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segunda-feira, 14 de novembro de 2016

SONHOS, BELOS, E PROFUNDOS


SONHOS, BELOS, E PROFUNDOS

Sonhos, belos, e profundos
Invadem a minha mente 
Não sei donde são oriundos
Mas não lhes fico indiferente 

Procuro refúgio neles 
Fujo da minha temeridade 
E, tento colorir com eles
Esta intranquilidade 

Sinto-me triste, e perdido 
Apenas, e só por pensar 
Ter-te algum dia ofendido 

Por não te ter sabido amar
Não me posso sentir cindido 
Não quero deixar de te olhar

Luís Filipe D. Figueiredo 

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