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sábado, 15 de agosto de 2015

É POR MIM QUE ÀS VEZES CHAMO



É POR MIM QUE ÀS VEZES CHAMO

É por mim que às vezes chamo
Na esperança de me encontrar
E, com o vento eu clamo 
Por te ter, e não te alcançar 

Estrebucho, e praguejo 
Sinto-me perdido em mim
Se te sinto, mas não te vejo 
E, sinto-me perto do fim

Percorro o infinito 
E, sinto-me revoltado
Por não ouvires o meu grito

Nem me sentir ao teu lado
Desconhecendo se existo 
Ou se estou amargurado 

Luís Filipe D. Figueiredo

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