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sábado, 15 de agosto de 2015

É POR MIM QUE ÀS VEZES CHAMO



É POR MIM QUE ÀS VEZES CHAMO

É por mim que às vezes chamo
Na esperança de me encontrar
E, com o vento eu clamo 
Por te ter, e não te alcançar 

Estrebucho, e praguejo 
Sinto-me perdido em mim
Se te sinto, mas não te vejo 
E, sinto-me perto do fim

Percorro o infinito 
E, sinto-me revoltado
Por não ouvires o meu grito

Nem me sentir ao teu lado
Desconhecendo se existo 
Ou se estou amargurado 

Luís Filipe D. Figueiredo

À TUA PROCURA PELO UNIVERSO



À TUA PROCURA PELO UNIVERSO

À tua procura pelo universo
Mergulho nele, profundamente
Aceito que te amo, e confesso 
Que o demais, tudo me é indiferente

Este amor que me enlouquece 
Está para além do bem, e do mal
É chama que me alimenta, e aquece 
Mesmo em dias de vendaval 

Nunca me altera, e entristece
Pois é a minha razão principal 
Intenso, e belo, não se desvanece

E, se torna num amor imortal
Que a minha alma enobrece
De forma pura, bela, e sensual. 

Luís Filipe D. Figueiredo