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quinta-feira, 6 de agosto de 2015

SEM CONSEGUIR RESPIRAR



SEM CONSEGUIR RESPIRAR

Sem conseguir respirar
Senti o corpo gelado
E, com os olhos a brilhar 
Procurei-te por todo lado

O Outono tinha chegado
As folhas estavam a cair
Era um local desolado 
Este que eu via surgir 

Os bancos estavam vazios
A chuva não cessava 
Causando-me calafrios

Enquanto por ti esperava 
Agitado e com delírios 
O meu coração te chamava

Luís Filipe D. figueiredo

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