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domingo, 31 de janeiro de 2016

OS ANOS FORAM PASSANDO



OS ANOS FORAM PASSANDO 

Os anos foram passando
E, cada ruga que surgiu
O teu rosto foi marcando
Mas sempre o coloriu

A tua pele marcada 
Jamais perdeu a beleza
E, cada ruga desenhada 
Só te deu mais nobreza 

Para mim és sempre bela
Surja a ruga, que surgir 
Tens a beleza duma estrela 

Que acaba de emergir 
Não tenhas receio dela
Nem do que ela, me faça sentir

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

DISPO A MENTE DE PRECONCEITO



DISPO A MENTE DE PRECONCEITO 

Dispo a mente de preconceito 
Ao te amar com intensidade
Sinto que sou, o teu eleito 
Amo-te com avidez, e sinceridade 

Dissipam-se dúvidas, e tristezas 
Nada me importa, a não seres tu
Que não me menosprezas 
E, desejas, ver o meu corpo, nu

Abraço-te com virilidade 
E, simultâneo com ternura 
Provoco em nós, felicidade 

A qual nos leva, à loucura 
Elevo-te no ar com facilidade 
Agarrando-te pela cintura 

Luís Filipe D. Figueiredo 

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Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

CONTIGO, ATRAVESSO DESERTOS



CONTIGO, ATRAVESSO DESERTOS 

Contigo, atravesso desertos 
E, percorro o mundo
Enfrento os rios, e os oceanos
Desbravo as selvas, faço tudo 

Contigo, percorro os vales
Ultrapasso montanhas 
Esqueço os meus males 
E, as artimanhas 

Contigo, procuro a verdade 
Para vencer a mentira
E matar a desigualdade

Que me provoca ira 
Contigo, sinto a liberdade 
E, a beleza de uma safira 

Luís Filipe D. Figueiredo

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quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

OS MEUS OLHOS ENTRISTECEM



OS MEUS OLHOS ENTRISTECEM

Os meus olhos entristecem
Quando os teus estão tristes
E, jamais esquecem 
A dor, que nos teus sentistes 

Com um olhar repentino 
Consegui verificar 
Que ao toque de um violino
Os teus estavam a chorar

Os meus choraram com os teus
Naquele momento enternecedor 
Das nuvens surgiu Zeus 

A falar-nos de amor 
E, os teus olhos olharam os meus
Com carinho, e ardor.

Luís Filipe D. Figueiredo 

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segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

EM CADA VERSO QUE ESCREVO



EM CADA VERSO QUE ESCREVO

Em cada verso que escrevo
Sinto o sabor do teu beijo
E, por vezes até me atrevo
A sentir o teu desejo 

Despidos de preconceitos 
Caminhamos à beira-mar 
E, nos sentimos os eleitos
Naquela noite de luar

Amei-te com loucura 
Amaste-me com paixão 
E, com amor e ternura 

Sentimos esta sensação 
Que ainda hoje perdura 
Na nossa imaginação 

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

sábado, 23 de janeiro de 2016

AMO-TE HOJE E AMANHÃ



AMO-TE HOJE E AMANHÃ

Corre-me nas veias
Esta forma de amar subtil
E, não escrevo para que leias 
Nem tão pouco para ser gentil

Amo-te hoje, e amanhã
Amo os teus olhos, teus cabelos
E, o que primeiro faço pela manhã
É acariciá-los, e ficar a vê-los 

Amo-te com o meu sorriso
E, através do teu beijo
E, crê, que não fico indeciso
Pois és tudo que mais almejo

Calo em mim esse teu beijo
Que me embriaga, e vicia 
E, que sempre o desejo
Seja noite, ou seja dia

Esse beijo que não engana
Que é verdadeiro, e dá-me alento 
E, mantém em mim acesa a chama
Não dá espaço ao esquecimento

Menosprezo o tormento 
Que um dia possa vir a ter
Voo para ti através do vento
Aconteça o que acontecer

Amo-te pelo que me fazes ser
Amo-te com erros, e acertos
Amo-te és a minha razão de viver
Amo-te até nos momentos incertos

Luís Filipe D. Figueiredo

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quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

PROCURO-TE, NO CÉU, E NO INFINITO



PROCURO-TE, NO CÉU, E NO INFINITO

Procuro-te, no céu, e no infinito
Procuro-te, na terra, e no mar 
Procuro-te, quando estou aflito 
Procuro-te, em qualquer lugar

Procuro-te, no meu imaginário 
Procuro-te, dentro de mim
Procuro-te, se estou solitário
Procuro-te, se me sinto assim

Procuro-te, porque te amo 
E, não te consigo esquecer 
Procuro-te, quando te chamo 

De manhã, à tarde, e ao anoitecer
Procuro-te, quando clamo
E, sinto que és a minha razão de viver

Luís Filipe D. Figueiredo

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Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

O TEU SORRISO CONTAGIANTE



O TEU SORRISO CONTAGIANTE

O teu sorriso contagiante
Alegra-me o coração 
E, mesmo de ti distante
Faz-me vibrar de emoção

Adoro o teu ar de menina 
E, esse teu jeito de olhar
Que me agita, e domina 
E, por ti me faz suspirar 

Vou viajar numa nuvem
Para encontrar-me contigo
E, mesmo, que te ocultem 

Acharei o teu abrigo
E, hoje tal como ontem 
Voltarás a estar comigo 

Luís Filipe D. Figueiredo

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Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

domingo, 17 de janeiro de 2016

ANALISO-ME, SEM ME EXPOR



ANALISO-ME, SEM ME EXPOR 

Analiso-me, sem me expor 
E, em silêncio medito 
Tento conhecer-me melhor
Ao sentir-me carente, e aflito

Ai como eu queria saber
Tantas coisas que não sei
Para poder-te dizer 
Que contigo as alcançarei 

Queria poder mudar o mundo
E, desbravar os continentes 
Visitar o desconhecido 

E, amparar os indigentes
Que com o seu aspeto sofrido 
Não me passam indiferentes

Luís Filipe D. Figueiredo 

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sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

NÃO SEI, SE É VERDADE OU MENTIRA



NÃO SEI, SE É VERDADE OU MENTIRA

Não sei, se é verdade ou mentira
Tudo o que me passa pela mente 
Mas sei, que na hora da partida
Tudo se torna, tão diferente.

Não sei, se é amor ou aventura 
Se é desvario ou indiferença 
Mas sei, que a minha compostura 
Se altera, com a tua presença

Não sei, se é amargura ou desejo
Se é carinho ou amizade 
Mas sei, que quando não te vejo 

Sinto-me desfalecer de saudade
Não sei, se é a falta do teu beijo
Que me causa, esta ansiedade 

Luís Filipe D. Figueiredo

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quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

SENTI-ME ATRAÍDO POR TI



SENTI-ME ATRAÍDO POR TI

Senti-me atraído por ti 
Na primeira vez que te olhei
Foi tão bom, e belo o que senti
Que dentro de mim te guardei

Voamos entre estrelas e astros
Visitámos as profundezas do mar
Subimos ao mais alto dos mastros
Jamais parámos de navegar 

Envolvida pelos meus braços 
Amámos-nos ao luar
E, entre gemidos, e abraços 

As nossas almas ficaram a suspirar 
À nossa volta tudo eram destroços
Só existias tu, eu, e o mar

Luís Filipe D. Figueiredo

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quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

QUIS ESCREVER UM SONETO DE AMOR



QUIS ESCREVER UM SONETO DE AMOR

Quis escrever um soneto de amor
Um soneto onde falasse de mim 
E, te contasse com todo o rigor 
Este amor, que sinto não ter fim 

Apelei então, ao meu coração 
E, deixei-o confessar 
Toda a espécie de sensação
Que ele sentia, ao ver-te passar

A minha alma se iluminou 
Enquanto ele falava
E, no meu peito desabrochou 

A linda flor, que lhe faltava 
O meu olhar, esse brilhou
Ao ver o quanto te amava 

Luís Filipe D. Figueiredo

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segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

SINTO SEDE DOS TEUS BEIJOS



SINTO SEDE DOS TEUS BEIJOS

Sinto sede dos teus beijos
Sinto falta da tua linda boca 
Sinto fome dos teus abraços
E, dessa tua voz rouca

Sinto desejo do teu corpo
Sinto desejo de te amar 
Sinto, que me sinto louco
Se não te consigo encontrar

Sinto saudade do teu amor 
Sinto saudade do teu carinho 
Sinto saudade do teu calor

E, de quando sussurravas baixinho
Sinto um sentimento confrangedor 
Quando me sinto assim, tão sozinho.

Luís Filipe D. Figueiredo 

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sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

ESTA NOITE DORMI CONTIGO



ESTA NOITE DORMI CONTIGO

Esta noite dormi contigo
Saciei os nossos desejos
Fiz de ti, o meu abrigo
Enchi o teu corpo de beijos

Senti o teu corpo tremer
Num saboroso deslizar 
Conseguindo o meu envolver
E, também arrepiar 

Sussurraste-me ao ouvido
Lindas palavras de amor
Senti-me um louco perdido

Perdido, sem pudor 
Adorei o teu gemido 
Adorei o teu fervor

Luís Filipe D. Figueiredo

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quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

QUERIA TER-TE DADO MAIS UM ABRAÇO



QUERIA TER-TE DADO MAIS UM ABRAÇO

Queria ter-te dado mais um abraço
Mas já não cheguei a tempo
Do teu coração apoderou-se o cansaço
Do meu, este triste lamento 

Nesta partida antecipada 
Pela força da incompetência 
Não podemos dizer mais nada
Mas sempre serás uma referência

Esta saudade desmedida
Que viverá dentro de mim
Jamais deixará de ser sentida 

E, será a causa desta dor sem fim
Resta-me, apenas suavizar a ferida
Provocada por esta dor profunda e ruim

Luís Filipe D. Figueiredo

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Para ti meu irmão Mário Figueiredo





2015-12-04

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

FINJO QUE NÃO SINTO NADA



FINJO QUE NÃO SINTO NADA

Finjo que não sinto nada
Quando me tentam ofender
E, embora com a alma magoada 
Tudo, faço para lhes responder 

Olho-os nos olhos com desdém 
E, mostro-lhes o meu sorriso 
Para que eles entendam também 
Que deles, eu não preciso

Sentem-se Senhores do Mundo
E, donos da verdade
Cambada de asnos, trocam tudo

Tudo neles é mentira, e falsidade
Não posso manter-me mudo
Perante tanta crueldade

Luís Filipe D. Figueiredo 

Todos os direitos reservados
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terça-feira, 5 de janeiro de 2016

NO DIA EM QUE TE CONHECI



NO DIA EM QUE TE CONHECI

No dia em que te conheci
Quis construir a nossa casa
E, cada pedra que movi 
O meu peito ardeu como brasa 

A minha mente a arquitetou 
O meu coração a concebeu
A minha mão desenhou 
E, foi assim, que ela nasceu

Construía perto do mar
Para o podermos ouvir
E, com ele conversar 

E, até mesmo sorrir 
Adoro o teu beijo, e imaginar
Que estou dentro dela a te despir 

Luís Filipe D. Figueiredo

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segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

FALO DE MIM, COM AS PEDRAS DA CALÇADA



FALO DE MIM, COM AS PEDRAS DA CALÇADA

Falo de mim, com as pedras da calçada
Conto-lhes tudo, que me vai no coração
Compartilho com elas, e a madrugada
Toda esta minha imensa, frustração 

Revelo-lhes os meus sentimentos 
Os meus desejos, e ousadias 
Confesso-lhes os nossos momentos
E, as nossas enormes alegrias 

Divido com elas, o que divido contigo
Só para sentir, que estou a teu lado 
Pois acredita, que sem ti, não consigo

Sinto-me triste, tão só, e desnorteado 
Sou como uma ceara sem trigo
Sinto-me como um pardal, sem telhado 

Luís Filipe D. Figueiredo 

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

domingo, 3 de janeiro de 2016

SOU SONHO, SOU HOMEM, E MENINO



SOU SONHO, SOU HOMEM, E MENINO

Sou sonho, sou homem, e menino
Sou estrela, sou astro, e sou vento 
Sou o desejo, e a força do destino
Sou chuva, tempestade, e lamento

Sou um grão de areia no deserto
Sou uma gota de água no oceano
Sou um pássaro que voa liberto
Sou o otimismo, e o desengano 

Sou a soma de tudo, e de nada 
Sou a soma do bem, e do mal
Sou a alma triste, e abandonada 

Sou o desespero, e o vendaval
Sou o princípio, e o fim da estrada
Sou o amor, sem igual. 

Luís Filipe D. Figueiredo 

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sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

A PRIMAVERA CHEGOU



A PRIMAVERA CHEGOU 

A Primavera chegou 
E, com ela uma andorinha
Que assim festejou
A sua viagem, coitadinha 

Fiquei tão feliz com a boa nova 
Que, olhei-a com olhos de ver 
E, vi que por onde voava 
As flores estavam a nascer

Pouco depois apareceu o sol
Que assinalou o momento 
Pintou as nuvens de arrebol 

Tornando mais belo o firmamento
E, um campo de girassol 
Que ele visitou, na companhia do vento

Luís Filipe D. Figueiredo

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