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quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

É À SOMBRA DE UMA ÁRVORE



É À SOMBRA DE UMA ÁRVORE 


É à sombra de uma árvore 
Numa vasta planície 
Que no final de cada tarde 
Recordo, a tua meiguice 

Os teus olhos rasgados
Brilhantes, e sedutores 
Na minha mente guardados 
Como os mais encantadores

Recordo a tua boca 
E, o sabor do teu beijo
Numa guitarra que toca 

O nosso amor, e desejo
Recordo aquela época 
O teu corpo e, seu latejo

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

NÃO QUERIA ACREDITAR



NÃO QUERIA ACREDITAR

Não queria acreditar 
No que estava a acontecer 
Estavas nua, à beira mar 
E, a natureza a te envolver 

Cético com o que acontecia 
Fiquei extasiado a olhar-te
O teu corpo se contorcia
E, eu desejei, penetrar-te

Arrebatado pelo teu sorriso 
Aproximei-me de ti
E, confesso, que perdi o siso 

Quando te abracei, e senti 
Fiquei totalmente indefeso 
E, a ti, para sempre me uni 

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

AMO O SONHO, E A FELICIDADE



AMO O SONHO, E A FELICIDADE

Amo o sonho, e a felicidade
Amo o além, e o desconhecido
Mas detesto a falsidade 
Dum sentimento fútil, e fingido

Amo a beleza do teu rosto
Amo as tuas mãos delicadas 
E, detesto tudo que me é imposto
Por normas ou regras infundadas 

Amo o sorriso de uma criança
Amo a formosura de uma flor 
Mas entristece-me a descrença 

De uma alma repleta de dor 
Amo a tua linda presença
Amo o teu intenso ardor

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

NÃO RESISTI AO TEU OLHAR



NÃO RESISTI AO TEU OLHAR

Não resisti ao teu olhar 
E, um longo beijo, te dei
Com o intuito de te amar 
O teu pescoço; marquei 

Ao marcar o teu pescoço 
Com o meu atrevido beijo
Surgiu em ti um alvoroço
Que, saciou o meu desejo 

Depois veio o sorriso 
Resultante do pecado
Daquele momento conciso

No teu pescoço gravado
O meu, malicioso, e preciso
O teu, envergonhado 

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

QUERO ESCREVER UM SONETO



QUERO ESCREVER UM SONETO

Quero escrever um soneto 
Um soneto, que fale de ti
E, me lembre o momento 
Do dia em que te conheci 

Quero descrever, o sentir
Quando em mim te idealizei
E, vi o teu lindo sorrir 
No instante que te criei

O teu poder de sedução 
Foi para mim tão evidente 
Que me fez perder a razão 

E, amar-te de forma diferente
Fazendo nascer esta paixão
E, desejar-te constantemente 

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

AMAR, NÃO É APENAS DIZER



AMAR, NÃO É APENAS DIZER

Amar, não é apenas dizer 
É sentir, e querer também 
É acordar ao amanhecer
E, desejar esse alguém 

É abraçar, é envolver 
É ficar sem respirar 
É nos sentirmos a tremer
Num longo suspirar 

Amar, é fazer por acontecer
O, que entre nós desejamos
Sem nada, termos a temer

Nos objetivos que almejamos
Amar, é saber reconhecer 
Que às vezes também erramos 

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Feliz Natal para todos que me seguem é o meu desejo, que ele seja repleto de Felicidade na companhia dos que vós amais



Feliz Natal para todos que me seguem é o meu desejo, que ele seja repleto de Felicidade na companhia dos que vós amais 

EM TI ME ENCONTRO, E ME PERCO



EM TI ME ENCONTRO, E ME PERCO

Em ti me encontro, e me perco
Mulher amada, e libertina 
Ora te deixo, ora te cerco 
Assim te envolvo desde menina

Amar-te assim, é amar alguém 
Que se deseja, desde menino
Amar assim, e não amar ninguém 
Só acontece a um libertino 

Tenho a certeza, e a atitude 
Do homem que ama, uma mulher
E, que nele reconhece, a virtude 

De a fazer vibrar quando quer
Que seja eterna a Juventude 
Para te amar, a ti, mulher 

Luís Filipe D. Figueiredo 

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

domingo, 20 de dezembro de 2015

FUI ANDANDO, FUI ANDANDO



FUI ANDANDO, FUI ANDANDO 

Fui andando, fui andando
Parei na margem do Tejo
E, aí fiquei esperando 
Por ti, mas não te vejo

Caravelas te levaram 
E, nunca te trouxeram
Os mares, que cruzaram
Jamais as devolveram 

Em cada esquina que paro
Recordo momentos idos
E, ao olhar o Tejo reparo 

Nos que nele foram vividos 
A todos os encaro
Mas ai, como são doridos 

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

PERGUNTO AO VENTO ONDE ESTÁS



PERGUNTO AO VENTO ONDE ESTÁS

Pergunto ao vento onde estás
O qual de imediato me respondeu
Só tu… apenas tu… saberás 
Responder a ti mesmo, e não eu 

Confesso, fiquei atrapalhado
Com a resposta, que me deu
E, pouco tempo tinha passado
Logo em mim uma luz nasceu

Habitavas no meu coração
Senti-te no seu pulsar 
E ao respirar com emoção

Senti o teu suave perfume, no ar
Foi tão maravilhosa a sensação 
Que de alegria comecei a chorar

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

EM TI ME ENCONTRO, E ME PERCO



EM TI ME ENCONTRO, E ME PERCO

Em ti me encontro, e me perco
Mulher amada, e libertina 
Ora te deixo, ora te cerco 
Assim te envolvo desde menina

Amar-te assim, é amar alguém 
Que se deseja, desde menino
Amar assim, e não amar ninguém 
Só acontece a um libertino 

Tenho a certeza, e a atitude 
Do homem que ama, uma mulher
E, que nele reconhece, a virtude 

De a fazer vibrar quando quer
Que seja eterna a Juventude 
Para te amar, a ti, mulher 

Luís Filipe D. Figueiredo 

Todos os direitos reservados
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terça-feira, 15 de dezembro de 2015

ÀS VEZES DESPEÇO-ME DE MIM



ÀS VEZES DESPEÇO-ME DE MIM

Às vezes despeço-me de mim 
Em cada verso, que escrevo
Sou princípio, e sou o fim 
Sou o senhor, e sou o servo 

Sou o presente, e o passado
Sou o sonho, e a realidade 
Sou o fruto, do pecado
Sou a velhice e a mocidade

Sou tudo, e não sou nada 
Sou pó, e sou vento
Sou uma alma, apaixonada

Sou estrela no firmamento 
Sou a terra abençoada 
Sou a dor, e o lamento 

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
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segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

EU, NÃO SEI



EU, NÃO SEI 

Eu, não sei, se é amor, ou loucura 
Este sentimento, que vive em mim 
Apenas sei, que a tua formosura 
Deixa-me confuso, e a pensar assim 

Eu, não sei, se sinto o teu corpo, ou o meu 
Quando me envolvo contigo no leito 
Só sei, que um, o outro envolveu 
E, se unificou num movimento perfeito 

Eu, não sei, por quanto tempo vou sentir 
Este vulcão que me domina, e agita o peito 
Mas, que o meu coração não consegue repelir 

E, diz-me baixinho, que é meu direito 
Eu, não sei, se algum dia vou conseguir 
Deixar de amar-te, e sentir-te deste jeito 

Luís Filipe D. Figueiredo 

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

sábado, 12 de dezembro de 2015

DESBRAVO OS CAMINHOS DO MUNDO



DESBRAVO OS CAMINHOS DO MUNDO 

Desbravo os caminhos do mundo
Nesta incessante procura 
Vives em mim dum modo profundo
Atingindo as raias da loucura 

Ao olhar o infinito, avisto no céu
Nuvens brancas de algodão
E, vislumbro, tapado por um véu
O teu belo rosto, minha paixão

Enfeitiças-me com o teu olhar
E, com esse jeito, apenas teu
Sinto enorme desejo de te beijar

De roubar esse beijo, que é só meu
Vem amor, vamos voar 
E sentir este amor no apogeu

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservado
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

NÃO VOU MORRER DE SAUDADE



NÃO VOU MORRER DE SAUDADE 

Não vou morrer de saudade 
Nem tão pouco de desgosto
Ao lembrar a mocidade 
E, o quanto de ti, eu gosto

As pedras que no caminho
Se deparam na minha frente
Com um gesto, devagarinho 
As afasto, docemente 

Faço questão de as enfrentar 
Com ternura, e alegria 
E, assim as lapidar 

À luz da noite, ou do dia
Não as quero arremessar 
Seria uma imensa covardia 

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

domingo, 6 de dezembro de 2015

QUERIA TER-TE DADO MAIS UM ABRAÇO



QUERIA TER-TE DADO MAIS UM ABRAÇO

Queria ter-te dado mais um abraço
Mas já não cheguei a tempo
Do teu coração apoderou-se o cansaço
Do meu, este triste lamento 

Nesta partida antecipada 
Pela força da incompetência 
Não podemos dizer mais nada
Mas sempre serás uma referência

Esta saudade desmedida
Que viverá dentro de mim
Jamais deixará de ser sentida 

E, será a causa desta dor sem fim
Resta-me, apenas suavizar a ferida
Provocada por esta dor profunda e ruim

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

Para ti meu irmão Mário Figueiredo

QUERIA TER-TE DADO MAIS UM ABRAÇO



QUERIA TER-TE DADO MAIS UM ABRAÇO

Queria ter-te dado mais um abraço
Mas já não cheguei a tempo
Do teu coração apoderou-se o cansaço
Do meu, este triste lamento 

Nesta partida antecipada 
Pela força da incompetência 
Não podemos dizer mais nada
Mas sempre serás uma referência

Esta saudade desmedida
Que viverá dentro de mim
Jamais deixará de ser sentida 

E, será a causa desta dor sem fim
Resta-me, apenas suavizar a ferida
Provocada por esta dor profunda e ruim

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

Para ti meu irmão Mário Figueiredo



quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

CONTINUAS NA MINHA MENTE



CONTINUAS NA MINHA MENTE

Algumas lágrimas deslizaram 
Pela minha face entristecida
E, no meu coração provocaram 
Esta dor intensa, e desmedida 

Traduzem a dor da saudade 
De momentos já vividos 
Repletos de felicidade 
Que jamais serão esquecidos

Continuas na minha mente
Continuas a viver em mim
Tudo fica tão diferente 

Quando me sinto o teu benjamim
Abraçado persistentemente
Por o teu abraço, sem fim.

Luís Filipe D. Figueiredo 

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

QUIS CONVERSAR COM O MAR



QUIS CONVERSAR COM O MAR

Quis conversar com o mar
Sentia-me desesperado 
E, com ele tentei partilhar 
Este sentimento magoado 

Não o consegui fazer
E, comecei a chorar
Sem saber o que dizer 
Olhava o seu ondular

Ele manteve-se calado 
Estava triste como eu 
Mas estava a meu lado

E, assim me protegeu
Ora sereno, ora agitado
As minhas lágrimas; absorveu

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)