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sexta-feira, 11 de março de 2016

GOSTO MUITO DE SENTIR



GOSTO MUITO DE SENTIR 

Gosto muito de sentir 
A brisa a tocar-me o rosto
E, o céu colorir 
Com estrelas, a meu gosto 

Gosto de subir a montanha
Na companhia do vento 
Sentir, que ele nos embrenha 
E, que também me dá alento 

Gosto de ouvir, no seu assobiar 
A tua encantadora voz
É como se estejas a gargalhar 

Montada, num cavalo veloz 
Que corre, corre, sem parar
Como um animal atroz 

Luís Filipe D. Figueiredo 

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