Total de visualizações de página

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

SOLITÁRIOS, EXILADOS, E SEM DESTINO


SOLITÁRIOS, EXILADOS, E SEM DESTINO 

Solitários, exilados, e sem destino 
Vagueiam pelas ruas da solidão 
Observo-os, desde menino
Entristecendo-se-me o coração

Esquecidos no tempo, encontro outros
Sem saberem para onde ir
Vidas de encontros, e desencontros 
Às quais não conseguiram fugir

Destino cruel, penso para mim!
Que justiça é esta, que não entendo
Uns com tanto, que não tem fim

E, outros apenas sobrevivendo
Esquecem alguns que vivem assim 
Que ao nascermos, estamos morrendo

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

SOLITÁRIOS, EXILADOS, E SEM DESTINO


SOLITÁRIOS, EXILADOS, E SEM DESTINO 

Solitários, exilados, e sem destino 
Vagueiam pelas ruas da solidão 
Observo-os, desde menino
Entristecendo-se-me o coração

Esquecidos no tempo, encontro outros
Sem saberem para onde ir
Vidas de encontros, e desencontros 
Às quais não conseguiram fugir

Destino cruel, penso para mim!
Que justiça é esta, que não entendo
Uns com tanto, que não tem fim

E, outros apenas sobrevivendo
Esquecem alguns que vivem assim 
Que ao nascermos, estamos morrendo

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)