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sábado, 28 de novembro de 2015

ESTA NOITE SONHEI CONTIGO



ESTA NOITE SONHEI CONTIGO 

Esta noite sonhei contigo 
Estavas numa praia celestial
E, o teu rosto mexeu comigo 
Devido ao teu ar angelical

Os teus cabelos soltos ao vento
Banalizaram a beleza ao teu redor
E, das estrelas, num lamento
Surgiram lágrimas de muita dor

Ao não conseguirem rivalizar 
Ou superarem, a tua beleza
Nem tão pouco a igualar 

Foi para elas, uma tristeza
Ai, como foi belo sonhar
Contigo, e a mãe natureza 

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

PENSEI EM DAR-TE UM BEIJO



PENSEI EM DAR-TE UM BEIJO

Pensei em dar-te um beijo
No momento que te conheci
Foi tão intenso o desejo
Que os teus lábios, eu senti

Senti-os, sem os tocar
Senti o seu ardor 
E, sem uma palavra trocar
Senti ainda, o seu sabor 

Sem a boca aproximar
Olhei-os fixamente 
E, assim consegui-te dar 

Este beijo saboroso, e diferente
Naquele dia à beira-mar 
Onde estavas tu, e eu, somente 

Luís Filipe D. Figueiredo

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quinta-feira, 26 de novembro de 2015

RECORDO



RECORDO

Recordo o desejo sentido
Que naquela tarde de verão
Pouco a pouco foi surgindo
Dando azo à nossa paixão 

E, a este amor tão lindo
Que me abrasa o coração
De um modo desmedido
Causando-me satisfação 

Como testemunha 
Tivemos o pôr-do-sol 
Neste amor que se impunha 

Ante as nuvens cor de arrebol
Nesta bela praia da Catalunha
Onde o mar foi o nosso lençol 

Luís Filipe D. Figueiredo

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quarta-feira, 25 de novembro de 2015

PALMILHO OS CAMINHOS LENTAMENTE



PALMILHO OS CAMINHOS LENTAMENTE

Palmilho os caminhos lentamente
Com os olhos pregados no além
A meu lado, está tanta gente 
E, eu sinto-me só, sem ninguém

O dia está cinzento, e frígido 
Tão gelado, como a minha alma
E, pouco a pouco vai enegrecendo 
Com o aproximar da noite calma

Triste por não te avistar 
Toco o meu trompete 
Para assim te chamar

Com o seu som potente 
E, desta forma aliviar
A dor que o meu coração sente 

Luís Filipe D. Figueiredo

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2015-11-25

DEIXEI FALAR O CORAÇÃO



DEIXEI FALAR O CORAÇÃO 

É certo, que nunca esqueci
A nossa história de amor
Lembro até, onde te conheci
Do primeiro beijo, do seu sabor

Mas faço questão, de me lembrar
E, reviver momentos idos 
Pois quero-te continuar a namorar
E, recordar momentos vividos

Recordo a nossa primeira dança
E, como te sentias feliz
Do teu penteado, em forma de trança
E, do meu sorriso de petiz

Recordo tantas coisas minha flor
Que têm surgido em nossas vidas
Muitas positivas, e cheias de amor
Outras um pouco mais sofridas

Porém, em caso algum irei esquecer
Este amor que acabo de narrar
Não há distância que o faça esmorecer 
Nem dor ou lágrimas que o façam acabar

Pois nasceu no meu pensamento
Foi criado com a minha imaginação
Desta vez não pedi ajuda ao vento
Deixei apenas falar, o coração

Luís Filipe D. Figueiredo 

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segunda-feira, 23 de novembro de 2015

AO VER A LUA ABRAÇAR A NOITE



AO VER A LUA ABRAÇAR A NOITE 

Ao ver a lua abraçar a noite
Senti-me incomodado 
Será, que senti ciúme?
Por dela estar enamorado

Pedi então ajuda ao vento
Que lhe desse o meu recado 
E, ouvisse o meu lamento
Pois sou o seu namorado 

Tem cuidado com a noite
Não suporto a escuridão
Pois ela pode ofuscar-te 
E, levar-te minha paixão

Gosto de te ver bem perto
Vives no meu coração
Quero sentir o teu abraço
Não me deixes na solidão

Podes até me achar egoísta 
Por te desejar só para mim
Não quero perder-te de vista
Sinto medo Lua, sou assim

Preciso da totalidade da tua luz
E, que esse abraço seja só meu
Pois o efeito, que em mim produz
Faz-me sentir, totalmente teu

Luís Filipe D. Figueiredo

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sábado, 21 de novembro de 2015

PROCURO-TE DEBAIXO DE ÁGUA



PROCURO-TE DEBAIXO DE ÁGUA 

Procuro-te debaixo de água 
Nado como um golfinho
Mas no peito, sinto a mágoa
De não te encontrar no caminho 

Tento encontrar-te na multidão
Minha linda borboleta
Que voas sem destino, e direção 
À procura de uma bela violeta

Mais a frente avisto um colibri
Voando de flor, em flor
E, ao passar por ele, sorri

E, revela-me, procurar o seu amor
Animou-me, e não desisti 
Continuo a procurar-te meu amor

Luís Filipe D. Figueiredo 

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quinta-feira, 19 de novembro de 2015

TU



TU

Tu és a minha parte perdida 
Que sempre procurei
Tu és a parte desmedida 
Que sempre ambicionei 

Tu és o vento, a brisa
Que me toca suavemente 
Tu és o amor que suaviza
E, me torna diferente 

Tu és a esperança 
Que me encoraja, e faz viver
Tu és a força, a perseverança 

Que não me deixa ceder
Tu és a bonança 
Que não me deixa morrer

Luís Filipe D. Figueiredo

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quarta-feira, 18 de novembro de 2015

NOITES DE VERÃO, NOITES QUENTES



NOITES DE VERÃO, NOITES QUENTES

Noites de verão, noites quentes
Noites de loucura, e de paixão
Em que cubro de beijos ardentes 
Esse teu corpo; com convicção

Noites repletas de estrelas 
Noites belas, e de luar
Em, que voamos entre elas 
E, ficamos a levitar 

Noites que guardo na mente
E, nela as quero conservar 
Para me sentir diferente 

E, predestinado a te amar
Noites, que somente 
Tu, e eu, iremos recordar 

Luís Filipe D. Figueiredo

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terça-feira, 17 de novembro de 2015

GUARDO DENTRO DO PEITO



GUARDO DENTRO DO PEITO

Guardo dentro do peito
Este amor desmedido 
O qual me deixa sem jeito
E, às vezes surpreendido 

Pego numa linda flor 
E, começo-a a desfolhar 
Pétala, a pétala, com rigor
E, um brilho no olhar

Jogo suas pétalas ao vento
Para que voem na tua direção
E, de um modo suave, e lento 

Possam perfumar o teu chão
Perpetuando este momento
Que guardo no meu coração 

Luís Filipe D. Figueiredo

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domingo, 15 de novembro de 2015

SOU O SONHO, E A REALIDADE



SOU O SONHO, E A REALIDADE

Sou o sonho, e a realidade
Sou a tristeza, e a alegria 
Sou o jovem na puberdade
Sou o desejo, e a fantasia 

Sou tudo o que quero ser
Sou o rio, e sou o mar
Sou o sol ao amanhecer 
Sou uma gaivota a voar

Sou tudo, e não sou nada 
Sou uma estrela cintilante
Sou o nascer da alvorada

Sou o sentimento agonizante 
Sou uma alma penada 
Mas não sou nada se estás distante

Luís Filipe D. Figueiredo

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quinta-feira, 12 de novembro de 2015

A MINHA ALMA SENTE-SE PERDIDA



A MINHA ALMA SENTE-SE PERDIDA

A minha alma sente-se perdida
Se o meu coração enfraquece 
Sente-se triste, e desiludida 
Ao sentir, que ele desfalece

Necessita de o sentir vibrar
Animado, e vigoroso 
Não gosta de o ver a chorar
Nem tão pouco desgostoso

Bate, bate coração 
Não a faças sofrer
Palpita com emoção 

Dá-lhe alegria, e prazer
Não te esqueças dela não
Não queiras com ela morrer

Luís Filipe D. Figueiredo

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quarta-feira, 11 de novembro de 2015

FALO COM A LUA



FALO COM A LUA

Falo com a lua 
Pergunto onde estás 
Diz-me, que és minha
E, onde andarás 

Necessito ver-te 
Volta para mim
Quero amar-te 
Ouvir o teu sim

Pergunto às estrelas 
Se elas te viram 
Mas todas elas 

De mim fugiram 
Cintilantes e belas 
Apenas sorriram

Luís Filipe D. Figueiredo

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2015-11-11

terça-feira, 10 de novembro de 2015

AO OUVIR OS SINOS A TOCAR



AO OUVIR OS SINOS A TOCAR 

Ao ouvir os sinos a tocar 
Recordo os de Lisboa
Desta cidade à beira-mar 
Que o meu coração apregoa 

É tão bela, e encantadora 
A sua luz me fascina 
E, de tão arrebatadora 
A minha alma inspira 

Ai como é bom ouvir o repicar 
Dos sinos da minha cidade 
E, deixar-me embalar 

Com a sua sonoridade 
Jamais os quero olvidar 
Pois morreria de saudade

Luís Filipe D. Figueiredo

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segunda-feira, 9 de novembro de 2015

CONFESSEI-TE O MEU AMOR



CONFESSEI-TE O MEU AMOR

Um calor se apoderou
Do meu corpo desejoso 
Quando tua boca me tocou 
Num beijo delicioso 

Confessei-te o meu amor
Nesse beijo que te dei
E, senti o teu ardor 
Quando a ti me agarrei

Despertei em ti, o vulcão
A mulher fogosa, que és
Foi tão forte a sensação

Que me beijaste da cabeça aos pés
Descontrolada, e em erupção 
Sem hipótese de revés 

Luís Filipe D. Figueiredo

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domingo, 8 de novembro de 2015

SINTO MEDO



SINTO MEDO

Sinto medo de deixar de sonhar 
E, perder os meus Castelos
De os deixar de construir no ar
E, pouco a pouco deixar de vê-los 

Sinto medo de sucumbir à realidade
De não ter capacidade de a alterar 
E, assistir revoltado à desigualdade 
Perante tantos olhos a chorar 

Sinto medo por cada criança com fome 
Com que deparo no meu caminho
É tão intensa esta agonia enorme

Que tudo faço para lhes dar carinho
Sinto um medo desconforme 
Daqueles, que só dizem, coitadinho

Luís Filipe D. Figueiredo

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sexta-feira, 6 de novembro de 2015

EU



EU

Eu sou o eco de mim mesmo 
Quando grito dentro de mim
Eu sou a palavra, o termo certo
Com princípio, e fim 

Eu sou o sonho, e a esperança
Quando escrevo para ti
Eu sou a tempestade, a bonança
O vento que senti

Eu sou o grito da revolta
Do sonho perdido
Eu sou a felicidade que volta

Dum tempo já vivido 
Eu sou o amor, que anda à solta
Num coração ferido 

Luís Filipe D. Figueiredo

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quinta-feira, 5 de novembro de 2015

NO DIA EM QUE TE CONHECI



NO DIA EM QUE TE CONHECI

No dia em que te conheci 
Fiquei tão maravilhado
Que o sentimento que senti
No coração ficou gravado

Nervoso, e atrapalhado
Sem saber o que te dizer
Dei um beijo molhado
Na tua boca com prazer

Ai como foi longo, e belo 
Esse beijo que te dei
Jamais pude esquecê-lo

E, por ti me apaixonei
Num sentimento singelo
Com o qual viverei

Luís Filipe D. Figueiredo

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quarta-feira, 4 de novembro de 2015

QUERO VIVER O PRESENTE



QUERO VIVER O PRESENTE 

Quero viver o presente 
Para esquecer o passado
E, sentir que estás ausente
Que já não estás a meu lado 

Apelo à consciência 
Travo-me de razões
E, fico na eminência
De perder as ilusões 

Quero entender a razão
Porque me sinto assim
Mas consciência, diz-me não

Não penses mais, foi o fim
Não percas a ilusão
Esquece esse sentimento ruim 

Luís Filipe D. Figueiredo

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2015-11-04

terça-feira, 3 de novembro de 2015

UMA RUGA BEM COLOCADA




UMA RUGA BEM COLOCADA 

Uma ruga bem colocada 
Pode até dar encanto
Não fiques preocupada
Não deixes surgir o pranto 

Repara no teu lindo sorriso
Olha bem como ela o realça
Fica mais belo, e preciso
Não é motivo de desgraça

A sua mistura envolvente 
Não é causa de fatalidade
É sim, para ficares contente 

Pois date encanto, e virilidade
Tornando-te mais consciente 
E, preparada para a realidade

Luís Filipe D. Figueiredo

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segunda-feira, 2 de novembro de 2015

NECESSITO VER O TEU OLHAR




NECESSITO VER O TEU OLHAR

Necessito ver o teu olhar
E, sentir o teu carinho
Ouvir o teu sussurrar
Os teus gemidos, baixinho

Fito o espelho, e pergunto
Onde está o meu amor?
Respondeu-me, que estás junto
E, que sinta o teu odor

Olho-me nos olhos através dele
E, sinto-te, como ele disse
Vou mais longe, e sinto a tua pele

O que fez, com que eu sorrisse
Ai como foi bom falar com ele
Para, que ele me advertisse

Luís Filipe D. Figueiredo

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