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sexta-feira, 6 de novembro de 2015

EU



EU

Eu sou o eco de mim mesmo 
Quando grito dentro de mim
Eu sou a palavra, o termo certo
Com princípio, e fim 

Eu sou o sonho, e a esperança
Quando escrevo para ti
Eu sou a tempestade, a bonança
O vento que senti

Eu sou o grito da revolta
Do sonho perdido
Eu sou a felicidade que volta

Dum tempo já vivido 
Eu sou o amor, que anda à solta
Num coração ferido 

Luís Filipe D. Figueiredo

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