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segunda-feira, 24 de outubro de 2016

EU, SOU NUVEM DE POEIRA


EU, SOU NUVEM DE POEIRA 

Eu sou nuvem de poeira 
Derramada no deserto 
Sou a linha de fronteira 
Para o escravo liberto 

Sou alma lavada 
Pela chuva que cai 
Sou areia levada 
Pela onda que vai 

Sou o sol nascente 
Quando te vejo 
Sou a estrela cadente 

Se te protejo 
Sou a água corrente 
A caminho do Tejo. 

Luís Filipe D. Figueiredo 

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Um comentário:

  1. Sempre aqui..e faço o que posso para divulgar o trabalho do nobre amigo poeta..e em troca ganho novas poesias como forma de pagamento..porque sou assim..simplesmente fascinada por tal arte escrita e musica:por tanto o seu digno trabalho es completo.abraços e um bom despertar.

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