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quinta-feira, 17 de setembro de 2015

QUANDO OLHO O MAR


QUANDO OLHO O MAR 

Quando olho o mar 
E, o oiço agastado, e impetuoso 
Tento com ele conversar 
E, digo-lhe que não esteja nervoso 

No cume das suas ondas 
Observo o infinito
Enormes, e medonhas
Fazem-me ouvir o teu grito 

Neste deserto de águas sem fim 
Procuro-te encontrar
Peço-lhe que te traga para mim

E, nas suas ondas nos deixe bailar
Amainando o seu frenesim
Para que assim possamos dançar 

Luís Filipe D. Figueiredo