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quinta-feira, 31 de março de 2016

MERGULHO NAS PROFUNDEZAS DO MAR



MERGULHO NAS PROFUNDEZAS DO MAR

Mergulho nas profundezas do mar
E, em cada pensamento que tenho
Sinto a minha alma a naufragar 
Numa dor imensa, e sem tamanho

Analiso os meus defeitos, e virtudes
Apelo à minha consciência
E, perante determinadas vicissitudes 
Procuro agir com inteligência 

Não sei mais se estou vivo ou morto
Se estou a sonhar ou acordado 
Mas sei que sinto em mim o garoto

E, o homem que por ti está apaixonado
Ai como é lindo esse teu sorriso maroto
Que deixa-me completamente encantado 

Luís Filipe D. Figueiredo 

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

domingo, 20 de março de 2016

OUVI UM SUSPIRO PROFUNDO



OUVI UM SUSPIRO PROFUNDO 

Ouvi um suspiro profundo 
Não detetei de onde veio
Talvez seja o mundo
A suspirar com receio

Ao olhar em meu redor 
Senti um enorme calafrio 
A terra chorava de dor 
Perante teu corpo frio

Bela, mas impotente 
Descalça, e quase nua
Estavas ali na minha frente 

Quando uni, a minha alma a tua
Não me ficaste indiferente 
Ao encontrar-te naquela rua

Luís Filipe D. Figueiredo 

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Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

quarta-feira, 16 de março de 2016

EM TI PERMANEÇO



EM TI PERMANEÇO 

Em ti permaneço 
Em ti me realizo
E, tudo, o que faço 
É o que preciso

É assim que começo
E, me estabilizo
Com o que te peço 
Por vezes indeciso 

De um modo frontal
Mas não perverso 
Não me sinto mal 

E, até o expresso 
Sou imparcial
E, tudo te confesso 

Luís Filipe D. Figueiredo

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Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

segunda-feira, 14 de março de 2016

NUMA CIDADE SEM CALOR



NUMA CIDADE SEM CALOR 

Numa cidade sem calor 
Onde as ruas estão vazias
E, não se ouve falar de amor
As noites são mais frias

Recordo os tempos de petiz
Em que conversava com a lua
E, me sentia tão feliz
Ao ouvi-la responder; ela é tua 

Era a minha confidente 
Todas as noites a procurava 
E tu, sempre estavas presente 

Como a mulher que eu amava
Não concebia ser diferente 
Pois sem ti tudo me faltava 

Luís Filipe D. Figueiredo

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Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

domingo, 13 de março de 2016

COBRI O MEU CORPO COM PENAS



COBRI O MEU CORPO COM PENAS 

Ao observar o firmamento 
Enchi o meu peito de estrelas 
Foi tão forte o encantamento 
Que tive, que voar até elas 

Pedi ao vento para me ajudar 
Cobri o meu corpo com penas 
Necessitava de as alcançar 
Estavam longe e eram tão belas 

Comparei-te com cada uma 
E, ao não sentir a pele, arrepiar 
Confirmei que nenhuma 

Te conseguia ofuscar 
Eras a mais bela, Que em suma 
Dentro de mim estava a habitar 

Luís Filipe D. Figueiredo 

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Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

sábado, 12 de março de 2016

HOJE VOU QUERER OUVIR



HOJE VOU QUERER OUVIR 

Hoje vou querer ouvir 
O silêncio do meu coração
O som do teu inexistente sorrir
A voz embargada da solidão 

Hoje vou querer ouvir 
O desespero da minha mágoa 
O infortúnio do meu sentir
A tristeza que magoa 

Hoje vou querer ouvir 
O grito silenciado 
Que um dia quis emitir 

Quando estava alterado 
Hoje vou querer ouvir 
Apenas ouvir, e ficar calado

Luís Filipe D. Figueiredo 

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sexta-feira, 11 de março de 2016

GOSTO MUITO DE SENTIR



GOSTO MUITO DE SENTIR 

Gosto muito de sentir 
A brisa a tocar-me o rosto
E, o céu colorir 
Com estrelas, a meu gosto 

Gosto de subir a montanha
Na companhia do vento 
Sentir, que ele nos embrenha 
E, que também me dá alento 

Gosto de ouvir, no seu assobiar 
A tua encantadora voz
É como se estejas a gargalhar 

Montada, num cavalo veloz 
Que corre, corre, sem parar
Como um animal atroz 

Luís Filipe D. Figueiredo 

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quinta-feira, 10 de março de 2016

É COM O MAR QUE CONVERSO



É COM O MAR QUE CONVERSO 

É com o mar que converso 
E, choro todo o sal engolido 
Às vezes, sinto-me disperso 
Outras vezes, sinto-me perdido 

Fito-o profundamente 
Faço dele, o meu universo
E, sinto uma sensação diferente
Um sentimento controverso

Submerso neste mar 
Deixo fluir o pensamento
Não o consigo segurar 

E, deixo-o voar com o vento
Que não pára de te procurar
A cada segundo, a cada momento 

Luís Filipe D. Figueiredo 

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terça-feira, 8 de março de 2016

ENTERRO OS MEUS MEDOS



ENTERRO OS MEUS MEDOS 

Enterro os meus medos 
No mais profundo abismo 
E, enlaço os nossos dedos 
Com um pouco de erotismo 

Construo versos, e rimas 
Esqueço os meus males no ar
E, sempre que tu te lastimas 
Tento fazer-te planar 

Não quero que fiques triste
Procuro te acarinhar 
Com este amor que subsiste 

E, apenas te quer alegrar
É por isso que ele existe 
E, não te quer ver chorar 

Luís Filipe D. Figueiredo

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sábado, 5 de março de 2016

AI COMO É DIFÍCIL FICAR EM SILÊNCIO



AI COMO É DIFÍCIL FICAR EM SILÊNCIO 

Ai como é difícil ficar em silêncio 
Quando a minha alma quer gritar
E, dizer-te que nada é fictício 
Inclusivamente o teu lindo olhar

Existes na minha imaginação 
És tão real, que só a ti pertenço 
Não és apenas a ilusão 
O sonho que tenho, e logo esqueço

És o desejo de tudo que quero
Mas que não consigo agarrar 
És o sentimento puro e sincero 

Que desde menino desejo tocar 
És a mulher por quem eu espero 
E, que um dia irei amar 

Luís Filipe D. Figueiredo

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quinta-feira, 3 de março de 2016

A MINHA VIDA É UMA ENCRUZILHADA



A MINHA VIDA É UMA ENCRUZILHADA

A minha vida é uma encruzilhada
De horas tristes, e perdidas
Onde apenas tu és encontrada
E, as nossas almas  saram as feridas

A minha vida é raiz, plantada 
A semente, que germinou 
E, jamais foi abandonada
Nas horas que precisou 

A minha vida é o vento, que sopra
O ar que inspira, a brisa do mar
É a voz que murmura 

A lágrima que cai, sem soluçar
A minha vida é a ternura 
Que te afaga, para não te ver chorar 

Luís Filipe D. Figueiredo

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quarta-feira, 2 de março de 2016

ÉS A LUZ QUE NÃO SE APAGA



ÉS A LUZ QUE NÃO SE APAGA

És a luz que não se apaga
O vento que sopra 
A chuva que alaga 
A mulher que se enamora 

És a força, da razão 
O destino, que procuro 
A alegria, e a tentação
O presente, e o Futuro

És o carinho, e o amor
Que invade a minha mente
E, por vezes o esplendor 

Que me torna diferente
És o sentimento acolhedor 
A força, persistente 

Luís Filipe D. Figueiredo 

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