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quinta-feira, 29 de dezembro de 2016



HÁ UMA TERRA, NO OUTRO LADO DO MAR

Há uma terra, no outro lado do mar.
Onde eu deposito os meus silêncios. 
Os quais, por vezes, vejo esfumar. 
Não deixando seus indícios. 

Há uma terra, no outro lado do mar.
Onde guardo os meus sonhos.
Com os quais, consigo transformar. 
Dias tristes, em dias, risonhos. 

Há uma terra, no outro lado do mar.
Onde o cheiro da maresia, é diferente.
Fazendo-me acalmar.

E, ligando-me a ela de um modo inerente. 
Há uma terra, do outro lado do mar.
Com que eu sonho, e faz-me sentir gente.

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)


HÁ UMA TERRA, NO OUTRO LADO DO MAR

Há uma terra, no outro lado do mar.
Onde eu deposito os meus silêncios. 
Os quais, por vezes, vejo esfumar. 
Não deixando os seus indícios. 

Há uma terra, no outro lado do mar.
Onde guardo os meus sonhos.
Com os quais, consigo transformar. 
Dias tristes, em dias, risonhos. 

Há uma terra, no outro lado do mar.
Onde o cheiro da maresia, é diferente.
Fazendo-me acalmar.

E, ligando-me a ela de um modo inerente. 
Há uma terra, do outro lado do mar.
Com que eu sonho, e faz-me sentir gente.

Luís Filipe D. Figueiredo

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