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terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

PERANTE O TEU CORPO MOLHADO



PERANTE O TEU CORPO MOLHADO

Perante o teu corpo molhado
Fico inerte na tua frente
E, completamente obcecado
Suspiro docemente 

Sem me importar se é pecado
Deixo as minhas mãos deslizar 
Sobre o teu peito bronzeado 
Que não consigo deixar de olhar

O teu corpo se unifica com o meu
Quando te começo a penetrar 
E, lentamente o meu e o teu

Se começam a acariciar
Originando, que tu, e eu 
Permaneçamos suspensos no ar 

Luís Filipe D. Figueiredo

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