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quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

SOU O MENINO QUE ADORAVA SONHAR



SOU O MENINO QUE ADORAVA SONHAR

Sou o menino que adorava sonhar
O jovem que gostava de sorrir
Sou o homem, que se sente a definhar
Desde o dia, em que te viu a partir.

Sou a planta, a morrer de sede.
A folha seca, caída no chão.
Sou a amargura, que impede. 
A alegria, e a satisfação.

Sou o vento que sopra do norte
O vendaval, que tudo levou
Sou o homem, desesperado, sem sorte

A dor, que não aliviou. 
Sou a vida, á espera da morte.
O homem, que de sonhar, deixou.

Luís Filipe D. Figueiredo

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