Total de visualizações de página

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

FINJO QUE NÃO SINTO NADA



FINJO QUE NÃO SINTO NADA

Finjo que não sinto nada
Quando me tentam ofender
E, embora com a alma magoada 
Tudo, faço para lhes responder 

Olho-os nos olhos com desdém 
E, mostro-lhes o meu sorriso 
Para que eles entendam também 
Que deles, eu não preciso

Sentem-se Senhores do Mundo
E, donos da verdade
Cambada de asnos, trocam tudo

Tudo neles é mentira, e falsidade
Não posso manter-me mudo
Perante tanta crueldade

Luís Filipe D. Figueiredo 

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98