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quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

PROCURO-TE, NO CÉU, E NO INFINITO



PROCURO-TE, NO CÉU, E NO INFINITO

Procuro-te, no céu, e no infinito
Procuro-te, na terra, e no mar 
Procuro-te, quando estou aflito 
Procuro-te, em qualquer lugar

Procuro-te, no meu imaginário 
Procuro-te, dentro de mim
Procuro-te, se estou solitário
Procuro-te, se me sinto assim

Procuro-te, porque te amo 
E, não te consigo esquecer 
Procuro-te, quando te chamo 

De manhã, à tarde, e ao anoitecer
Procuro-te, quando clamo
E, sinto que és a minha razão de viver

Luís Filipe D. Figueiredo

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