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terça-feira, 22 de novembro de 2016

AO OLHAR AS PEDRAS DA CALÇADA.


AO OLHAR AS PEDRAS DA CALÇADA.

Ao olhar as pedras da calçada.
Nelas, escrevo o meu nome.
E, com a alma enfeitiçada. 
Fico a ouvir, o seu queixume. 

Desgastadas pelo tempo.
Estas pedras guardaram. 
Memórias de outro tempo. 
Onde gerações brincaram

Já não têm o mesmo brilho.
Que tiveram outrora. 
Mas conservam o junquilho. 

Que em minha alma aflora. 
Enfeitando o ladrilho. 
E, esta calçada que em mim mora. 

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

AO OLHAR AS PEDRAS DA CALÇADA.


AO OLHAR AS PEDRAS DA CALÇADA.

Ao olhar as pedras da calçada.
Nelas, escrevo o meu nome.
E, com a alma enfeitiçada. 
Fico a ouvir, o seu queixume. 

Desgastadas pelo tempo.
Estas pedras guardaram. 
Memórias de outro tempo. 
Onde gerações brincaram

Já não têm o mesmo brilho.
Que tiveram outrora. 
Mas conservam o junquilho. 

Que em minha alma aflora. 
Enfeitando o ladrilho. 
E, esta calçada que em mim mora. 

Luís Filipe D. Figueiredo

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