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segunda-feira, 15 de agosto de 2016

DESEJOS INTERMINÁVEIS


DESEJOS INTERMINÁVEIS

Vejo ao longe o que ninguém vê
Quando começo a fantasiar 
E, prevejo o que ninguém prevê
Se em ti me ponho a pensar 

Voo numa nuvem branca
Tão branca como o algodão 
Tudo o que avisto me encanta
E, alimenta-me o coração 

Desejos intermináveis
São a fonte deste meu sentir 
Maravilhosos, e inesquecíveis 

A minha vida consegue colorir 
Tornando-os irrefutáveis 
Ao fazerem-te em mim coexistir  

Luís Filipe D. Figueiredo 

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