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quinta-feira, 27 de outubro de 2016

ÀS VEZES GRITO POR MIM.


ÀS VEZES GRITO POR MIM.

Às vezes grito por mim.
Ao olhar o céu, o infinito.
Para encontrar o meu fim. 
E, também o meu princípio.

Viajo no tempo sem limite. 
Fujo da multidão. 
Mas por mais que eu grite.
Só encontro, a desilusão.

Escrevo numa estrela. 
O meu nome.
Tento rever-me nela.

Mas o meu nome some.
E, fico olhando para ela.
Sentindo uma dor enorme.

Luís Filipe D. figueiredo

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