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sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

HOJE, SÓ HOJE, DEIXA-ME VIAJAR



HOJE, SÓ HOJE, DEIXA-ME VIAJAR

Hoje, só hoje, deixa-me viajar.
Neste meu jardim imaginário.
Necessito, contigo rezar.
E, virar o mundo, ao contrário.

Hoje, só hoje, deixa-me sentir feliz.
Esquecer, as amarguras do mundo.
Para poder voltar, a sentir-me petiz.
Neste mundo, do qual sou oriundo.

Hoje, só hoje, deixa-me potenciar. 
Este sentimento verdadeiro.
Necessito tanto de acreditar.

Que é real, e não passageiro.
Hoje, só hoje, deixa-me presenciar.
Um mundo melhor, e mais ordeiro.

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

HOJE, SÓ HOJE, DEIXA-ME VIAJAR



HOJE, SÓ HOJE, DEIXA-ME VIAJAR

Hoje, só hoje, deixa-me viajar.
Neste meu jardim imaginário.
Necessito, contigo rezar.
E, virar o mundo, ao contrário.

Hoje, só hoje, deixa-me sentir feliz.
Esquecer, as amarguras do mundo.
Para poder voltar, a sentir-me petiz.
Neste mundo, do qual sou oriundo.

Hoje, só hoje, deixa-me potenciar. 
Este sentimento verdadeiro.
Necessito tanto de acreditar.

Que é real, e não passageiro.
Hoje, só hoje, deixa-me presenciar.
Um mundo melhor, e mais ordeiro.

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

quinta-feira, 29 de dezembro de 2016



HÁ UMA TERRA, NO OUTRO LADO DO MAR

Há uma terra, no outro lado do mar.
Onde eu deposito os meus silêncios. 
Os quais, por vezes, vejo esfumar. 
Não deixando seus indícios. 

Há uma terra, no outro lado do mar.
Onde guardo os meus sonhos.
Com os quais, consigo transformar. 
Dias tristes, em dias, risonhos. 

Há uma terra, no outro lado do mar.
Onde o cheiro da maresia, é diferente.
Fazendo-me acalmar.

E, ligando-me a ela de um modo inerente. 
Há uma terra, do outro lado do mar.
Com que eu sonho, e faz-me sentir gente.

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)


HÁ UMA TERRA, NO OUTRO LADO DO MAR

Há uma terra, no outro lado do mar.
Onde eu deposito os meus silêncios. 
Os quais, por vezes, vejo esfumar. 
Não deixando os seus indícios. 

Há uma terra, no outro lado do mar.
Onde guardo os meus sonhos.
Com os quais, consigo transformar. 
Dias tristes, em dias, risonhos. 

Há uma terra, no outro lado do mar.
Onde o cheiro da maresia, é diferente.
Fazendo-me acalmar.

E, ligando-me a ela de um modo inerente. 
Há uma terra, do outro lado do mar.
Com que eu sonho, e faz-me sentir gente.

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

SOU O MENINO QUE ADORAVA SONHAR



SOU O MENINO QUE ADORAVA SONHAR

Sou o menino que adorava sonhar
O jovem que gostava de sorrir
Sou o homem, que se sente a definhar
Desde o dia, em que te viu a partir.

Sou a planta, a morrer de sede.
A folha seca, caída no chão.
Sou a amargura, que impede. 
A alegria, e a satisfação.

Sou o vento que sopra do norte
O vendaval, que tudo levou
Sou o homem, desesperado, sem sorte

A dor, que não aliviou. 
Sou a vida, á espera da morte.
O homem, que de sonhar, deixou.

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

SOU O MENINO QUE ADORAVA SONHAR



SOU O MENINO QUE ADORAVA SONHAR

Sou o menino que adorava sonhar
O jovem que gostava de sorrir
Sou o homem, que se sente a definhar
Desde o dia, em que te viu a partir.

Sou a planta, a morrer de sede.
A folha seca, caída no chão.
Sou a amargura, que impede. 
A alegria, e a satisfação.

Sou o vento que sopra do norte
O vendaval, que tudo levou
Sou o homem, desesperado, sem sorte

A dor, que não aliviou. 
Sou a vida, á espera da morte.
O homem, que de sonhar, deixou.

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

MAIS UMA ESTRELA NO CÉU



MAIS UMA ESTRELA NO CÉU

Mais uma estrela no céu.
Para de noite, eu contemplar. 
E, relembrar o que viveu.
Perto de todos, que quis amar.

É tão triste, sentir a partida.
Daqueles, que queremos bem.
Não aceitamos a despedida.
Com os olhos pregados no além.

Deixo-me levar pelo vento.
Até te conseguir encontrar.
E, com olhar, no firmamento.

As lágrimas; sinto a rolar.
Embora elas tenham o intento.
De apenas te reverenciar. 

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

Para ti meu amigo!

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

SONHOS


SONHOS

Sonhos repletos de esperança
Nuvens impregnadas de magia
Ventos suaves de bonança
Acalentam-me dia após dia 

Sonhos que vivo, com intensidade. 
E, enchem-me, o ego de alegria.
Sonhos míticos, e de felicidade. 
Provocam-me, enorme euforia

Sonhos, que me tornam no que sou.
E, fazem de mim, um sonhador. 
Alguém, que sempre te amou.

Deste modo avassalador. 
Sonho, que nunca subestimou.
O teu ardor, meu amor. 

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

SONHOS


SONHOS

Sonhos repletos de esperança
Nuvens impregnadas de magia
Ventos suaves de bonança
Acalentam-me dia após dia 

Sonhos que vivo, com intensidade. 
E, enchem-me, o ego de alegria.
Sonhos míticos, e de felicidade. 
Provocam-me, enorme euforia

Sonhos, que me tornam no que sou.
E, fazem de mim, um sonhador. 
Alguém, que sempre te amou.

Deste modo avassalador. 
Sonho, que nunca subestimou.
O teu ardor, meu amor. 

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)



terça-feira, 20 de dezembro de 2016

INSTANTES




INSTANTES 

Instantes, vazios. 
Instantes, enormes. 
Instantes, frios. 
E, desconformes. 

Instantes, que percorro. 
Com o pensamento. 
E, aos quais recorro. 
No firmamento. 

Instantes, belos. 
Onde te encontrei. 
Lindos, e singelos. 

Onde te amei. 
Instantes, anelos. 
Que, guardarei. 

Luís Filipe D. Figueiredo 

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98) 

INSTANTES


INSTANTES 

Instantes, vazios.
Instantes, enormes.
Instantes, frios. 
E, desconformes.

Instantes, que percorro. 
Com o pensamento.
E, aos quais recorro.
No firmamento. 

Instantes, belos. 
Onde te encontrei. 
Lindos, e singelos.

Onde te amei.
Instantes, anelos.
Que, guardarei.

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)



 

quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

HOJE VOU FALAR DE AMOR


HOJE VOU FALAR DE AMOR 

Hoje, vou falar de amor. 
E, ver o mundo girar. 
Colori-lo, com pétalas de flor. 
E, com anjos, a voar.

Hoje, vou transformar. 
O meu coração. 
E, os vossos; vou salpicar.
Com ternura, e emoção.

Hoje, vou-te iluminar 
Para que sintas, a sensação. 
Que eu sinto, ao te olhar. 

Neste meu mundo de ilusão
Hoje, vou partilhar.
Para, que tenhas essa noção. 

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

HOJE VOU FALAR DE AMOR


HOJE VOU FALAR DE AMOR 

Hoje, vou falar de amor. 
E, ver o mundo girar. 
Colori-lo, com pétalas de flor. 
E, com anjos, a voar.

Hoje, vou transformar. 
O meu coração. 
E, os vossos; vou salpicar.
Com ternura, e emoção.

Hoje, vou-te iluminar 
Para que sintas, a sensação. 
Que eu sinto, ao te olhar. 

Neste meu mundo de ilusão
Hoje, vou partilhar.
Para, que tenhas essa noção. 

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

QUERO VER A NEVE A CAIR


QUERO VER A NEVE A CAIR

Quero olhar para o além.
E, ouvir a musica a tocar.
Pensar, que mais ninguém.
O teu lugar pode ocupar.

Quero ver a neve a cair.
O sol a nascer, e a brilhar.
Quero ver o teu sorrir. 
E, os pássaros a voar.

Quero sentir-te dentro de mim.
E, com o meu coração proteger. 
Este sentimento, sem fim. 

Que em mim, fez questão de nascer.
Quero, que hoje, e sempre seja assim.
Para, que nunca, te deixe de merecer.

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

QUERO VER A NEVE A CAIR


QUERO VER A NEVE A CAIR

Quero olhar para o além.
E, ouvir a musica a tocar.
Pensar, que mais ninguém.
O teu lugar pode ocupar.

Quero ver a neve a cair.
O sol a nascer, e a brilhar.
Quero ver o teu sorrir. 
E, os pássaros a voar.

Quero sentir-te dentro de mim.
E, com o meu coração proteger. 
Este sentimento, sem fim. 

Que em mim, fez questão de nascer.
Quero, que hoje, e sempre seja assim.
Para, que nunca, te deixe de merecer.

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

COM FLORES CUBRO O TEU REGAÇO


COM FLORES CUBRO O TEU REGAÇO

Com flores, cubro o teu regaço.
De amor, encho o teu coração.
E, desde então, tudo o que faço.
É, amar-te, com muita paixão.

A tua boca; cubro-a de beijos. 
Beijos esses, que enalteço. 
Pois provocam-me desejos.
Esses beijos, que não esqueço.

Peço ao vento, que me leve.
E, me ajude a suportar.
Que o longo, se torne breve.

Para em breve, não contestar. 
Esta dor que se atreve. 
Às vezes, em mim, habitar. 

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

COM FLORES CUBRO O TEU REGAÇO


COM FLORES CUBRO O TEU REGAÇO

Com flores, cubro o teu regaço.
De amor, encho o teu coração.
E, desde então, tudo o que faço.
É, amar-te, com muita paixão.

A tua boca; cubro-a de beijos. 
Beijos esses, que enalteço. 
Pois provocam-me desejos.
Esses beijos, que não esqueço.

Peço ao vento, que me leve.
E, me ajude a suportar.
Que o longo, se torne breve.

Para em breve, não contestar. 
Esta dor que se atreve. 
Às vezes, em mim, habitar. 

Luís Filipe D. Figueiredo

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Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

O TEU CORAÇÃO É O MEU ALTAR.


O TEU CORAÇÃO É O MEU ALTAR.


O teu coração é o meu altar.
Tu, a minha razão de viver.
A mulher, que quero exaltar.
Esteja eu onde estiver.

Os teus olhos são a minha luz.
Os teus braços, a minha âncora.
Que me ampara, e seduz. 
De uma forma encantadora. 

A tua alma é um oceano. 
Onde mergulho, e me delicio.
E, sem duvida, ou engano. 

Também me sacio.
Minha Deusa de ébano.
Que, tanto aprecio.

Luís Filipe D. Figueiredo 

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

O TEU CORAÇÃO É O MEU ALTAR.


O TEU CORAÇÃO É O MEU ALTAR.

O teu coração é o meu altar.
Tu, a minha razão de viver.
A mulher, que quero exaltar.
Esteja eu onde estiver.

Os teus olhos são a minha luz.
Os teus braços, a minha âncora.
Que me ampara, e seduz. 
De uma forma encantadora. 

A tua alma é um oceano. 
Onde mergulho, e me delicio.
E, sem duvida, ou engano. 

Também me sacio.
Minha Deusa de ébano.
Que, tanto aprecio.

Luís Filipe D. Figueiredo 

Todos os direitos reservados
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quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

QUERO ACORDAR NA AREIA MOLHADA


QUERO ACORDAR NA AREIA MOLHADA


Quero acordar, na areia molhada.
Bem pertinho do mar. 
Quero abraçar-te, minha amada.
E, verificar, que não estou a sonhar.

Quero viver, para além da vida.
Não concebo a nossa separação.
Quero eternamente amar-te, querida.
E, sentir esta imensa paixão.

Quero sentir, os teus beijos molhados.
Os teus suspiros, e abraços.
Quero sentir, os nossos corpos abraçados.

E, o deslumbramento, ao olhar os teus traços. 
Quero, que para sempre fiquem gravados.
Nos nossos corações, os nossos laços. 

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

QUERO ACORDAR NA AREIA MOLHADA


QUERO ACORDAR NA AREIA MOLHADA

Quero acordar, na areia molhada.
Bem pertinho do mar. 
Quero abraçar-te, minha amada.
E, verificar, que não estou a sonhar.

Quero viver, para além da vida.
Não concebo a nossa separação.
Quero eternamente amar-te, querida.
E, sentir esta imensa paixão.

Quero sentir, os teus beijos molhados.
Os teus suspiros, e abraços.
Quero sentir, os nossos corpos abraçados.

E, o deslumbramento, ao olhar os teus traços. 
Quero, que para sempre fiquem gravados.
Nos nossos corações, os nossos laços. 

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
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quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

OLHO-ME NOS OLHOS.


OLHO-ME NOS OLHOS. 

Olho-me nos olhos. 
Através do espelho. 
Tristes, e magoados. 
Sinto-me velho. 

Perderam o brilho. 
Que um dia tiveram. 
Enquanto palmilho. 
Recordo como eram. 

Olhar genuíno. 
Doce primavera. 
Vejo-me menino. 

Linda quimera. 
Desprovido de tino. 
Juventude efémera. 

Luís Filipe D. Figueiredo 

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

OLHO-ME NOS OLHOS.


 
OLHO-ME NOS OLHOS. 

Olho-me nos olhos. 
Através do espelho. 
Tristes, e magoados. 
Sinto-me velho. 

Perderam o brilho. 
Que um dia tiveram. 
Enquanto palmilho. 
Recordo como eram. 

Olhar genuíno. 
Doce primavera. 
Vejo-me menino. 

Linda quimera. 
Desprovido de tino. 
Juventude efémera. 

Luís Filipe D. Figueiredo 

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terça-feira, 6 de dezembro de 2016

EU, QUERO SER PARA TI


EU, QUERO SER PARA TI. 

Eu quero ser para ti. 
A esperança de um dia melhor.
Sentir, o que senti. 
Ao, falar-te de amor. 

Eu quero ser para ti.
A brisa, que toca o teu rosto.
A alma que assume o desgosto. 
De não te ter aqui. 

Eu quero ser para ti. 
A ave liberta, a voar. 
O homem, que sempre sorri.

Quando te está a olhar.
Eu quero ser para ti 
O sol, a noite, e o luar. 

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

EU, QUERO SER PARA TI.


EU, QUERO SER PARA TI. 

Eu quero ser para ti. 
A esperança de um dia melhor.
Sentir, o que senti. 
Ao, falar-te de amor. 

Eu quero ser para ti.
A brisa, que toca o teu rosto.
A alma que assume o desgosto. 
De não te ter aqui. 

Eu quero ser para ti. 
A ave liberta, a voar. 
O homem, que sempre sorri.

Quando te está a olhar.
Eu quero ser para ti 
O sol, a noite, e o luar. 

Luís Filipe D. Figueiredo

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segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

FOI NA MESA DO CAFÉ


FOI NA MESA DO CAFÉ 

Foi na mesa do café. 
Que cruzei o meu olhar.
E, sem saber quem você é.
O meu rosto; senti corar.

Foi o teu lindo sorriso. 
Que a seguir, me fascinou.
Foi de tal forma conciso.
Que, a ele, me aprisionou. 

Quem me havia de dizer.
Que naquela mesa, de café.
O nosso amor ia nascer.

Intenso, e belo; repleto de fé.
Jamais o poderei esquecer 
Quero vivê-lo tal como é.

Luís Filipe D. Figueiredo 

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

FOI NA MESA DO CAFÉ


FOI NA MESA DO CAFÉ 

Foi na mesa do café. 
Que cruzei o meu olhar.
E, sem saber quem você é.
O meu rosto; senti corar.

Foi o teu lindo sorriso. 
Que a seguir, me fascinou.
Foi de tal forma conciso.
Que, a ele, me aprisionou. 

Quem me havia de dizer.
Que naquela mesa, de café.
O nosso amor ia nascer.

Intenso, e belo; repleto de fé.
Jamais o poderei esquecer 
Quero vivê-lo tal como é.

Luís Filipe D. Figueiredo 

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