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sexta-feira, 11 de novembro de 2016

NINHO DE AMOR, ÍMPAR, PERFEITO


NINHO DE AMOR, ÍMPAR, PERFEITO

Abruptamente parou o carro.
Havia no ar um cheiro a jasmim.
O qual, guardo dentro de mim.
E, ainda hoje me amarro.

O silêncio pairava no ar.
Os meus olhos fitavam os teus.
E, os teus renderam-se aos meus. 
Com o crepúsculo, a se aproximar. 

A mãe natureza foi o nosso leito.
Sobre folhas secas, nos deitámos.
E, nas quais, o nosso amor guardámos.

Ninho de amor, ímpar, perfeito.
O qual deste modo eternizámos.
E, guardamos dentro do peito.

Luís Filipe D. Figueiredo 

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

NINHO DE AMOR, ÍMPAR, PERFEITO


NINHO DE AMOR, ÍMPAR, PERFEITO

Abruptamente parou o carro.
Havia no ar um cheiro a jasmim.
O qual, guardo dentro de mim.
E, ainda hoje me amarro.

O silêncio pairava no ar.
Os meus olhos fitavam os teus.
E, os teus renderam-se aos meus. 
Com o crepúsculo, a se aproximar. 

A mãe natureza foi o nosso leito.
Sobre folhas secas, nos deitámos.
E, nas quais, o nosso amor guardámos.

Ninho de amor, ímpar, perfeito.
O qual deste modo eternizámos.
E, guardamos dentro do peito.

Luís Filipe D. Figueiredo 

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