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sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

HOJE, SÓ HOJE, DEIXA-ME VIAJAR



HOJE, SÓ HOJE, DEIXA-ME VIAJAR

Hoje, só hoje, deixa-me viajar.
Neste meu jardim imaginário.
Necessito, contigo rezar.
E, virar o mundo, ao contrário.

Hoje, só hoje, deixa-me sentir feliz.
Esquecer, as amarguras do mundo.
Para poder voltar, a sentir-me petiz.
Neste mundo, do qual sou oriundo.

Hoje, só hoje, deixa-me potenciar. 
Este sentimento verdadeiro.
Necessito tanto de acreditar.

Que é real, e não passageiro.
Hoje, só hoje, deixa-me presenciar.
Um mundo melhor, e mais ordeiro.

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

HOJE, SÓ HOJE, DEIXA-ME VIAJAR



HOJE, SÓ HOJE, DEIXA-ME VIAJAR

Hoje, só hoje, deixa-me viajar.
Neste meu jardim imaginário.
Necessito, contigo rezar.
E, virar o mundo, ao contrário.

Hoje, só hoje, deixa-me sentir feliz.
Esquecer, as amarguras do mundo.
Para poder voltar, a sentir-me petiz.
Neste mundo, do qual sou oriundo.

Hoje, só hoje, deixa-me potenciar. 
Este sentimento verdadeiro.
Necessito tanto de acreditar.

Que é real, e não passageiro.
Hoje, só hoje, deixa-me presenciar.
Um mundo melhor, e mais ordeiro.

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

quinta-feira, 29 de dezembro de 2016



HÁ UMA TERRA, NO OUTRO LADO DO MAR

Há uma terra, no outro lado do mar.
Onde eu deposito os meus silêncios. 
Os quais, por vezes, vejo esfumar. 
Não deixando seus indícios. 

Há uma terra, no outro lado do mar.
Onde guardo os meus sonhos.
Com os quais, consigo transformar. 
Dias tristes, em dias, risonhos. 

Há uma terra, no outro lado do mar.
Onde o cheiro da maresia, é diferente.
Fazendo-me acalmar.

E, ligando-me a ela de um modo inerente. 
Há uma terra, do outro lado do mar.
Com que eu sonho, e faz-me sentir gente.

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)


HÁ UMA TERRA, NO OUTRO LADO DO MAR

Há uma terra, no outro lado do mar.
Onde eu deposito os meus silêncios. 
Os quais, por vezes, vejo esfumar. 
Não deixando os seus indícios. 

Há uma terra, no outro lado do mar.
Onde guardo os meus sonhos.
Com os quais, consigo transformar. 
Dias tristes, em dias, risonhos. 

Há uma terra, no outro lado do mar.
Onde o cheiro da maresia, é diferente.
Fazendo-me acalmar.

E, ligando-me a ela de um modo inerente. 
Há uma terra, do outro lado do mar.
Com que eu sonho, e faz-me sentir gente.

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
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quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

SOU O MENINO QUE ADORAVA SONHAR



SOU O MENINO QUE ADORAVA SONHAR

Sou o menino que adorava sonhar
O jovem que gostava de sorrir
Sou o homem, que se sente a definhar
Desde o dia, em que te viu a partir.

Sou a planta, a morrer de sede.
A folha seca, caída no chão.
Sou a amargura, que impede. 
A alegria, e a satisfação.

Sou o vento que sopra do norte
O vendaval, que tudo levou
Sou o homem, desesperado, sem sorte

A dor, que não aliviou. 
Sou a vida, á espera da morte.
O homem, que de sonhar, deixou.

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

SOU O MENINO QUE ADORAVA SONHAR



SOU O MENINO QUE ADORAVA SONHAR

Sou o menino que adorava sonhar
O jovem que gostava de sorrir
Sou o homem, que se sente a definhar
Desde o dia, em que te viu a partir.

Sou a planta, a morrer de sede.
A folha seca, caída no chão.
Sou a amargura, que impede. 
A alegria, e a satisfação.

Sou o vento que sopra do norte
O vendaval, que tudo levou
Sou o homem, desesperado, sem sorte

A dor, que não aliviou. 
Sou a vida, á espera da morte.
O homem, que de sonhar, deixou.

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

MAIS UMA ESTRELA NO CÉU



MAIS UMA ESTRELA NO CÉU

Mais uma estrela no céu.
Para de noite, eu contemplar. 
E, relembrar o que viveu.
Perto de todos, que quis amar.

É tão triste, sentir a partida.
Daqueles, que queremos bem.
Não aceitamos a despedida.
Com os olhos pregados no além.

Deixo-me levar pelo vento.
Até te conseguir encontrar.
E, com olhar, no firmamento.

As lágrimas; sinto a rolar.
Embora elas tenham o intento.
De apenas te reverenciar. 

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

Para ti meu amigo!

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

SONHOS


SONHOS

Sonhos repletos de esperança
Nuvens impregnadas de magia
Ventos suaves de bonança
Acalentam-me dia após dia 

Sonhos que vivo, com intensidade. 
E, enchem-me, o ego de alegria.
Sonhos míticos, e de felicidade. 
Provocam-me, enorme euforia

Sonhos, que me tornam no que sou.
E, fazem de mim, um sonhador. 
Alguém, que sempre te amou.

Deste modo avassalador. 
Sonho, que nunca subestimou.
O teu ardor, meu amor. 

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

SONHOS


SONHOS

Sonhos repletos de esperança
Nuvens impregnadas de magia
Ventos suaves de bonança
Acalentam-me dia após dia 

Sonhos que vivo, com intensidade. 
E, enchem-me, o ego de alegria.
Sonhos míticos, e de felicidade. 
Provocam-me, enorme euforia

Sonhos, que me tornam no que sou.
E, fazem de mim, um sonhador. 
Alguém, que sempre te amou.

Deste modo avassalador. 
Sonho, que nunca subestimou.
O teu ardor, meu amor. 

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
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terça-feira, 20 de dezembro de 2016

INSTANTES




INSTANTES 

Instantes, vazios. 
Instantes, enormes. 
Instantes, frios. 
E, desconformes. 

Instantes, que percorro. 
Com o pensamento. 
E, aos quais recorro. 
No firmamento. 

Instantes, belos. 
Onde te encontrei. 
Lindos, e singelos. 

Onde te amei. 
Instantes, anelos. 
Que, guardarei. 

Luís Filipe D. Figueiredo 

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98) 

INSTANTES


INSTANTES 

Instantes, vazios.
Instantes, enormes.
Instantes, frios. 
E, desconformes.

Instantes, que percorro. 
Com o pensamento.
E, aos quais recorro.
No firmamento. 

Instantes, belos. 
Onde te encontrei. 
Lindos, e singelos.

Onde te amei.
Instantes, anelos.
Que, guardarei.

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
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quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

HOJE VOU FALAR DE AMOR


HOJE VOU FALAR DE AMOR 

Hoje, vou falar de amor. 
E, ver o mundo girar. 
Colori-lo, com pétalas de flor. 
E, com anjos, a voar.

Hoje, vou transformar. 
O meu coração. 
E, os vossos; vou salpicar.
Com ternura, e emoção.

Hoje, vou-te iluminar 
Para que sintas, a sensação. 
Que eu sinto, ao te olhar. 

Neste meu mundo de ilusão
Hoje, vou partilhar.
Para, que tenhas essa noção. 

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

HOJE VOU FALAR DE AMOR


HOJE VOU FALAR DE AMOR 

Hoje, vou falar de amor. 
E, ver o mundo girar. 
Colori-lo, com pétalas de flor. 
E, com anjos, a voar.

Hoje, vou transformar. 
O meu coração. 
E, os vossos; vou salpicar.
Com ternura, e emoção.

Hoje, vou-te iluminar 
Para que sintas, a sensação. 
Que eu sinto, ao te olhar. 

Neste meu mundo de ilusão
Hoje, vou partilhar.
Para, que tenhas essa noção. 

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
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quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

QUERO VER A NEVE A CAIR


QUERO VER A NEVE A CAIR

Quero olhar para o além.
E, ouvir a musica a tocar.
Pensar, que mais ninguém.
O teu lugar pode ocupar.

Quero ver a neve a cair.
O sol a nascer, e a brilhar.
Quero ver o teu sorrir. 
E, os pássaros a voar.

Quero sentir-te dentro de mim.
E, com o meu coração proteger. 
Este sentimento, sem fim. 

Que em mim, fez questão de nascer.
Quero, que hoje, e sempre seja assim.
Para, que nunca, te deixe de merecer.

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

QUERO VER A NEVE A CAIR


QUERO VER A NEVE A CAIR

Quero olhar para o além.
E, ouvir a musica a tocar.
Pensar, que mais ninguém.
O teu lugar pode ocupar.

Quero ver a neve a cair.
O sol a nascer, e a brilhar.
Quero ver o teu sorrir. 
E, os pássaros a voar.

Quero sentir-te dentro de mim.
E, com o meu coração proteger. 
Este sentimento, sem fim. 

Que em mim, fez questão de nascer.
Quero, que hoje, e sempre seja assim.
Para, que nunca, te deixe de merecer.

Luís Filipe D. Figueiredo

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terça-feira, 13 de dezembro de 2016

COM FLORES CUBRO O TEU REGAÇO


COM FLORES CUBRO O TEU REGAÇO

Com flores, cubro o teu regaço.
De amor, encho o teu coração.
E, desde então, tudo o que faço.
É, amar-te, com muita paixão.

A tua boca; cubro-a de beijos. 
Beijos esses, que enalteço. 
Pois provocam-me desejos.
Esses beijos, que não esqueço.

Peço ao vento, que me leve.
E, me ajude a suportar.
Que o longo, se torne breve.

Para em breve, não contestar. 
Esta dor que se atreve. 
Às vezes, em mim, habitar. 

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

COM FLORES CUBRO O TEU REGAÇO


COM FLORES CUBRO O TEU REGAÇO

Com flores, cubro o teu regaço.
De amor, encho o teu coração.
E, desde então, tudo o que faço.
É, amar-te, com muita paixão.

A tua boca; cubro-a de beijos. 
Beijos esses, que enalteço. 
Pois provocam-me desejos.
Esses beijos, que não esqueço.

Peço ao vento, que me leve.
E, me ajude a suportar.
Que o longo, se torne breve.

Para em breve, não contestar. 
Esta dor que se atreve. 
Às vezes, em mim, habitar. 

Luís Filipe D. Figueiredo

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segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

O TEU CORAÇÃO É O MEU ALTAR.


O TEU CORAÇÃO É O MEU ALTAR.


O teu coração é o meu altar.
Tu, a minha razão de viver.
A mulher, que quero exaltar.
Esteja eu onde estiver.

Os teus olhos são a minha luz.
Os teus braços, a minha âncora.
Que me ampara, e seduz. 
De uma forma encantadora. 

A tua alma é um oceano. 
Onde mergulho, e me delicio.
E, sem duvida, ou engano. 

Também me sacio.
Minha Deusa de ébano.
Que, tanto aprecio.

Luís Filipe D. Figueiredo 

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

O TEU CORAÇÃO É O MEU ALTAR.


O TEU CORAÇÃO É O MEU ALTAR.

O teu coração é o meu altar.
Tu, a minha razão de viver.
A mulher, que quero exaltar.
Esteja eu onde estiver.

Os teus olhos são a minha luz.
Os teus braços, a minha âncora.
Que me ampara, e seduz. 
De uma forma encantadora. 

A tua alma é um oceano. 
Onde mergulho, e me delicio.
E, sem duvida, ou engano. 

Também me sacio.
Minha Deusa de ébano.
Que, tanto aprecio.

Luís Filipe D. Figueiredo 

Todos os direitos reservados
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quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

QUERO ACORDAR NA AREIA MOLHADA


QUERO ACORDAR NA AREIA MOLHADA


Quero acordar, na areia molhada.
Bem pertinho do mar. 
Quero abraçar-te, minha amada.
E, verificar, que não estou a sonhar.

Quero viver, para além da vida.
Não concebo a nossa separação.
Quero eternamente amar-te, querida.
E, sentir esta imensa paixão.

Quero sentir, os teus beijos molhados.
Os teus suspiros, e abraços.
Quero sentir, os nossos corpos abraçados.

E, o deslumbramento, ao olhar os teus traços. 
Quero, que para sempre fiquem gravados.
Nos nossos corações, os nossos laços. 

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

QUERO ACORDAR NA AREIA MOLHADA


QUERO ACORDAR NA AREIA MOLHADA

Quero acordar, na areia molhada.
Bem pertinho do mar. 
Quero abraçar-te, minha amada.
E, verificar, que não estou a sonhar.

Quero viver, para além da vida.
Não concebo a nossa separação.
Quero eternamente amar-te, querida.
E, sentir esta imensa paixão.

Quero sentir, os teus beijos molhados.
Os teus suspiros, e abraços.
Quero sentir, os nossos corpos abraçados.

E, o deslumbramento, ao olhar os teus traços. 
Quero, que para sempre fiquem gravados.
Nos nossos corações, os nossos laços. 

Luís Filipe D. Figueiredo

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quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

OLHO-ME NOS OLHOS.


OLHO-ME NOS OLHOS. 

Olho-me nos olhos. 
Através do espelho. 
Tristes, e magoados. 
Sinto-me velho. 

Perderam o brilho. 
Que um dia tiveram. 
Enquanto palmilho. 
Recordo como eram. 

Olhar genuíno. 
Doce primavera. 
Vejo-me menino. 

Linda quimera. 
Desprovido de tino. 
Juventude efémera. 

Luís Filipe D. Figueiredo 

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

OLHO-ME NOS OLHOS.


 
OLHO-ME NOS OLHOS. 

Olho-me nos olhos. 
Através do espelho. 
Tristes, e magoados. 
Sinto-me velho. 

Perderam o brilho. 
Que um dia tiveram. 
Enquanto palmilho. 
Recordo como eram. 

Olhar genuíno. 
Doce primavera. 
Vejo-me menino. 

Linda quimera. 
Desprovido de tino. 
Juventude efémera. 

Luís Filipe D. Figueiredo 

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terça-feira, 6 de dezembro de 2016

EU, QUERO SER PARA TI


EU, QUERO SER PARA TI. 

Eu quero ser para ti. 
A esperança de um dia melhor.
Sentir, o que senti. 
Ao, falar-te de amor. 

Eu quero ser para ti.
A brisa, que toca o teu rosto.
A alma que assume o desgosto. 
De não te ter aqui. 

Eu quero ser para ti. 
A ave liberta, a voar. 
O homem, que sempre sorri.

Quando te está a olhar.
Eu quero ser para ti 
O sol, a noite, e o luar. 

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

EU, QUERO SER PARA TI.


EU, QUERO SER PARA TI. 

Eu quero ser para ti. 
A esperança de um dia melhor.
Sentir, o que senti. 
Ao, falar-te de amor. 

Eu quero ser para ti.
A brisa, que toca o teu rosto.
A alma que assume o desgosto. 
De não te ter aqui. 

Eu quero ser para ti. 
A ave liberta, a voar. 
O homem, que sempre sorri.

Quando te está a olhar.
Eu quero ser para ti 
O sol, a noite, e o luar. 

Luís Filipe D. Figueiredo

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segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

FOI NA MESA DO CAFÉ


FOI NA MESA DO CAFÉ 

Foi na mesa do café. 
Que cruzei o meu olhar.
E, sem saber quem você é.
O meu rosto; senti corar.

Foi o teu lindo sorriso. 
Que a seguir, me fascinou.
Foi de tal forma conciso.
Que, a ele, me aprisionou. 

Quem me havia de dizer.
Que naquela mesa, de café.
O nosso amor ia nascer.

Intenso, e belo; repleto de fé.
Jamais o poderei esquecer 
Quero vivê-lo tal como é.

Luís Filipe D. Figueiredo 

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

FOI NA MESA DO CAFÉ


FOI NA MESA DO CAFÉ 

Foi na mesa do café. 
Que cruzei o meu olhar.
E, sem saber quem você é.
O meu rosto; senti corar.

Foi o teu lindo sorriso. 
Que a seguir, me fascinou.
Foi de tal forma conciso.
Que, a ele, me aprisionou. 

Quem me havia de dizer.
Que naquela mesa, de café.
O nosso amor ia nascer.

Intenso, e belo; repleto de fé.
Jamais o poderei esquecer 
Quero vivê-lo tal como é.

Luís Filipe D. Figueiredo 

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quarta-feira, 30 de novembro de 2016

SOU BARCO SEM RUMO


SOU BARCO SEM RUMO

Sou barco sem rumo.
A naufragar. 
Sou nuvem de fumo. 
Que não deixa respirar.

Sou pedra sem nome.
De pouco valor.
Sou criança com fome.
Com sede de amor.

Sou ave perdida. 
Sem saber para onde voar.
Sou terra empobrecida.

E, semente sem germinar.
Sou alma estarrecida. 
Se não te posso amar.

Luís Filipe D. Figueiredo 

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

SOU BARCO SEM RUMO


SOU BARCO SEM RUMO

Sou barco sem rumo.
A naufragar. 
Sou nuvem de fumo. 
Que não deixa respirar.

Sou pedra sem nome.
De pouco valor.
Sou criança com fome.
Com sede de amor.

Sou ave perdida. 
Sem saber para onde voar.
Sou terra empobrecida.

E, semente sem germinar.
Sou alma estarrecida. 
Se não te posso amar.

Luís Filipe D. Figueiredo 

Todos os direitos reservados
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segunda-feira, 28 de novembro de 2016

PEDI AO TEMPO, MAIS TEMPO.


PEDI AO TEMPO, MAIS TEMPO.

Pedi ao tempo, mais tempo.
Que me deixe aqui estar.
Não quero ter o contratempo.
De partir, sem te abraçar.

Pedi ao tempo, mais tempo.
Necessito, de te olhar.
E, que tu chegues atempo. 
De eu ter tempo de te amar.

Se o tempo não me der tempo.
Vou enviar-te pelo mar. 
Este belo sentimento. 

Que o tempo, não me deixou dar.
Partirei com o ressentimento. 
Do tempo, o tempo me negar. 

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)


PEDI AO TEMPO, MAIS TEMPO.


PEDI AO TEMPO, MAIS TEMPO.

Pedi ao tempo, mais tempo.
Que me deixe aqui estar.
Não quero ter o contratempo.
De partir, sem te abraçar.

Pedi ao tempo, mais tempo.
Necessito, de te olhar.
E, que tu chegues atempo. 
De eu ter tempo de te amar.

Se o tempo não me der tempo.
Vou enviar-te pelo mar. 
Este belo sentimento. 

Que o tempo, não me deixou dar.
Partirei com o ressentimento. 
Do tempo, o tempo me negar. 

Luís Filipe D. Figueiredo

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quinta-feira, 24 de novembro de 2016

LIBERTO A ALMA PARA O MUNDO


LIBERTO A ALMA PARA O MUNDO

Liberto a alma, para o mundo.
Sempre que começo a voar.
E, o teu lindo coração; inundo. 
Com o amor, que do meu deixo brotar.

Não canso de viajar contigo.
É um desejo firme, e constante. 
Tão intenso, que não consigo.
Esquecer-te por um instante.

Viajo em nuvens brancas
Construo castelos, no ar.
Acaricio as tuas ancas. 

E, o teu corpo, não paro de beijar.
Proponho-te brincadeiras lúdicas.
Que te fazem gemer, e suspirar. 

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

LIBERTO A ALMA PARA O MUNDO


LIBERTO A ALMA PARA O MUNDO

Liberto a alma, para o mundo.
Sempre que começo a voar.
E, o teu lindo coração; inundo. 
Com o amor, que do meu deixo brotar.

Não canso de viajar contigo.
É um desejo firme, e constante. 
Tão intenso, que não consigo.
Esquecer-te por um instante.

Viajo em nuvens brancas
Construo castelos, no ar.
Acaricio as tuas ancas. 

E, o teu corpo, não paro de beijar.
Proponho-te brincadeiras lúdicas.
Que te fazem gemer, e suspirar. 

Luís Filipe D. Figueiredo

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terça-feira, 22 de novembro de 2016

AO OLHAR AS PEDRAS DA CALÇADA.


AO OLHAR AS PEDRAS DA CALÇADA.

Ao olhar as pedras da calçada.
Nelas, escrevo o meu nome.
E, com a alma enfeitiçada. 
Fico a ouvir, o seu queixume. 

Desgastadas pelo tempo.
Estas pedras guardaram. 
Memórias de outro tempo. 
Onde gerações brincaram

Já não têm o mesmo brilho.
Que tiveram outrora. 
Mas conservam o junquilho. 

Que em minha alma aflora. 
Enfeitando o ladrilho. 
E, esta calçada que em mim mora. 

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

AO OLHAR AS PEDRAS DA CALÇADA.


AO OLHAR AS PEDRAS DA CALÇADA.

Ao olhar as pedras da calçada.
Nelas, escrevo o meu nome.
E, com a alma enfeitiçada. 
Fico a ouvir, o seu queixume. 

Desgastadas pelo tempo.
Estas pedras guardaram. 
Memórias de outro tempo. 
Onde gerações brincaram

Já não têm o mesmo brilho.
Que tiveram outrora. 
Mas conservam o junquilho. 

Que em minha alma aflora. 
Enfeitando o ladrilho. 
E, esta calçada que em mim mora. 

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

NOTÍVAGO


NOTÍVAGO

Fico pensativo, e vazio.
Se te procuro, e não vejo.
Macambúzio. 
Triste, e sem desejo. 

Notívago.
Não canso de perambular. 
Necessito do teu afago. 
Não dá para dissimular. 

Preciso estar a teu lado.
E, de mão dada passear. 
Sentir-me eterno namorado.

E, para sempre te amar.
Deste modo desenfreado
Com que estou a declamar 

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

NOTÍVAGO


NOTÍVAGO
Fico pensativo, e vazio.
Se te procuro, e não vejo.
Macambúzio. 
Triste, e sem desejo. 

Notívago.
Não canso de perambular. 
Necessito do teu afago. 
Não dá para dissimular. 

Preciso estar a teu lado.
E, de mão dada passear. 
Sentir-me eterno namorado.

E, para sempre te amar.
Deste modo desenfreado
Com que estou a declamar 

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

AI, COMO EU QUERIA PODER RIR.


AI, COMO EU QUERIA PODER RIR.

Ai, como eu queria poder rir.
Caminhar despreocupado.
Olhar o teu rosto, a sorrir.
E, nunca o sentir amargurado.

Ai, como eu gostava de acreditar.
Num mundo mais justo, e fraterno.
E, nem por um segundo verificar. 
Que para muitos é um inferno. 

Ai, como eu queria ter o poder. 
De o mundo, conseguir alterar.
Para as suas vítimas defender. 

Não as deixando desconsiderar.
Nem tão pouco desfalecer. 
Perante o mal, a proliferar. 

Luís Filipe D. Figueiredo 

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

AI, COMO EU QUERIA PODER RIR.


AI, COMO EU QUERIA PODER RIR.

Ai, como eu queria poder rir.
Caminhar despreocupado.
Olhar o teu rosto, a sorrir.
E, nunca o sentir amargurado.

Ai, como eu gostava de acreditar.
Num mundo mais justo, e fraterno.
E, nem por um segundo verificar. 
Que para muitos é um inferno. 

Ai, como eu queria ter o poder. 
De o mundo, conseguir alterar.
Para as suas vítimas defender. 

Não as deixando desconsiderar.
Nem tão pouco desfalecer. 
Perante o mal, a proliferar. 

Luís Filipe D. Figueiredo 

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

VI NOS OLHOS DE UM VELHINHO


VI NOS OLHOS DE UM VELHINHO

Vi nos olhos de um velhinho
O cansaço de uma vida
Pobre velho, tão sozinho 
Parecia ansiar, a partida 

Era tão triste o seu olhar
Que o meu coração se condoeu
E, com medo de o atrapalhar
Chorou baixinho com o seu

Não o quis incomodar 
Já bastava o que sofria 
Apenas o consegui sodar 

Para suavizar aquela injúria 
Que jamais vou olvidar
E, por vezes tira-me a alegria 

Luís Filipe D. Figueiredo 

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

VI NOS OLHOS DE UM VELHINHO




VI NOS OLHOS DE UM VELHINHO

Vi nos olhos de um velhinho
O cansaço de uma vida
Pobre velho, tão sozinho 
Parecia ansiar, a partida 

Era tão triste o seu olhar
Que o meu coração se condoeu
E, com medo de o atrapalhar
Chorou baixinho com o seu

Não o quis incomodar 
Já bastava o que sofria 
Apenas o consegui sodar 

Para suavizar aquela injúria 
Que jamais vou olvidar
E, por vezes tira-me a alegria 

Luís Filipe D. Figueiredo 

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

segunda-feira, 14 de novembro de 2016

SONHOS, BELOS, E PROFUNDOS


SONHOS, BELOS, E PROFUNDOS

Sonhos, belos, e profundos
Invadem a minha mente 
Não sei donde são oriundos
Mas não lhes fico indiferente 

Procuro refúgio neles 
Fujo da minha temeridade 
E, tento colorir com eles
Esta intranquilidade 

Sinto-me triste, e perdido 
Apenas, e só por pensar 
Ter-te algum dia ofendido 

Por não te ter sabido amar
Não me posso sentir cindido 
Não quero deixar de te olhar

Luís Filipe D. Figueiredo 

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

domingo, 13 de novembro de 2016

SINTO MEDO, QUANDO OLHO O MEDO.


SINTO MEDO, QUANDO OLHO O MEDO. 

Sinto medo, quando olho o medo. 
E, no momento, não prevejo.
Que cada criança sem brinquedo.
Faz-me sentir medo, do que vejo.

Sinto tristeza quando olho a tristeza. 
E, a vejo num rosto, a deambular.
Sinto tristeza, da safadeza.
Daqueles que só sabem manipular. 

Sinto desespero, ao olhar o desespero.
E, vejo tanta gente sem lar.
Sinto desespero, e sou sincero. 

Sinto vontade de Gritar. 
Este, não é o Mundo que eu quero.
Recuso-me a o aceitar.

Luís Filipe Domingues Figueiredo. 

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Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

SINTO MEDO, QUANDO OLHO O MEDO.


SINTO MEDO, QUANDO OLHO O MEDO. 

Sinto medo, quando olho o medo. 
E, no momento, não prevejo.
Que cada criança sem brinquedo.
Faz-me sentir medo, do que vejo.

Sinto tristeza quando olho a tristeza. 
E, a vejo num rosto, a deambular.
Sinto tristeza, da safadeza.
Daqueles que só sabem manipular. 

Sinto desespero, ao olhar o desespero.
E, vejo tanta gente sem lar.
Sinto desespero, e sou sincero. 

Sinto vontade de Gritar. 
Este, não é o Mundo que eu quero.
Recuso-me a o aceitar.

Luís Filipe Domingues Figueiredo. 

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sexta-feira, 11 de novembro de 2016

NINHO DE AMOR, ÍMPAR, PERFEITO


NINHO DE AMOR, ÍMPAR, PERFEITO

Abruptamente parou o carro.
Havia no ar um cheiro a jasmim.
O qual, guardo dentro de mim.
E, ainda hoje me amarro.

O silêncio pairava no ar.
Os meus olhos fitavam os teus.
E, os teus renderam-se aos meus. 
Com o crepúsculo, a se aproximar. 

A mãe natureza foi o nosso leito.
Sobre folhas secas, nos deitámos.
E, nas quais, o nosso amor guardámos.

Ninho de amor, ímpar, perfeito.
O qual deste modo eternizámos.
E, guardamos dentro do peito.

Luís Filipe D. Figueiredo 

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NINHO DE AMOR, ÍMPAR, PERFEITO


NINHO DE AMOR, ÍMPAR, PERFEITO

Abruptamente parou o carro.
Havia no ar um cheiro a jasmim.
O qual, guardo dentro de mim.
E, ainda hoje me amarro.

O silêncio pairava no ar.
Os meus olhos fitavam os teus.
E, os teus renderam-se aos meus. 
Com o crepúsculo, a se aproximar. 

A mãe natureza foi o nosso leito.
Sobre folhas secas, nos deitámos.
E, nas quais, o nosso amor guardámos.

Ninho de amor, ímpar, perfeito.
O qual deste modo eternizámos.
E, guardamos dentro do peito.

Luís Filipe D. Figueiredo 

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Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

RETRATO DA JUVENTUDE.


RETRATO DA JUVENTUDE.

Despidos, em plena natureza.
E, iluminados por pirilampos.
Nossos corpos com destreza.
Se amaram naqueles campos.

Retrato da juventude.
Que guardo dentro do peito.
Onde a minha solicitude. 
Fazia amar-te deste jeito. 

O nosso teto eram as estrelas.
A nossa cama, as urzes do monte.
Ainda hoje, o cheiro delas. 

Está impregnado na tua fronte.
Ai, como é bom pensar nelas. 
Sentir-te, e ver-te, no horizonte. 

Luís Filipe D. Figueiredo 

Todos os direitos reservados
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RETRATO DA JUVENTUDE


RETRATO DA JUVENTUDE.

Despidos, em plena natureza.
E, iluminados por pirilampos.
Nossos corpos com destreza.
Se amaram naqueles campos.

Retrato da juventude.
Que guardo dentro do peito.
Onde a minha solicitude. 
Fazia amar-te deste jeito. 

O nosso teto eram as estrelas.
A nossa cama, as urzes do monte.
Ainda hoje, o cheiro delas. 

Está impregnado na tua fronte.
Ai, como é bom pensar nelas. 
Sentir-te, e ver-te, no horizonte. 

Luís Filipe D. Figueiredo 

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Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

SUFOCADO PELO SILÊNCIO.


SUFOCADO PELO SILÊNCIO.

Sufocado pelo silêncio.
Tentei respirar um pouco.
Senti medo, de ficar louco.
Tão grande, é o suplício. 

A saudade é enorme.
E, o silêncio à minha volta.
Faz-me sentir, a tua falta. 
E, esta dor desconforme.

Necessito de te encontrar. 
E, transformar, em realidade.
Aquela, reciprocidade.

Que, já um dia vi, no teu olhar. 
Necessito da tua cumplicidade.
Não me deixes definhar. 

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

SUFOCADO PELO SILÊNCIO.


SUFOCADO PELO SILÊNCIO.

Sufocado pelo silêncio.
Tentei respirar um pouco.
Senti medo, de ficar louco.
Tão grande, é o suplício. 

A saudade é enorme.
E, o silêncio à minha volta.
Faz-me sentir, a tua falta. 
E, esta dor desconforme.

Necessito de te encontrar. 
E, transformar, em realidade.
Aquela, reciprocidade.

Que, já um dia vi, no teu olhar. 
Necessito da tua cumplicidade.
Não me deixes definhar. 

Luís Filipe D. Figueiredo

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Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)