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terça-feira, 30 de agosto de 2016

O MEU MUNDO É COMO UM RIO



O MEU MUNDO É COMO UM RIO

O meu mundo é como um rio
Onde só tu podes navegar
Sem ter medo, nem frio
De nele mergulhar

Os meus dias são vazios
Se não estás junto a mim
Dolorosos, e sombrios 
Ecoam, um grito sem fim 

As tuas doces lembranças 
Entram em mim, furtivamente 
Dando-me esperanças 

De um dia melhor, e diferente.
Ai como é bom sentir as memórias
Que tenho de ti, somente.

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

O MEU MUNDO É COMO UM RIO


O MEU MUNDO É COMO UM RIO

O meu mundo é como um rio
Onde só tu podes navegar
Sem ter medo, nem frio
De nele mergulhar

Os meus dias são vazios
Se não estás junto a mim
Dolorosos, e sombrios 
Ecoam, um grito sem fim 

As tuas doces lembranças 
Entram em mim, furtivamente 
Dando-me esperanças 

De um dia melhor, e diferente.
Ai como é bom sentir as memórias
Que tenho de ti, somente.

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

NUM TURBILHÃO DE PENSAMENTOS



NUM TURBILHÃO DE PENSAMENTOS

Num turbilhão de pensamentos
A minha mente se confundia
Entre alegrias, e lamentos
Que apenas a mim transmitia 

Ao pegar numa folha em branco
Senti vontade de a colorir 
E, ali sentado num banco 
Impregnei-a com o meu sentir 

Desenhando o teu semblante
Para sentir-te mais perto
Anui a esta vontade incessante 

Que me deixava feliz e liberto
Recordando-te em cada instante 
Captando-te em cada gesto

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

NUM TURBILHÃO DE PENSAMENTOS


NUM TURBILHÃO DE PENSAMENTOS

Num turbilhão de pensamentos
A minha mente se confundia
Entre alegrias, e lamentos
Que apenas a mim transmitia 

Ao pegar numa folha em branco
Senti vontade de a colorir 
E, ali sentado num banco 
Impregnei-a com o meu sentir 

Desenhando o teu semblante
Para sentir-te mais perto
Anui a esta vontade incessante 

Que me deixava feliz e liberto
Recordando-te em cada instante 
Captando-te em cada gesto

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

O TEU CHEIRO


O TEU CHEIRO

Adoro o cheiro da terra
Adoro o cheiro do mar
Mas o teu, a Primavera
Não tem como igualar

Tem o aroma das flores
Dos poetas a sonhar 
A fragrância, dos amores
E, da terra por desbravar

Tem tudo que imagino
Tem carinho, e emoção
Sinto-o desde menino

Vive no meu coração
Esse teu cheiro feminino
É para mim uma bênção 

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

O TEU CHEIRO


O TEU CHEIRO

Adoro o cheiro da terra
Adoro o cheiro do mar
Mas o teu, a Primavera
Não tem como igualar

Tem o aroma das flores
Dos poetas a sonhar 
A fragrância, dos amores
E, da terra por desbravar

Tem tudo que imagino
Tem carinho, e emoção
Sinto-o desde menino

Vive no meu coração
Esse teu cheiro feminino
É para mim uma bênção 

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

NA PÉTALA DE UMA FLOR


NA PÉTALA DE UMA FLOR 

Na pétala de uma flor 
Vi a tua silhueta surgir
E, até o teu olor 
Eu comecei a sentir

Inebriado pelo perfume 
Que fiz questão de inalar
O corpo ardeu-me como lume
Ao sentir o teu cheiro a pairar 

Eras parte do meu sonho
Estavas me no pensamento
O meu dia ficou risonho

Inspiraste me, e deste alento
Mas o acordar foi medonho 
Tu não estavas, no momento

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

NA PÉTALA DE UMA FLOR


NA PÉTALA DE UMA FLOR 

Na pétala de uma flor 
Vi a tua silhueta surgir
E, até o teu olor 
Eu comecei a sentir

Inebriado pelo perfume 
Que fiz questão de inalar
O corpo ardeu-me como lume
Ao sentir o teu cheiro a pairar 

Eras parte do meu sonho
Estavas me no pensamento
O meu dia ficou risonho

Inspiraste me, e deste alento
Mas o acordar foi medonho 
Tu não estavas, no momento

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

terça-feira, 23 de agosto de 2016

O MEU MUNDO DE FANTASIA


O MEU MUNDO DE FANTASIA

O meu Mundo de fantasia
É o meu espaço, o meu lugar
Onde o milagre de cada dia 
O concebo ao te olhar 

Germina na minha mente
Este paraíso celestial 
Impossível ficar-lhe indiferente
Por ser tão belo, e especial

Rodeada de fantasia 
Não te consigo ignorar 
É tão grande a magia 

Que o teu cheiro paira no ar 
Envolvendo-se com a maresia
Que vem do mar 

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

O MEU MUNDO DE FANTASIA


O MEU MUNDO DE FANTASIA

O meu Mundo de fantasia
É o meu espaço, o meu lugar
Onde o milagre de cada dia 
O concebo ao te olhar 

Germina na minha mente
Este paraíso celestial 
Impossível ficar-lhe indiferente
Por ser tão belo, e especial

Rodeada de fantasia 
Não te consigo ignorar 
É tão grande a magia 

Que o teu cheiro paira no ar 
Envolvendo-se com a maresia
Que vem do mar 

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

SURGE ENTRE NÓS O DESEJO


SURGE ENTRE NÓS O DESEJO 

Surge entre nós o desejo 
Se a minha boca brinca com a tua
Num perlongado e delicioso beijo
Que se evidencia à luz da lua 

Os nossos corpos se contorcem 
De prazer, e satisfação 
E, as estrelas aparecem 
Iluminando a noite, e a escuridão

O êxtase é total
Perante tanto prazer
Que este amor sem igual

Em nós quer permanecer 
Não encontrando rival 
Entre a manhã e o anoitecer 

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

SURGE ENTRE NÓS O DESEJO


SURGE ENTRE NÓS O DESEJO 

Surge entre nós o desejo 
Se a minha boca brinca com a tua
Num perlongado e delicioso beijo
Que se evidencia à luz da lua 

Os nossos corpos se contorcem 
De prazer, e satisfação 
E, as estrelas aparecem 
Iluminando a noite, e a escuridão

O êxtase é total
Perante tanto prazer
Que este amor sem igual

Em nós quer permanecer 
Não encontrando rival 
Entre a manhã e o anoitecer 

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

terça-feira, 16 de agosto de 2016

NO TEU OLHAR CONHECI O AMOR


NO TEU OLHAR CONHECI O AMOR

No teu olhar conheci o amor
Nos teus lábios a paixão
No teu corpo o ardor 
E, o sentir do teu coração

Ao dançarmos lentamente 
O meu rosto uniu-se ao teu
E, tudo se tornou diferente
Existindo apenas, tu e eu

Num beijo suave, e profundo
Pleno de prazer, e emoção 
Senti desbravar o mundo

Tão forte era a sensação 
Confesso, disse-te tudo
És a minha predestinação 

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

segunda-feira, 15 de agosto de 2016

DESEJOS INTERMINÁVEIS


DESEJOS INTERMINÁVEIS

Vejo ao longe o que ninguém vê
Quando começo a fantasiar 
E, prevejo o que ninguém prevê
Se em ti me ponho a pensar 

Voo numa nuvem branca
Tão branca como o algodão 
Tudo o que avisto me encanta
E, alimenta-me o coração 

Desejos intermináveis
São a fonte deste meu sentir 
Maravilhosos, e inesquecíveis 

A minha vida consegue colorir 
Tornando-os irrefutáveis 
Ao fazerem-te em mim coexistir  

Luís Filipe D. Figueiredo 

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

NO DIA QUE DISSER ADEUS AOS SONHOS


NO DIA QUE DISSER ADEUS AOS SONHOS

No dia que disser adeus aos sonhos
Sinto que direi adeus a vida
É o acabar dos meus dias risonhos
É o sentir me triste, e sem guarida

É o entrar num labirinto
E, não encontrar o caminho
Sentindo-me só, e faminto
Do teu amor, e carinho 

É sentir-me como um pássaro 
Sem ter asas para voar
E, tudo com que deparo 

Nada mais me empolgar 
É sentir um sentimento raro
De estar cá, não querer estar 

Luís Filipe D. Figueiredo 

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

NO DIA QUE DISSER ADEUS AOS SONHOS


NO DIA QUE DISSER ADEUS AOS SONHOS

No dia que disser adeus aos sonhos
Sinto que direi adeus a vida
É o acabar dos meus dias risonhos
É o sentir me triste, e sem guarida

É o entrar num labirinto
E, não encontrar o caminho
Sentindo-me só, e faminto
Do teu amor, e carinho 

É sentir-me como um pássaro 
Sem ter asas para voar
E, tudo com que deparo 

Nada mais me empolgar 
É sentir um sentimento raro
De estar cá, não querer estar 

Luís Filipe D. Figueiredo 

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

terça-feira, 9 de agosto de 2016

QUERO PERFUMAR O MEU CORPO


QUERO PERFUMAR O MEU CORPO

Quero perfumar o meu corpo
Com o cheiro da tua pele 
E, criar um anticorpo 
Que te mantenha nele

Quero colorir os meus sonhos
Com passarinhos voando 
Saindo dos seus ninhos 
E, a natureza enfeitando 

Quero gritar no espaço 
Que és a minha flor
E, sem embaraço

Declarar-te o meu amor
Quero dar-te um abraço
E, sentir o teu calor

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

AO VER O DIA NASCER



AO VER O DIA NASCER 

Ao ver o dia nascer 
Colorido pelo arco-íris
Naquele amanhecer 
Senti-me perante Éris 

O sol que surgiu no horizonte 
Transmitiu-me o teu calor
E, o suor, na minha fronte
Tinha o teu cheiro, meu amor 

O verde, e azul, do mar 
Encantavam a minha mente
Deslumbrando o meu olhar

Fazendo-me sentir diferente
Ai, como é tão bom sonhar
E, desejar-te eternamente

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

quarta-feira, 3 de agosto de 2016

AO SENTIR AS TUAS MÃOS NO MEU CORPO



AO SENTIR AS TUAS MÃOS NO MEU CORPO

Ao sentir as tuas mãos no meu corpo
E, a tua linda boca na minha 
Os teus beijos deixam-me louco
E, o teu amor me domina 

É tão intenso que me embriaga
E, faz-me voar como um pássaro 
Enquanto a tua mão me afaga
Sinto este sentimento raro 

O teu cheiro suave e marcante
Desperta todos os meus sentidos 
E, de tão forte, e impressionante

Que mantém os nossos corpos unidos
Vibrando em cada instante 
Até se sentirem desfalecidos 

Luís Filipe D. Figueiredo 

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)