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segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

ATÉ O VENTO TE ROUBA DE MIM



ATÉ O VENTO TE ROUBA DE MIM

Até o vento te rouba de mim
Num suspiro triste, e melancólico
Interrogo-me, porque sou assim?
Sonhador, gentil, e poético 

Procuro viver, com os meus receios
Com os meus defeitos, e virtudes
Tento realizar os meus anseios 
E, atender as tuas solicitudes 

Tão distante, e tão perto linda flor 
O meu coração bate acelerado 
Ao sentir-te, perde o pudor 

E confessa-te que está apaixonado
Rendido ordena-me, que este amor 
Perpetuamente nele seja guardado

Luís Filipe D. Figueiredo

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