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segunda-feira, 24 de agosto de 2015

ENTRE O TUDO E O NADA



ENTRE O TUDO E O NADA

Entre o tudo e o nada
Procuro caminhar
E, passar pela vida
Na esperança de te encontrar 

Sinto-me vazio
Carente, e só 
Fragilizado, e frio 
Estrangulado por um nó 

Saltitando 
De pedra em pedra
Assim vou caminhando 

Tentando lembrar quem era
E, sentindo-me desesperado 
Por continuar à tua espera 

Luís Filipe D. Figueiredo