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quarta-feira, 25 de novembro de 2015

PALMILHO OS CAMINHOS LENTAMENTE



PALMILHO OS CAMINHOS LENTAMENTE

Palmilho os caminhos lentamente
Com os olhos pregados no além
A meu lado, está tanta gente 
E, eu sinto-me só, sem ninguém

O dia está cinzento, e frígido 
Tão gelado, como a minha alma
E, pouco a pouco vai enegrecendo 
Com o aproximar da noite calma

Triste por não te avistar 
Toco o meu trompete 
Para assim te chamar

Com o seu som potente 
E, desta forma aliviar
A dor que o meu coração sente 

Luís Filipe D. Figueiredo

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2015-11-25

DEIXEI FALAR O CORAÇÃO



DEIXEI FALAR O CORAÇÃO 

É certo, que nunca esqueci
A nossa história de amor
Lembro até, onde te conheci
Do primeiro beijo, do seu sabor

Mas faço questão, de me lembrar
E, reviver momentos idos 
Pois quero-te continuar a namorar
E, recordar momentos vividos

Recordo a nossa primeira dança
E, como te sentias feliz
Do teu penteado, em forma de trança
E, do meu sorriso de petiz

Recordo tantas coisas minha flor
Que têm surgido em nossas vidas
Muitas positivas, e cheias de amor
Outras um pouco mais sofridas

Porém, em caso algum irei esquecer
Este amor que acabo de narrar
Não há distância que o faça esmorecer 
Nem dor ou lágrimas que o façam acabar

Pois nasceu no meu pensamento
Foi criado com a minha imaginação
Desta vez não pedi ajuda ao vento
Deixei apenas falar, o coração

Luís Filipe D. Figueiredo 

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