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quinta-feira, 17 de novembro de 2016

AI, COMO EU QUERIA PODER RIR.


AI, COMO EU QUERIA PODER RIR.

Ai, como eu queria poder rir.
Caminhar despreocupado.
Olhar o teu rosto, a sorrir.
E, nunca o sentir amargurado.

Ai, como eu gostava de acreditar.
Num mundo mais justo, e fraterno.
E, nem por um segundo verificar. 
Que para muitos é um inferno. 

Ai, como eu queria ter o poder. 
De o mundo, conseguir alterar.
Para as suas vítimas defender. 

Não as deixando desconsiderar.
Nem tão pouco desfalecer. 
Perante o mal, a proliferar. 

Luís Filipe D. Figueiredo 

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