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domingo, 13 de novembro de 2016

SINTO MEDO, QUANDO OLHO O MEDO.


SINTO MEDO, QUANDO OLHO O MEDO. 

Sinto medo, quando olho o medo. 
E, no momento, não prevejo.
Que cada criança sem brinquedo.
Faz-me sentir medo, do que vejo.

Sinto tristeza quando olho a tristeza. 
E, a vejo num rosto, a deambular.
Sinto tristeza, da safadeza.
Daqueles que só sabem manipular. 

Sinto desespero, ao olhar o desespero.
E, vejo tanta gente sem lar.
Sinto desespero, e sou sincero. 

Sinto vontade de Gritar. 
Este, não é o Mundo que eu quero.
Recuso-me a o aceitar.

Luís Filipe Domingues Figueiredo. 

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