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quarta-feira, 30 de novembro de 2016

SOU BARCO SEM RUMO


SOU BARCO SEM RUMO

Sou barco sem rumo.
A naufragar. 
Sou nuvem de fumo. 
Que não deixa respirar.

Sou pedra sem nome.
De pouco valor.
Sou criança com fome.
Com sede de amor.

Sou ave perdida. 
Sem saber para onde voar.
Sou terra empobrecida.

E, semente sem germinar.
Sou alma estarrecida. 
Se não te posso amar.

Luís Filipe D. Figueiredo 

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

SOU BARCO SEM RUMO


SOU BARCO SEM RUMO

Sou barco sem rumo.
A naufragar. 
Sou nuvem de fumo. 
Que não deixa respirar.

Sou pedra sem nome.
De pouco valor.
Sou criança com fome.
Com sede de amor.

Sou ave perdida. 
Sem saber para onde voar.
Sou terra empobrecida.

E, semente sem germinar.
Sou alma estarrecida. 
Se não te posso amar.

Luís Filipe D. Figueiredo 

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

PEDI AO TEMPO, MAIS TEMPO.


PEDI AO TEMPO, MAIS TEMPO.

Pedi ao tempo, mais tempo.
Que me deixe aqui estar.
Não quero ter o contratempo.
De partir, sem te abraçar.

Pedi ao tempo, mais tempo.
Necessito, de te olhar.
E, que tu chegues atempo. 
De eu ter tempo de te amar.

Se o tempo não me der tempo.
Vou enviar-te pelo mar. 
Este belo sentimento. 

Que o tempo, não me deixou dar.
Partirei com o ressentimento. 
Do tempo, o tempo me negar. 

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)


PEDI AO TEMPO, MAIS TEMPO.


PEDI AO TEMPO, MAIS TEMPO.

Pedi ao tempo, mais tempo.
Que me deixe aqui estar.
Não quero ter o contratempo.
De partir, sem te abraçar.

Pedi ao tempo, mais tempo.
Necessito, de te olhar.
E, que tu chegues atempo. 
De eu ter tempo de te amar.

Se o tempo não me der tempo.
Vou enviar-te pelo mar. 
Este belo sentimento. 

Que o tempo, não me deixou dar.
Partirei com o ressentimento. 
Do tempo, o tempo me negar. 

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)






quinta-feira, 24 de novembro de 2016

LIBERTO A ALMA PARA O MUNDO


LIBERTO A ALMA PARA O MUNDO

Liberto a alma, para o mundo.
Sempre que começo a voar.
E, o teu lindo coração; inundo. 
Com o amor, que do meu deixo brotar.

Não canso de viajar contigo.
É um desejo firme, e constante. 
Tão intenso, que não consigo.
Esquecer-te por um instante.

Viajo em nuvens brancas
Construo castelos, no ar.
Acaricio as tuas ancas. 

E, o teu corpo, não paro de beijar.
Proponho-te brincadeiras lúdicas.
Que te fazem gemer, e suspirar. 

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

LIBERTO A ALMA PARA O MUNDO


LIBERTO A ALMA PARA O MUNDO

Liberto a alma, para o mundo.
Sempre que começo a voar.
E, o teu lindo coração; inundo. 
Com o amor, que do meu deixo brotar.

Não canso de viajar contigo.
É um desejo firme, e constante. 
Tão intenso, que não consigo.
Esquecer-te por um instante.

Viajo em nuvens brancas
Construo castelos, no ar.
Acaricio as tuas ancas. 

E, o teu corpo, não paro de beijar.
Proponho-te brincadeiras lúdicas.
Que te fazem gemer, e suspirar. 

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

terça-feira, 22 de novembro de 2016

AO OLHAR AS PEDRAS DA CALÇADA.


AO OLHAR AS PEDRAS DA CALÇADA.

Ao olhar as pedras da calçada.
Nelas, escrevo o meu nome.
E, com a alma enfeitiçada. 
Fico a ouvir, o seu queixume. 

Desgastadas pelo tempo.
Estas pedras guardaram. 
Memórias de outro tempo. 
Onde gerações brincaram

Já não têm o mesmo brilho.
Que tiveram outrora. 
Mas conservam o junquilho. 

Que em minha alma aflora. 
Enfeitando o ladrilho. 
E, esta calçada que em mim mora. 

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

AO OLHAR AS PEDRAS DA CALÇADA.


AO OLHAR AS PEDRAS DA CALÇADA.

Ao olhar as pedras da calçada.
Nelas, escrevo o meu nome.
E, com a alma enfeitiçada. 
Fico a ouvir, o seu queixume. 

Desgastadas pelo tempo.
Estas pedras guardaram. 
Memórias de outro tempo. 
Onde gerações brincaram

Já não têm o mesmo brilho.
Que tiveram outrora. 
Mas conservam o junquilho. 

Que em minha alma aflora. 
Enfeitando o ladrilho. 
E, esta calçada que em mim mora. 

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

NOTÍVAGO


NOTÍVAGO

Fico pensativo, e vazio.
Se te procuro, e não vejo.
Macambúzio. 
Triste, e sem desejo. 

Notívago.
Não canso de perambular. 
Necessito do teu afago. 
Não dá para dissimular. 

Preciso estar a teu lado.
E, de mão dada passear. 
Sentir-me eterno namorado.

E, para sempre te amar.
Deste modo desenfreado
Com que estou a declamar 

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

NOTÍVAGO


NOTÍVAGO
Fico pensativo, e vazio.
Se te procuro, e não vejo.
Macambúzio. 
Triste, e sem desejo. 

Notívago.
Não canso de perambular. 
Necessito do teu afago. 
Não dá para dissimular. 

Preciso estar a teu lado.
E, de mão dada passear. 
Sentir-me eterno namorado.

E, para sempre te amar.
Deste modo desenfreado
Com que estou a declamar 

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

AI, COMO EU QUERIA PODER RIR.


AI, COMO EU QUERIA PODER RIR.

Ai, como eu queria poder rir.
Caminhar despreocupado.
Olhar o teu rosto, a sorrir.
E, nunca o sentir amargurado.

Ai, como eu gostava de acreditar.
Num mundo mais justo, e fraterno.
E, nem por um segundo verificar. 
Que para muitos é um inferno. 

Ai, como eu queria ter o poder. 
De o mundo, conseguir alterar.
Para as suas vítimas defender. 

Não as deixando desconsiderar.
Nem tão pouco desfalecer. 
Perante o mal, a proliferar. 

Luís Filipe D. Figueiredo 

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

AI, COMO EU QUERIA PODER RIR.


AI, COMO EU QUERIA PODER RIR.

Ai, como eu queria poder rir.
Caminhar despreocupado.
Olhar o teu rosto, a sorrir.
E, nunca o sentir amargurado.

Ai, como eu gostava de acreditar.
Num mundo mais justo, e fraterno.
E, nem por um segundo verificar. 
Que para muitos é um inferno. 

Ai, como eu queria ter o poder. 
De o mundo, conseguir alterar.
Para as suas vítimas defender. 

Não as deixando desconsiderar.
Nem tão pouco desfalecer. 
Perante o mal, a proliferar. 

Luís Filipe D. Figueiredo 

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

VI NOS OLHOS DE UM VELHINHO


VI NOS OLHOS DE UM VELHINHO

Vi nos olhos de um velhinho
O cansaço de uma vida
Pobre velho, tão sozinho 
Parecia ansiar, a partida 

Era tão triste o seu olhar
Que o meu coração se condoeu
E, com medo de o atrapalhar
Chorou baixinho com o seu

Não o quis incomodar 
Já bastava o que sofria 
Apenas o consegui sodar 

Para suavizar aquela injúria 
Que jamais vou olvidar
E, por vezes tira-me a alegria 

Luís Filipe D. Figueiredo 

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

VI NOS OLHOS DE UM VELHINHO




VI NOS OLHOS DE UM VELHINHO

Vi nos olhos de um velhinho
O cansaço de uma vida
Pobre velho, tão sozinho 
Parecia ansiar, a partida 

Era tão triste o seu olhar
Que o meu coração se condoeu
E, com medo de o atrapalhar
Chorou baixinho com o seu

Não o quis incomodar 
Já bastava o que sofria 
Apenas o consegui sodar 

Para suavizar aquela injúria 
Que jamais vou olvidar
E, por vezes tira-me a alegria 

Luís Filipe D. Figueiredo 

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

segunda-feira, 14 de novembro de 2016

SONHOS, BELOS, E PROFUNDOS


SONHOS, BELOS, E PROFUNDOS

Sonhos, belos, e profundos
Invadem a minha mente 
Não sei donde são oriundos
Mas não lhes fico indiferente 

Procuro refúgio neles 
Fujo da minha temeridade 
E, tento colorir com eles
Esta intranquilidade 

Sinto-me triste, e perdido 
Apenas, e só por pensar 
Ter-te algum dia ofendido 

Por não te ter sabido amar
Não me posso sentir cindido 
Não quero deixar de te olhar

Luís Filipe D. Figueiredo 

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

domingo, 13 de novembro de 2016

SINTO MEDO, QUANDO OLHO O MEDO.


SINTO MEDO, QUANDO OLHO O MEDO. 

Sinto medo, quando olho o medo. 
E, no momento, não prevejo.
Que cada criança sem brinquedo.
Faz-me sentir medo, do que vejo.

Sinto tristeza quando olho a tristeza. 
E, a vejo num rosto, a deambular.
Sinto tristeza, da safadeza.
Daqueles que só sabem manipular. 

Sinto desespero, ao olhar o desespero.
E, vejo tanta gente sem lar.
Sinto desespero, e sou sincero. 

Sinto vontade de Gritar. 
Este, não é o Mundo que eu quero.
Recuso-me a o aceitar.

Luís Filipe Domingues Figueiredo. 

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

SINTO MEDO, QUANDO OLHO O MEDO.


SINTO MEDO, QUANDO OLHO O MEDO. 

Sinto medo, quando olho o medo. 
E, no momento, não prevejo.
Que cada criança sem brinquedo.
Faz-me sentir medo, do que vejo.

Sinto tristeza quando olho a tristeza. 
E, a vejo num rosto, a deambular.
Sinto tristeza, da safadeza.
Daqueles que só sabem manipular. 

Sinto desespero, ao olhar o desespero.
E, vejo tanta gente sem lar.
Sinto desespero, e sou sincero. 

Sinto vontade de Gritar. 
Este, não é o Mundo que eu quero.
Recuso-me a o aceitar.

Luís Filipe Domingues Figueiredo. 

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

sexta-feira, 11 de novembro de 2016

NINHO DE AMOR, ÍMPAR, PERFEITO


NINHO DE AMOR, ÍMPAR, PERFEITO

Abruptamente parou o carro.
Havia no ar um cheiro a jasmim.
O qual, guardo dentro de mim.
E, ainda hoje me amarro.

O silêncio pairava no ar.
Os meus olhos fitavam os teus.
E, os teus renderam-se aos meus. 
Com o crepúsculo, a se aproximar. 

A mãe natureza foi o nosso leito.
Sobre folhas secas, nos deitámos.
E, nas quais, o nosso amor guardámos.

Ninho de amor, ímpar, perfeito.
O qual deste modo eternizámos.
E, guardamos dentro do peito.

Luís Filipe D. Figueiredo 

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

NINHO DE AMOR, ÍMPAR, PERFEITO


NINHO DE AMOR, ÍMPAR, PERFEITO

Abruptamente parou o carro.
Havia no ar um cheiro a jasmim.
O qual, guardo dentro de mim.
E, ainda hoje me amarro.

O silêncio pairava no ar.
Os meus olhos fitavam os teus.
E, os teus renderam-se aos meus. 
Com o crepúsculo, a se aproximar. 

A mãe natureza foi o nosso leito.
Sobre folhas secas, nos deitámos.
E, nas quais, o nosso amor guardámos.

Ninho de amor, ímpar, perfeito.
O qual deste modo eternizámos.
E, guardamos dentro do peito.

Luís Filipe D. Figueiredo 

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

RETRATO DA JUVENTUDE.


RETRATO DA JUVENTUDE.

Despidos, em plena natureza.
E, iluminados por pirilampos.
Nossos corpos com destreza.
Se amaram naqueles campos.

Retrato da juventude.
Que guardo dentro do peito.
Onde a minha solicitude. 
Fazia amar-te deste jeito. 

O nosso teto eram as estrelas.
A nossa cama, as urzes do monte.
Ainda hoje, o cheiro delas. 

Está impregnado na tua fronte.
Ai, como é bom pensar nelas. 
Sentir-te, e ver-te, no horizonte. 

Luís Filipe D. Figueiredo 

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

RETRATO DA JUVENTUDE


RETRATO DA JUVENTUDE.

Despidos, em plena natureza.
E, iluminados por pirilampos.
Nossos corpos com destreza.
Se amaram naqueles campos.

Retrato da juventude.
Que guardo dentro do peito.
Onde a minha solicitude. 
Fazia amar-te deste jeito. 

O nosso teto eram as estrelas.
A nossa cama, as urzes do monte.
Ainda hoje, o cheiro delas. 

Está impregnado na tua fronte.
Ai, como é bom pensar nelas. 
Sentir-te, e ver-te, no horizonte. 

Luís Filipe D. Figueiredo 

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

SUFOCADO PELO SILÊNCIO.


SUFOCADO PELO SILÊNCIO.

Sufocado pelo silêncio.
Tentei respirar um pouco.
Senti medo, de ficar louco.
Tão grande, é o suplício. 

A saudade é enorme.
E, o silêncio à minha volta.
Faz-me sentir, a tua falta. 
E, esta dor desconforme.

Necessito de te encontrar. 
E, transformar, em realidade.
Aquela, reciprocidade.

Que, já um dia vi, no teu olhar. 
Necessito da tua cumplicidade.
Não me deixes definhar. 

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

SUFOCADO PELO SILÊNCIO.


SUFOCADO PELO SILÊNCIO.

Sufocado pelo silêncio.
Tentei respirar um pouco.
Senti medo, de ficar louco.
Tão grande, é o suplício. 

A saudade é enorme.
E, o silêncio à minha volta.
Faz-me sentir, a tua falta. 
E, esta dor desconforme.

Necessito de te encontrar. 
E, transformar, em realidade.
Aquela, reciprocidade.

Que, já um dia vi, no teu olhar. 
Necessito da tua cumplicidade.
Não me deixes definhar. 

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

domingo, 6 de novembro de 2016

SINTO


SINTO 

Sinto, no teu beijo. 
Sentimentos ocultos.
E, lábios envoltos.
De prazer, e desejo.

Sinto, no teu hálito. 
A força do amor.
Esse mágico sabor.
Que me deixa em conflito.

Sinto, dentro de ti.
O que nunca senti 
A força da paixão.

Sinto, como te amo.
E, que é por ti que chamo.
Com esta emoção. 

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

SINTO


SINTO 

Sinto, no teu beijo. 
Sentimentos ocultos.
E, lábios envoltos.
De prazer, e desejo.

Sinto, no teu hálito. 
A força do amor.
Esse mágico sabor.
Que me deixa em conflito.

Sinto, dentro de ti.
O que nunca senti 
A força da paixão.

Sinto, como te amo.
E, que é por ti que chamo.
Com esta emoção. 

Luís Filipe D. Figueiredo

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sexta-feira, 4 de novembro de 2016

QUIS-ME EM TEU CORPO DELICIAR.


QUIS-ME EM TEU CORPO DELICIAR.

Quis-me em teu corpo deliciar.
Amando-te sem receios. 
Beijando os teus belos seios.
Naquela tarde à beira-mar.

O sol caía no horizonte. 
O céu estava avermelhado.
E, eu por ti encantado. 
Despia-te atrás dum monte.

Composto por rochas e algas.
Que encobria as nossas nádegas. 
Nos amámos loucamente. 

E, sem nos importar, onde estávamos. 
Com aquele monte, a porta encerramos. 
E, vivemos um dia diferente.

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

QUIS-ME EM TEU CORPO DELICIAR


QUIS-ME EM TEU CORPO DELICIAR.

Quis-me em teu corpo deliciar.
Amando-te sem receios. 
Beijando os teus belos seios.
Naquela tarde à beira-mar.

O sol caía no horizonte. 
O céu estava avermelhado.
E, eu por ti encantado. 
Despia-te atrás dum monte.

Composto por rochas e algas.
Que encobria as nossas nádegas. 
Nos amámos loucamente. 

E, sem nos importar, onde estávamos. 
Com aquele monte, a porta encerramos. 
E, vivemos um dia diferente.

Luís Filipe D. Figueiredo

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quarta-feira, 2 de novembro de 2016

NÃO ME PEÇAS QUE TE ESQUEÇA


NÃO ME PEÇAS QUE TE ESQUEÇA

Não me peças que te esqueça.
Que, eu não o consigo fazer.
A falta da tua presença. 
Me faria certamente morrer.

Fazes parte dos meus sonhos.
Quando estou a dormir.
Tornas os meus dias risonhos.
E, fazes o amor em mim existir.

Sentir-me-ia uma ave perdida.
Sem rumo para onde voar.
Um náufrago, na descida.

Que está prestes a se afogar.
Um corpo, e uma alma, ferida. 
Sem fôlego para respirar.

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

NÃO ME PEÇAS QUE TE ESQUEÇA


NÃO ME PEÇAS QUE TE ESQUEÇA

Não me peças que te esqueça.
Que, eu não o consigo fazer.
A falta da tua presença. 
Me faria certamente morrer.

Fazes parte dos meus sonhos.
Quando estou a dormir.
Tornas os meus dias risonhos.
E, fazes o amor em mim existir.

Sentir-me-ia uma ave perdida.
Sem rumo para onde voar.
Um náufrago, na descida.

Que está prestes a se afogar.
Um corpo, e uma alma, ferida. 
Sem fôlego para respirar.

Luís Filipe D. Figueiredo

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