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segunda-feira, 31 de outubro de 2016

VOU COLOCAR UMA TATUAGEM


VOU COLOCAR UMA TATUAGEM

Vou colocar uma tatuagem
No teu corpo maravilhoso 
E, assim fazer a abordagem 
De um modo carinhoso

Vou brincar com o teu riso
E, absorvê-lo por inteiro
Dizer-te que de ti preciso
E, estarás sempre em primeiro

Vou ser o teu grande amor
E, tu serás a minha vida
Levar-te-ei ao altar-mor 

Sem qualquer espécie de dúvida
Vou sentir o calor
Da tua alma incontida 

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

VOU COLOCAR UMA TATUAGEM


VOU COLOCAR UMA TATUAGEM

Vou colocar uma tatuagem
No teu corpo maravilhoso 
E, assim fazer a abordagem 
De um modo carinhoso

Vou brincar com o teu riso
E, absorvê-lo por inteiro
Dizer-te que de ti preciso
E, estarás sempre em primeiro

Vou ser o teu grande amor
E, tu serás a minha vida
Levar-te-ei ao altar-mor 

Sem qualquer espécie de dúvida
Vou sentir o calor
Da tua alma incontida 

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
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domingo, 30 de outubro de 2016

O VENTO SOPRA, E EU DESPERTO


O VENTO SOPRA, E EU DESPERTO

O vento sopra, e eu desperto.
Não consigo adormecer. 
Preocupado, e de peito aberto.
Aguardo, por o amanhecer. 

Imagino-os a tiritar. 
Descalços, e famintos.
Tantas crianças sem lar.
Perdidos em labirintos. 

Levanto-me, vou para janela
O vento sopra mais forte
No céu, não vejo uma estrela

E, o vento traz-me o cheiro da morte.
Do pobre menino da favela. 
Marcado com essa triste sorte

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

O VENTO SOPRA, E EU DESPERTO


O VENTO SOPRA, E EU DESPERTO

O vento sopra, e eu desperto.
Não consigo adormecer. 
Preocupado, e de peito aberto.
Aguardo, por o amanhecer. 

Imagino-os a tiritar. 
Descalços, e famintos.
Tantas crianças sem lar.
Perdidos em labirintos. 

Levanto-me, vou para janela
O vento sopra mais forte
No céu, não vejo uma estrela

E, o vento traz-me o cheiro da morte.
Do pobre menino da favela. 
Marcado com essa triste sorte

Luís Filipe D. Figueiredo

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quinta-feira, 27 de outubro de 2016

ÀS VEZES GRITO POR MIM.


ÀS VEZES GRITO POR MIM.

Às vezes grito por mim.
Ao olhar o céu, o infinito.
Para encontrar o meu fim. 
E, também o meu princípio.

Viajo no tempo sem limite. 
Fujo da multidão. 
Mas por mais que eu grite.
Só encontro, a desilusão.

Escrevo numa estrela. 
O meu nome.
Tento rever-me nela.

Mas o meu nome some.
E, fico olhando para ela.
Sentindo uma dor enorme.

Luís Filipe D. figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

ÀS VEZES GRITO POR MIM.


ÀS VEZES GRITO POR MIM.

Às vezes grito por mim.
Ao olhar o céu, o infinito.
Para encontrar o meu fim. 
E, também o meu princípio.

Viajo no tempo sem limite. 
Fujo da multidão. 
Mas por mais que eu grite.
Só encontro, a desilusão.

Escrevo numa estrela. 
O meu nome.
Tento rever-me nela.

Mas o meu nome some.
E, fico olhando para ela.
Sentindo uma dor enorme.

Luís Filipe D. figueiredo

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quarta-feira, 26 de outubro de 2016

SOU A FOLHA ARRASTADA


SOU A FOLHA ARRASTADA

Sou a folha arrastada.
A caminho do mar. 
Sou a criança largada. 
Que não consegue chorar. 

Sou a criança, caída. 
Que desfalece no chão.
Sou a vida perdida. 
E, sem ilusão.

Sou a folha pisada. 
No meio da multidão.
Sou a criança, esquecida. 

Num mundo de escravidão. 
Sou alma amargurada. 
Ao ver, o que os homens são.

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

http://amorcommuitapoesia.blogspot.pt/

SOU A FOLHA ARRASTADA


SOU A FOLHA ARRASTADA

Sou a folha arrastada.
A caminho do mar. 
Sou a criança largada. 
Que não consegue chorar. 

Sou a criança, caída. 
Que desfalece no chão.
Sou a vida perdida. 
E, sem ilusão.

Sou a folha pisada. 
No meio da multidão.
Sou a criança, esquecida. 

Num mundo de escravidão. 
Sou alma amargurada. 
Ao ver, o que os homens são

Luís Filipe D. Figueiredo
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terça-feira, 25 de outubro de 2016

A CHUVA CAÍA, E EU ALI


A CHUVA CAÍA, E EU ALI 

A chuva caía, e eu ali 
Feito estátua de pedra 
Olhando para ti 
Bela, e sincera 

Assim te via 
Eras a Quimera 
Que em mim surgia
Na Primavera 
Naquele dia 

De alma lavada 
Pela bênção caída
Tu, minha amada 
Eras a minha vida 
Perdida, e achada 

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

A CHUVA CAÍA, E EU ALI


A CHUVA CAÍA, E EU ALI 

A chuva caía, e eu ali 
Feito estátua de pedra 
Olhando para ti 
Bela, e sincera 

Assim te via 
Eras a Quimera 
Que em mim surgia
Na Primavera 
Naquele dia 

De alma lavada 
Pela bênção caída
Tu, minha amada 
Eras a minha vida 
Perdida, e achada 

Luís Filipe D. Figueiredo

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segunda-feira, 24 de outubro de 2016

EU, SOU NUVEM DE POEIRA


EU, SOU NUVEM DE POEIRA 

Eu sou nuvem de poeira 
Derramada no deserto
Sou a linha de fronteira
Para o escravo liberto

Sou alma lavada 
Pela chuva que cai
Sou areia levada 
Pela onda que vai

Sou o sol nascente 
Quando te vejo
Sou a estrela cadente 

Se te protejo
Sou a água corrente
A caminho do Tejo.

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

EU, SOU NUVEM DE POEIRA


EU, SOU NUVEM DE POEIRA 

Eu sou nuvem de poeira 
Derramada no deserto 
Sou a linha de fronteira 
Para o escravo liberto 

Sou alma lavada 
Pela chuva que cai 
Sou areia levada 
Pela onda que vai 

Sou o sol nascente 
Quando te vejo 
Sou a estrela cadente 

Se te protejo 
Sou a água corrente 
A caminho do Tejo. 

Luís Filipe D. Figueiredo 

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

AS RUAS ESTÃO VAZIAS


AS RUAS ESTÃO VAZIAS

As ruas estão vazias
Não te consigo encontrar
Estão tão tristes, e frias 
Como triste, está o meu olhar

Por companheira tenho a noite
Que me ajuda a procurar-te
E, estimula, a que me afoite 
A um dia encontrar-te 

Só quem ama desta maneira 
Tem este engenho, e arte
Acreditando a vida inteira 

Que um dia vai achar-te 
E, não é uma brincadeira
Este desejo de amar-te. 

Luís Filipe D. Figueiredo 

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

AS RUAS ESTÃO VAZIAS


AS RUAS ESTÃO VAZIAS

As ruas estão vazias
Não te consigo encontrar
Estão tão tristes, e frias 
Como triste, está o meu olhar

Por companheira tenho a noite
Que me ajuda a procurar-te
E, estimula, a que me afoite 
A um dia encontrar-te 

Só quem ama desta maneira 
Tem este engenho, e arte
Acreditando a vida inteira 

Que um dia vai achar-te 
E, não é uma brincadeira
Este desejo de amar-te. 

Luís Filipe D. Figueiredo 

Todos os direitos reservados
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segunda-feira, 17 de outubro de 2016

A CHUVA CAÍA, E EU TE OLHAVA


A CHUVA CAÍA, E EU TE OLHAVA 

A chuva caía, e eu te olhava. 
Naquele dia, de tudo ou nada. 
A chuva caía, e eu te chamava. 
Com alma amargurada.

A chuva caía, e te molhava. 
E, o teu vestido se confundia.
Com o verde, que te rodeava. 
Naquele chuvoso dia. 

A chuva caía, e não parava.
E, a tua alma desesperada.
Por mim gritava. 

Naquele dia, apavorada. 
A chuva caia, e não cessava.
Minha princesa, minha amada.

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

A CHUVA CAÍA, E EU TE OLHAVA


A CHUVA CAÍA, E EU TE OLHAVA 

A chuva caía, e eu te olhava. 
Naquele dia, de tudo ou nada. 
A chuva caía, e eu te chamava. 
Com alma amargurada.

A chuva caía, e te molhava. 
E, o teu vestido se confundia.
Com o verde, que te rodeava. 
Naquele chuvoso dia. 

A chuva caía, e não parava.
E, a tua alma desesperada.
Por mim gritava. 

Naquele dia, apavorada. 
A chuva caia, e não cessava.
Minha princesa, minha amada.

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
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quarta-feira, 12 de outubro de 2016

NÃO SOU PERFEITO


NÃO SOU PERFEITO

Fiz coisas certas 
Outras erradas
Algumas secretas 
Outras divulgadas 

Não sou perfeito 
Nem o pretendo
Tenho o meu jeito
Não me arrependo 

Sinto pena daqueles 
Que pensam assim
Julgando-se eles 

Diferentes de mim
Ignorando seus males 
Seus defeitos sem-fim.

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

NÃO SOU PERFEITO


NÃO SOU PERFEITO

Fiz coisas certas 
Outras erradas
Algumas secretas 
Outras divulgadas 

Não sou perfeito 
Nem o pretendo
Tenho o meu jeito
Não me arrependo 

Sinto pena daqueles 
Que pensam assim
Julgando-se eles 

Diferentes de mim
Ignorando seus males 
Seus defeitos sem-fim.

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

EM SILÊNCIO DEITE UM BEIJO


EM SILÊNCIO DEITE UM BEIJO

Em silêncio deite um beijo
Tão gostoso, e tão ardente
Que ainda hoje o revejo 
E, me faz sentir diferente

Com a força do pensamento
Esse beijo delicado
Foi entregue pelo vento
Em nome dum coração apaixonado 

Tão intensa foi a sensação
Que, o amor em mim nasceu
E, o meu enorme coração

Sem apelo se rendeu
Dando azo a esta paixão
Que incendeia, o meu, e o teu 

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

EM SILÊNCIO DEITE UM BEIJO


EM SILÊNCIO DEITE UM BEIJO

Em silêncio deite um beijo
Tão gostoso, e tão ardente
Que ainda hoje o revejo 
E, me faz sentir diferente

Com a força do pensamento
Esse beijo delicado
Foi entregue pelo vento
Em nome dum coração apaixonado 

Tão intensa foi a sensação
Que, o amor em mim nasceu
E, o meu enorme coração

Sem apelo se rendeu
Dando azo a esta paixão
Que incendeia, o meu, e o teu 

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

SOLITÁRIOS, EXILADOS, E SEM DESTINO


SOLITÁRIOS, EXILADOS, E SEM DESTINO 

Solitários, exilados, e sem destino 
Vagueiam pelas ruas da solidão 
Observo-os, desde menino
Entristecendo-se-me o coração

Esquecidos no tempo, encontro outros
Sem saberem para onde ir
Vidas de encontros, e desencontros 
Às quais não conseguiram fugir

Destino cruel, penso para mim!
Que justiça é esta, que não entendo
Uns com tanto, que não tem fim

E, outros apenas sobrevivendo
Esquecem alguns que vivem assim 
Que ao nascermos, estamos morrendo

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

SOLITÁRIOS, EXILADOS, E SEM DESTINO


SOLITÁRIOS, EXILADOS, E SEM DESTINO 

Solitários, exilados, e sem destino 
Vagueiam pelas ruas da solidão 
Observo-os, desde menino
Entristecendo-se-me o coração

Esquecidos no tempo, encontro outros
Sem saberem para onde ir
Vidas de encontros, e desencontros 
Às quais não conseguiram fugir

Destino cruel, penso para mim!
Que justiça é esta, que não entendo
Uns com tanto, que não tem fim

E, outros apenas sobrevivendo
Esquecem alguns que vivem assim 
Que ao nascermos, estamos morrendo

Luís Filipe D. Figueiredo

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quinta-feira, 6 de outubro de 2016

SOU TUDO, E NÃO SOU NADA


SOU TUDO, E NÃO SOU NADA

Sou tudo, e não sou nada
Depende da situação
Sou noite, e alvorada 
Sou amor, e paixão 

Sou tudo, e não sou nada
Se me sinto longe de ti 
Sou alma angustiada 
Sou a dor que não esqueci

Sou tudo, e não sou nada
Se não te sinto aproximar 
Sou semente em terra árida

Que morre sem o teu cuidar
Sou tudo, e não sou nada 
Se não vejo o teu olhar

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

SOU TUDO, E NÃO SOU NADA


SOU TUDO, E NÃO SOU NADA 

Sou tudo, e não sou nada 
Depende da situação 
Sou noite, e alvorada 
Sou amor, e paixão 

Sou tudo, e não sou nada 
Se me sinto longe de ti 
Sou alma angustiada 
Sou a dor que não esqueci 

Sou tudo, e não sou nada 
Se não te sinto aproximar 
Sou semente em terra árida 

Que morre sem o teu cuidar 
Sou tudo, e não sou nada 
Se não vejo o teu olhar 

Luís Filipe D. Figueiredo 

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segunda-feira, 3 de outubro de 2016

VIAJO CONTIGO NO ALÉM


VIAJO CONTIGO NO ALÉM 

Duas borboletas no ar
Lembram-me de ti, amor
Irrequietas, e a saltitar
Recordam-me o teu fulgor

Movimentos leves, e suaves
Mostram-me o teu lindo corpo
O qual não me coloca entraves 
Conquistando-me, pouco a pouco

Olho o céu, e como por magia 
As estrelas surgem também 
E, eu repleto de alegria

Viajo contigo no além 
Guardando-te na memória 
Como nunca guardei ninguém.

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

VIAJO CONTIGO NO ALÉM


VIAJO CONTIGO NO ALÉM 

Duas borboletas no ar
Lembram-me de ti, amor
Irrequietas, e a saltitar
Recordam-me o teu fulgor

Movimentos leves, e suaves
Mostram-me o teu lindo corpo
O qual não me coloca entraves 
Conquistando-me, pouco a pouco

Olho o céu, e como por magia 
As estrelas surgem também 
E, eu repleto de alegria

Viajo contigo no além 
Guardando-te na memória 
Como nunca guardei ninguém.

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

O FOGO-DE-ARTIFÍCIO TEM A MAGIA


O FOGO-DE-ARTIFÍCIO TEM A MAGIA

O fogo-de-artifício tem a magia
De me fazer ficar maravilhado 
E, ouvir esta linda melodia
Completamente deslumbrado 

Não o consigo cessar de olhar
O fascínio é total, e retumbante
E, ao vê-lo belo, e colorido no ar 
Vejo nele, o teu lindo semblante

A música, bela e vibrante 
Deixa-me sem saber onde estou 
Se estás perto, ou distante 

De onde venho, ou para onde vou 
Tudo se torna insignificante 
O importante é sentir, como sou 

Luís Filipe D. Figueiredo 

Todos os direitos reservados
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O FOGO-DE-ARTIFÍCIO TEM A MAGIA


O FOGO-DE-ARTIFÍCIO TEM A MAGIA

O fogo-de-artifício tem a magia
De me fazer ficar maravilhado 
E, ouvir esta linda melodia
Completamente deslumbrado 

Não o consigo cessar de olhar
O fascínio é total, e retumbante
E, ao vê-lo belo, e colorido no ar 
Vejo nele, o teu lindo semblante

A música, bela e vibrante 
Deixa-me sem saber onde estou 
Se estás perto, ou distante 

De onde venho, ou para onde vou 
Tudo se torna insignificante 
O importante é sentir, como sou 

Luís Filipe D. Figueiredo 

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sábado, 1 de outubro de 2016

É TÃO BOM OUVIR A TUA VOZ


É TÃO BOM OUVIR A TUA VOZ

É tão bom ouvir a tua voz
E, olhar o teu lindo cabelo
Sentir-me, o porta-voz 
Deste amor que é tão belo

É tão bom sentir o vento
Emaranhar os nossos cabelos
E, de um modo suave, e lento
Resistir aos teus apelos 

É tão bom sonhar contigo
Entregar-me por inteiro
E, sentir que não há perigo

Que este amor, é verdadeiro
É, tão bom ser o teu abrigo
E, sentir-me teu prisioneiro 

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

É TÃO BOM OUVIR A TUA VOZ


É TÃO BOM OUVIR A TUA VOZ

É tão bom ouvir a tua voz
E, olhar o teu lindo cabelo
Sentir-me, o porta-voz 
Deste amor que é tão belo

É tão bom sentir o vento
Emaranhar os nossos cabelos
E, de um modo suave, e lento
Resistir aos teus apelos 

É tão bom sonhar contigo
Entregar-me por inteiro
E, sentir que não há perigo

Que este amor, é verdadeiro
É, tão bom ser o teu abrigo
E, sentir-me teu prisioneiro 

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
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