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terça-feira, 15 de dezembro de 2015

ÀS VEZES DESPEÇO-ME DE MIM



ÀS VEZES DESPEÇO-ME DE MIM

Às vezes despeço-me de mim 
Em cada verso, que escrevo
Sou princípio, e sou o fim 
Sou o senhor, e sou o servo 

Sou o presente, e o passado
Sou o sonho, e a realidade 
Sou o fruto, do pecado
Sou a velhice e a mocidade

Sou tudo, e não sou nada 
Sou pó, e sou vento
Sou uma alma, apaixonada

Sou estrela no firmamento 
Sou a terra abençoada 
Sou a dor, e o lamento 

Luís Filipe D. Figueiredo

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