

DEIXA OS MEUS OLHOS CHORAR



DEIXA OS MEUS OLHOS CHORAR 

Deixa os meus olhos chorar 
E, derramar toda a sua tristeza
Por não te conseguirem falar 
De mim, e da tua beleza 

Oiço o canto das aves 
Assisto à chegada do Outono 
Ao cair das folhas das árvores 
As quais as deixam ao abandono 

Procuro-te incessantemente
Desesperado, chamo por ti 
Desejo sentir-me diferente

E, voltar a viver o que vivi 
Só, triste, e indiferente
Tento recordar o que esqueci 

Luís Filipe D. Figueiredo

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