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segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

ENCONTREI-O NO CAMINHO



ENCONTREI-O NO CAMINHO

Encontrei-o no caminho
Quando menos esperava
Um lindo passarinho
Que o seu ninho deixava

Perdido na Natureza 
Sem saber para onde ia
Não perdia a sua beleza 
E, com ela me seduzia 

Não me foi indiferente 
Encontrá-lo sozinho
E, num breve instante 

Abordei-o com carinho
Anda, vamos em frente
Voa comigo, amiguinho

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

domingo, 28 de fevereiro de 2016

QUERO AMAR- TE MEU AMOR



QUERO AMAR- TE MEU AMOR 

Quero amar- te meu amor 
Deitar o meu rosto no teu ventre
Quero sentir o teu calor 
E, verificar que está diferente 

Quero sentir o movimento 
De uma criança a mexer
E, a alegria do momento 
De uma vida, a aparecer 

Quero contigo compartilhar
Este momento tão belo, e feliz
Construir castelos no ar 

Contar histórias, ao petiz
Com que me vais presentear
E, que será o teu poeta, aprendiz 

Luís Filipe D. Figueiredo 

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Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

AI SE EU TIVESSE O PODER



AI SE EU TIVESSE O PODER

Ai se eu tivesse o poder
De adivinhar o amanhã 
Com certeza ia Querer 
Amar-te, pela manhã

Amar-te, pela manhã
Amar-te, durante o dia
Tornar-te minha anfitriã
E, na luz que me alumia 

Ai se eu pudesse adivinhar
Os teus belos pensamentos
Certamente iria-me tornar

Na razão dos teus intentos 
E, contigo me deixaria levitar
Ao sabor suave, dos ventos 

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

É NA TRAVESSIA DO DESERTO



É NA TRAVESSIA DO DESERTO 

É na travessia do deserto 
Que eu por ti começo a chamar 
E, vejo os teus cabelos ao vento
E rosas a desabrochar 

O teu corpo se contorce no ar 
Envolvido por pétalas de flores
E, é com os olhos a lacrimejar
Que, recordo os meus amores

A minha imaginação não pára 
E, sinto os nossos corações a palpitar
E, os meus braços como uma amarra 

Envolvem-te, para te segurar
E, a música, ai essa não pára 
Fazendo-me continuar a sonhar 

Luís Filipe D. Figueiredo 

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Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

PERANTE O TEU CORPO MOLHADO



PERANTE O TEU CORPO MOLHADO

Perante o teu corpo molhado
Fico inerte na tua frente
E, completamente obcecado
Suspiro docemente 

Sem me importar se é pecado
Deixo as minhas mãos deslizar 
Sobre o teu peito bronzeado 
Que não consigo deixar de olhar

O teu corpo se unifica com o meu
Quando te começo a penetrar 
E, lentamente o meu e o teu

Se começam a acariciar
Originando, que tu, e eu 
Permaneçamos suspensos no ar 

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

sábado, 20 de fevereiro de 2016

EU, SOU O PASSADO, E O PRESENTE



EU, SOU O PASSADO, E O PRESENTE

Eu sou o passado, e o presente
Eu sou o presente, e o futuro
Eu sou o amor Consistente 
Inesgotável, e puro 

Eu sou a tristeza, e a alegria
O sucesso, e o fracasso
Eu sou o sonho, e a magia 
Eu sou um átomo, no espaço 

Eu sou o auge de mim mesmo
O ocaso no horizonte 
Eu sou o idealismo 

A água que nasce no monte
Eu sou o erotismo 
Que vagueia na tua fronte 

Luís Filipe D. Figueiredo

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Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

MELODIA DO AMOR



MELODIA DO AMOR

Com uma melodia ritmada 
E, um sorriso bem rasgado
A minha alma envergonhada 
Esconde que estou enamorado 

Canto para não chorar
E, não consegues entender 
Que eu estou a disfarçar 
O quanto estou a sofrer

E, assim vou Cantando, cantando 
Cantando sem divulgar
Que contigo estou sonhando 

Sem o conseguir confessar 
Que te estou amando 
E, com desejo de te beijar 

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

É ENTRE AS ESTRELAS QUE TE PROCURO



É ENTRE AS ESTRELAS QUE TE PROCURO

É entre as estrelas que te procuro
Sempre que sinto saudades tuas
Olho o céu, e salto o muro
Deixando-me deambular pelas ruas 

Rodeado por tanta gente
Nunca me senti tão só
E, o facto é que de repente
De mim começo a sentir dó

Sentindo-me como um indigente
No meio da multidão
E, por mais que queira, ser diferente

Não consigo, só me acompanha a solidão
A qual fria, e indiferente 
Vai deixando chorar, o meu coração

Luís Filipe D. Figueiredo

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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

QUERIA TER-TE DADO MAIS UM ABRAÇO



QUERIA TER-TE DADO MAIS UM ABRAÇO

Queria ter-te dado mais um abraço
Mas já não cheguei a tempo
Do teu coração apoderou-se o cansaço
Do meu, este triste lamento 

Nesta partida antecipada 
Pela força da incompetência 
Não podemos dizer mais nada
Mas sempre serás uma referência

Esta saudade desmedida
Que viverá dentro de mim
Jamais deixará de ser sentida 

E, será a causa desta dor sem fim
Resta-me, apenas suavizar a ferida
Provocada por esta dor profunda e ruim

Luís Filipe D. Figueiredo

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Para ti meu irmão Mário Figueiredo

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

TROCA DE OLHARES



TROCA DE OLHARES 

Destemidos, e sem receios 
Teus olhos fitaram os meus 
Que usaram todos os meios 
Para seduzirem os teus 

Nesta breve troca de olhares 
O amor em mim nasceu 
E, ao pedi-te para me amares 
Todo o teu corpo estremeceu 

Eras uma flor a desabrochar 
Dentro do meu peito 
A qual me veio perfumar 

E, fazer de mim o seu eleito 
Neste jardim sem ter par 
Onde o nosso amor é perfeito 

Luís Filipe D. Figueiredo 

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segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

ATÉ O VENTO TE ROUBA DE MIM



ATÉ O VENTO TE ROUBA DE MIM

Até o vento te rouba de mim
Num suspiro triste, e melancólico
Interrogo-me, porque sou assim?
Sonhador, gentil, e poético 

Procuro viver, com os meus receios
Com os meus defeitos, e virtudes
Tento realizar os meus anseios 
E, atender as tuas solicitudes 

Tão distante, e tão perto linda flor 
O meu coração bate acelerado 
Ao sentir-te, perde o pudor 

E confessa-te que está apaixonado
Rendido ordena-me, que este amor 
Perpetuamente nele seja guardado

Luís Filipe D. Figueiredo

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domingo, 7 de fevereiro de 2016

SINTO-ME MUITO TRISTE



SINTO-ME MUITO TRISTE 

Sinto-me muito triste 
Se olho ao meu redor
E, sinto que não existe 
Um pouco de amor 

Sinto-me muito triste 
Quando olho o teu rosto 
E, vejo que nele subsiste 
Um profundo desgosto

Sinto-me muito triste
Com todos que te usaram 
E, muitas vezes tu trais-te 

Porque nunca te amaram
Sinto-me muito triste 
Com todos que te humilharam 

Luís Filipe D. Figueiredo 

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sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

ESSE TEU CORPO DE MULHER


ESSE TEU CORPO DE MULHER

Esse teu corpo de mulher
Que me deixa enfeitiçado
Não é um corpo qualquer
Pois foi-me predestinado

É nele, que eu me inspiro
Para criar versos de amor 
E, muitas vezes até deliro 
Quando sinto o seu ardor

Esse teu corpo torneado
A minha mente confunde
É tão belo, e idealizado 

Que não lhe consigo ficar imune 
Ficando completamente extasiado
E fazendo arder o meu, como lume

Luís Filipe D. Figueiredo

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segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

PENSO EM TI, SEM QUERER PENSAR



PENSO EM TI, SEM QUERER PENSAR

Penso em ti, sem querer pensar
Penso em ti, de noite, e de dia 
Penso em ti, comigo ao luar
Penso em ti, com engenho e magia

Penso em ti, se estou a sonhar
Penso em ti, com muita alegria 
Penso em ti, se me deixo voar 
E, a minha alma sente nostalgia 

Penso em ti, desde a primeira vez
Que te vi, e te senti 
Recordo que contei de um até dez 

Para me certificar que estavas ali
Penso em ti, porque talvez 
Eu não consiga viver sem ti 

Luís Filipe D. Figueiredo

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