Total de visualizações de página

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

QUERO ENTENDER OS TEUS SILÊNCIOS



QUERO ENTENDER OS TEUS SILÊNCIOS

Quero entender os teus silêncios
Necessito ouvir a tua voz
Quero entender os teus receios 
E, voar como um albatroz 

Quero como ele mergulhar no mar
Na tua procura, linda sereia
Quero ouvir o teu cantar
E, amar-te na a areia 

Quero Ser um almirante 
Ou talvez, um navegador
Quero ser o teu amante 

E, também o teu senhor
Quero sentir este desejo constante 
De te encontrar, seja onde for 

Luís Filipe D. Figueiredo

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

NECESSITO SENTIR-ME INTEIRO



NECESSITO SENTIR-ME INTEIRO

Necessito sentir-me inteiro
Sinto saudade de ti, amor
E, ao olhar o velho ribeiro
A minha alma chora de dor

A sua água límpida, e cristalina
Que corre ao longo do seu leito
Faz-me lembrar a menina 
Que guardo dentro do peito

A chuva que cai com abundância 
Sobre o nosso encantador ribeiro 
Faz-me sentir, a tua fragrância 

E, o teu lindo sorriso verdadeiro
Ai como eu queria voltar à infância 
Para te amar sempre em primeiro

Luís Filipe D. Figueiredo

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

O AMOR



O AMOR 

O amor é a poesia dos sentidos
O sentimento que me faz vibrar
É sonhar que ficaremos unidos
No dia, que te encontrar

É procurar-te no denso nevoeiro
E, nas noites de luar
É o sentir o desejo de ser o pioneiro
E, para sempre te amar

É seres a metade, que eu procuro
É seres a parte mais importante 
É seres o meu presente, e futuro

É seres tudo, e estares tão distante
Este é o amor, que eternamente; juro
Ser o mais puro e incessante 

Luís Filipe D. Figueiredo

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

LEMBRO-ME DE TI, DO TEU SILÊNCIO



LEMBRO-ME DE TI, DO TEU SILÊNCIO

Lembro-me de ti, e do teu silêncio
Lembro-me de ti, quando a chuva cai
Lembro-me de ti, em cada momento 
Que o teu silêncio, o meu atrai 

Lembro-me de ti, ao falar de amor
Lembro-me de ti, ao olhar as estrelas
Lembro-me de ti, e do teu ardor 
Quando olho o céu, e voo para elas

Lembro-me de ti, em cada minuto
Lembro-me de ti, em cada segundo
Lembro-me de ti, com o intuito 

De sonhar contigo, e realizar tudo 
Lembro-me de ti, ao sentir o vento 
Bem de mansinho, a ficar mudo

Luís Filipe D. Figueiredo

terça-feira, 22 de setembro de 2015

PASSEI A VIDA À TUA PROCURA



PASSEI A VIDA À TUA PROCURA

Passei a vida à tua procura
Lancei flores ao vento
Desejei-te com amor e ternura
Sempre foste o meu intento

És parte de mim confesso 
És a minha outra metade
Aquela por quem expresso
Este amor sem falsidade

Fazes-me feliz ao amanhecer 
Ao beijar-te minha querida 
És o fogo, que ao anoitecer 

Faz-me amar- te sem medida 
Não sei o que está a acontecer
Apenas sei, que és a minha vida

Luís Filipe D. Figueiredo

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

ATÉ OS MEUS PENSAMENTOS SÃO TEUS



ATÉ OS MEUS PENSAMENTOS SÃO TEUS

Até os meus pensamentos são teus
Tão sublime e intenso é, este amor 
Que chego a implorar a Zeus 
Que oiça, este meu clamor

Peço-lhe que te lembre quem sou
O quanto te amo, e almejo
Que te recorde a boca que te roubou 
Um suspiro, no nosso primeiro beijo

Necessito desabafar com o vento
E, imaginar que vens a caminho 
Para que ele esteja sempre atento 

E, te traga de mansinho 
Necessito tanto do teu alento
Vem amor, não me deixes sozinho.

Luís Filipe D. Figueiredo

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

ÉS O AR, QUE EU RESPIRO



ÉS O AR, QUE EU RESPIRO 

És a Primavera, que vive 
Entre o Inverno, e o Verão 
És o amor, que não tive 
E, me causa esta sensação 

És o ar, que eu respiro 
E, o meu desespero 
És a estrela que miro 
A mulher por quem espero 

És o sonho, a magia 
O vento, e a tempestade 
És a minha alegria 

E, também a saudade 
És aquela, que cada dia 
Eu desejo ser realidade 

Luís Filipe D. Figueiredo 


quinta-feira, 17 de setembro de 2015

QUANDO OLHO O MAR


QUANDO OLHO O MAR 

Quando olho o mar 
E, o oiço agastado, e impetuoso 
Tento com ele conversar 
E, digo-lhe que não esteja nervoso 

No cume das suas ondas 
Observo o infinito
Enormes, e medonhas
Fazem-me ouvir o teu grito 

Neste deserto de águas sem fim 
Procuro-te encontrar
Peço-lhe que te traga para mim

E, nas suas ondas nos deixe bailar
Amainando o seu frenesim
Para que assim possamos dançar 

Luís Filipe D. Figueiredo

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

AI COMO EU QUERIA QUE ME VIESSES VER




AI COMO EU QUERIA QUE ME VIESSES VER 

Ai como eu queria que me viesses ver 
Só para sentir, as tuas mãos a deslizar 
Neste meu corpo que está a sofrer 
Por, estares longe, e tanto te desejar 

Ao lembrar o gosto dos teus beijos 
Sinto todo o meu corpo incendiar 
Causando-me inúmeros desejos 
E, uma vontade insaciável de te amar 

Chego até, a sentir o cheiro do odor 
Misturado, com o do teu perfume 
É tão intenso, e verdadeiro meu amor 

Que o meu corpo arde como lume 
Vem para mim, vem por favor 
E, acaba com este meu queixume 

Luís Filipe D. Figueiredo

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

FOSTE TU, QUEM ME MOSTROU



FOSTE TU, QUEM ME MOSTROU

Foste tu, quem me mostrou
O amanhã de um lindo dia
E, nesse momento se gravou 
Na minha alma, o que a tua pedia 

Inseparáveis para sempre
Se uniram uma à outra
Vivendo um amor ardente
Como um garanhão e uma potra

Sem limite, ou preconceito 
Agarrei-te pela cintura 
E, beijei o teu lindo peito

Com desejo, e ternura
Abraçados no nosso leito
Nos amamos com loucura 

Luís Filipe D. Figueiredo

domingo, 13 de setembro de 2015

UM DIA QUANDO PARTIR



UM DIA QUANDO PARTIR 

Um dia quando partir 
Para outra dimensão
Quero esperar a sorrir
Por ti, minha paixão

Quero voltar a nascer
Em muitas outras vidas
Para voltar a manter 
As nossas almas unidas 

Quero sentir este amor
Que me embriaga e seduz 
E, faz amar-te com fervor

Sentindo que és a minha luz
A minha metade, o meu odor
Aquela que me cativa, e induz

Luís Filipe D. Figueiredo

sábado, 12 de setembro de 2015

O NOSSO BEIJO É SÓ NOSSO



O NOSSO BEIJO É SÓ NOSSO

O nosso beijo é só nosso
Encerra nele o nosso amor
Tem o sabor do que posso 
Ofertar-te minha flor

Muitas vidas, eu já vivi
Outras mais Irei viver
E, este beijo, que senti 
Jamais o vou esquecer

Quando um dia eu partir
Comigo o quero levar
Para continuar a sentir

Os teus lábios, o teu amar
Não deixando extinguir
Esta paixão que me faz voar

Luís Filipe D. Figueiredo

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

O NOSSO BEIJO É SÓ NOSSO



O NOSSO BEIJO É SÓ NOSSO

O nosso beijo é só nosso
Encerra nele o nosso amor
Tem o sabor do que posso 
Ofertar-te minha flor

Muitas vidas, eu já vivi
Outras mais Irei viver
E, este beijo, que senti 
Jamais o vou esquecer

Quando um dia eu partir
Comigo o quero levar
Para continuar a sentir

Os teus lábios, o teu amar
Não deixando extinguir
Esta paixão que me faz voar

Luís Filipe D. Figueiredo

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

TU, QUE ME ACUSAS DE IMPERFEIÇÃO



TU, QUE ME ACUSAS DE IMPERFEIÇÃO

Tu, que me acusas de imperfeição
Olha bem para ti, e observa 
Tenta ouvir o meu nobre coração
E, toda a dor que nele conserva

Tu, que te julgas um predestinado
Que estás acima do bem e do mal
Não passas dum vil, mal-educado 
Como outros que estão a teu lado

Tu, que vieste do nada, e subiste na vida
Tornando-te alguém
Não esqueças a vida sofrida 

Que muitos outros têm também
Tu, não te recuses a dar guarida 
Olhando por cima, para não veres ninguém 

Luís Filipe D. Figueiredo

terça-feira, 8 de setembro de 2015

SE EU PUDESSE TROCAVA CONTIGO



SE EU PUDESSE TROCAVA CONTIGO

Quando oiço esta canção
Olho as estrelas, e vejo-te a ti
E, as lágrimas rolam-me no coração
Ao sentir, o que senti

Se eu pudesse trocava contigo
Ia lá, onde os astros pairam, e tu estás 
Para te acariciar, e dizer-te ao ouvido
Que dentro de mim sempre estarás

Sinto saudade de estares comigo
E, não te ter a meu lado 
Sinto saudade do teu beijo sentido 

Que em mim, ficou gravado 
De modo Permanente, e infinito 
Para eternamente ser recordado

Luís Filipe D. Figueiredo

domingo, 6 de setembro de 2015

O TEU CORPO DESNUDADO



O TEU CORPO DESNUDADO 

O teu corpo desnudado 
Surgiu quando olhei o mar
E, fiquei tão maravilhado
Que não sabia o que pensar 

Entre a lua, e o bailar das ondas
Coabitas no meu sonho
E, deixas marcas profundas
Às quais não me oponho

Voas como um colibri 
Esvoaçando de flor em flor
E, na minha mente colori 

Com beijos, o teu corpo amor.
Belo, como jamais o Concebi
Deixo-o voar para mim com ardor

Luís Filipe D. Figueiredo

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

ATÉ O VENTO TE ROUBA DE MIM



ATÉ O VENTO TE ROUBA DE MIM


Até o vento te rouba de mim
Num suspiro triste, e melancólico
Interrogo-me, porque sou assim?
Sonhador, gentil, e poético 

Procuro viver, com os meus receios
Com os meus defeitos, e virtudes
Tento realizar os meus anseios 
E, atender as tuas solicitudes 

Tão distante, e tão perto linda flor 
O meu coração bate acelerado 
Ao sentir-te, perde o pudor 

E confessa-te que está apaixonado
Rendido ordena-me, que este amor 
Perpetuamente nele seja guardado


Luís Filipe D. Figueiredo

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

GUARDEI-TE DENTRO DE MIM



GUARDEI-TE DENTRO DE MIM

Guardei-te dentro de mim
E, jamais te deixei partir
Recuso-me a aceitar o fim
E, em cada dia faço-te surgir 

Recordo no teu lindo olhar
Cada momento que vivemos 
Causando-me este bem-estar
O muito que nos queremos 

Com os meus braços te enlaço 
Com os meus lábios te beijo
E, com o meu sorriso disfarço

O quanto amor te desejo
Não concebo o desenlaço 
Pois és tudo que almejo

Luís Filipe D. Figueiredo