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terça-feira, 8 de dezembro de 2015

NÃO VOU MORRER DE SAUDADE



NÃO VOU MORRER DE SAUDADE 

Não vou morrer de saudade 
Nem tão pouco de desgosto
Ao lembrar a mocidade 
E, o quanto de ti, eu gosto

As pedras que no caminho
Se deparam na minha frente
Com um gesto, devagarinho 
As afasto, docemente 

Faço questão de as enfrentar 
Com ternura, e alegria 
E, assim as lapidar 

À luz da noite, ou do dia
Não as quero arremessar 
Seria uma imensa covardia 

Luís Filipe D. Figueiredo

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2 comentários:

  1. Não se pode morrer de saudade..o que é bom, fica. Lindo!!!

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  2. Muito lindo esses poemas adoro todos bjs.

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