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segunda-feira, 19 de junho de 2017

NO CORAÇÃO GUARDEI UM SEGREDO


NO CORAÇÃO GUARDEI UM SEGREDO

No coração guardei um segredo.
Que só com ele, quero dividir.
É tão belo, que sinto medo.
Que ele, um dia se possa extinguir.

No coração guardei um segredo.
Que só com ele, falo de ti.
E, transformo-me num aedo.
E, recito-lhe os versos, que te escrevi.

No coração guardei um segredo.
Quando de mãos dadas contamos as estrelas.
E, naquela praia, por trás do penedo. 

Os teus lindos olhos, brilharam com elas.
E, apontaste o teu dedo. 
A mais brilhante delas. 

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

NO CORAÇÃO GUARDEI UM SEGREDO


NO CORAÇÃO GUARDEI UM SEGREDO

No coração guardei um segredo.
Que só com ele, quero dividir.
É tão belo, que sinto medo.
Que ele, um dia se possa extinguir.

No coração guardei um segredo.
Que só com ele, falo de ti.
E, transformo-me num aedo.
E, recito-lhe os versos, que te escrevi.

No coração guardei um segredo.
Quando de mãos dadas contamos as estrelas.
E, naquela praia, por trás do penedo. 

Os teus lindos olhos, brilharam com elas.
E, apontaste o teu dedo. 
A mais brilhante delas. 

Luís Filipe D. Figueiredo

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quinta-feira, 15 de junho de 2017

NÃO SEI COMO EXPRIMIR


NÃO SEI COMO EXPRIMIR

Não sei como exprimir.
Os sentimentos que sinto.
Não sei como exprimir.
As frustrações que omito.

Não sei como exprimir.
A mágoa, que me consome.
Não sei como exprimir.
O teu lindo codinome.

Não sei como exprimir.
O teu beijo tão intenso.
Não sei como exprimir.

Tantas coisas, em que penso.
Não sei, como me exprimir. 
E, por vezes fico tenso. 

Luís Filipe D. Figueiredo 

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

NÃO SEI COMO EXPRIMIR


NÃO SEI COMO EXPRIMIR

Não sei como exprimir.
Os sentimentos que sinto.
Não sei como exprimir.
As frustrações que omito.

Não sei como exprimir.
A mágoa, que me consome.
Não sei como exprimir.
O teu lindo codinome.

Não sei como exprimir.
O teu beijo tão intenso.
Não sei como exprimir.

Tantas coisas, em que penso.
Não sei, como me exprimir. 
E, por vezes fico tenso. 

Luís Filipe D. Figueiredo 

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quinta-feira, 8 de junho de 2017

TUDO SE ALTEROU


TUDO SE ALTEROU

De repente, tudo se alterou
E, o sonho tornou-se realidade
No céu, o arco-íris pintou 
O nosso amor com reciprocidade 

De repente, os nossos corações bateram
As nossas bocas se uniram
E, os nossos corpos ardentes tremeram
Com as sensações que sentiram

De repente, o certo, e o errado 
Deixou de existir
E, eu perdidamente enamorado

Comecei a sorrir
Pois tu estavas ao meu lado
Bela, e encantadora, a rir

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

TUDO SE ALTEROU


TUDO SE ALTEROU

De repente, tudo se alterou
E, o sonho tornou-se realidade
No céu, o arco-íris pintou 
O nosso amor com reciprocidade 

De repente, os nossos corações bateram
As nossas bocas se uniram
E, os nossos corpos ardentes tremeram
Com as sensações que sentiram

De repente, o certo, e o errado 
Deixou de existir
E, eu perdidamente enamorado

Comecei a sorrir
Pois tu estavas ao meu lado
Bela, e encantadora, a rir

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
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sábado, 3 de junho de 2017

SONHOS ESPALHADOS


SONHOS ESPALHADOS

Sonhos espalhados.
Certezas incertas.
Olhos magoados.
Com tantas certezas.

Alma vazia.
Coração triste.
Rua sombria.
Que percorreste.

Jornada difícil.
Porque passaste.
Carinho hostil.

Em que viveste.
Longo, e febril.
Em que morreste.

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

SONHOS ESPALHADOS


SONHOS ESPALHADOS

Sonhos espalhados.
Certezas incertas.
Olhos magoados.
Com tantas certezas.

Alma vazia.
Coração triste.
Rua sombria.
Que percorreste.

Jornada difícil.
Porque passaste.
Carinho hostil.

Em que viveste.
Longo, e febril.
Em que morreste.

Luís Filipe D. Figueiredo

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sexta-feira, 2 de junho de 2017

SÓ, E AMARGURADO


SÓ, E AMARGURADO

Só e amargurado.
Caminho sem caminhar.
E, mantenho-me parado.
Num espaço, sem lugar.

Sem triunfos. 
E, sem amor.
Surgem arrufos.
Que me provocam dor.

Só, e amargurado.
Caminho sem caminhar.
E, mantenho-me calado.

Com a alma a chorar.
Entristecido, e magoado.
Caminho sem te encontrar.

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

SÓ, E AMARGURADO


SÓ, E AMARGURADO

Só e amargurado.
Caminho sem caminhar.
E, mantenho-me parado.
Num espaço, sem lugar.

Sem triunfos. 
E, sem amor.
Surgem arrufos.
Que me provocam dor.

Só, e amargurado.
Caminho sem caminhar.
E, mantenho-me calado.

Com a alma a chorar.
Entristecido, e magoado.
Caminho sem te encontrar.

Luís Filipe D. Figueiredo

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terça-feira, 30 de maio de 2017

O SOL ADORMECE, E A NOITE CAI


O SOL ADORMECE, E A NOITE CAI

O sol adormece, e a noite cai.
E, eu persigo a lua, para ver onde vai.
Falo com ela, com muito carinho. 
E, deixo-me de sentir, tão sozinho.

Digo-lhe que é bela, com emoção.
E, fico à janela, com a sensação.
Que te vou encontrar, nalgum lugar.
No céu, na terra, ou à beira-mar.

Deixo voar, os pensamentos.
E peço ajuda aos oito ventos.
Que sem hesitar, sopram bem alto
Fazendo-me levantar, os pés do asfalto 

Voando para ti, com muita paixão.
E albergando-te em mim, no coração.

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)



O SOL ADORMECE, E A NOITE CAI


O SOL ADORMECE, E A NOITE CAI

O sol adormece, e a noite cai.
E, eu persigo a lua, para ver onde vai.
Falo com ela, com muito carinho. 
E, deixo-me de sentir, tão sozinho.

Digo-lhe que é bela, com emoção.
E, fico à janela, com a sensação.
Que te vou encontrar, nalgum lugar.
No céu, na terra, ou à beira-mar.

Deixo voar, os pensamentos.
E peço ajuda aos oito ventos.
Que sem hesitar, sopram bem alto
Fazendo-me levantar, os pés do asfalto 

Voando para ti, com muita paixão.
E albergando-te em mim, no coração.

Luís Filipe D. Figueiredo

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segunda-feira, 29 de maio de 2017

SÓ EU


SÓ EU 

Só eu sinto o teu coração a bater.
E, consigo decifrar o que ele diz.
Só ele faz-me enaltecer.
E, desejar que te sintas feliz.

Só eu zelo, com este ardor.
Por este amor que me transcende.
E, se torna avassalador
A cada instante que me surpreende.

Só eu vigio o teu sono.
E, acaricio os teus cabelos.
E, te coloco num trono.

Rodeada de muitos labelos.
Só eu te proporciono.
Estes momentos tão belos. 

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)





SÓ EU


SÓ EU 

Só eu sinto o teu coração a bater.
E, consigo decifrar o que ele diz.
Só ele faz-me enaltecer.
E, desejar que te sintas feliz.

Só eu zelo, com este ardor.
Por este amor que me transcende.
E, se torna avassalador
A cada instante que me surpreende.

Só eu vigio o teu sono.
E, acaricio os teus cabelos.
E, te coloco num trono.

Rodeada de muitos labelos.
Só eu te proporciono.
Estes momentos tão belos. 

Luís Filipe D. Figueiredo

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sexta-feira, 26 de maio de 2017

POR TI, PERDI O MEDO


POR TI, PERDI O MEDO

Por ti, perdi o medo.
Desbravei o deserto.
Enfrentei o mundo.
E, senti-me completo.

Por ti, cometi loucuras.
Atravessei oceanos.
Suportei amarguras.
E, alguns desenganos.

Por ti, amei sem duvidar.
E, senti como nunca senti.
Os dias, e as noites de luar.

Por ti, senti o que senti
Ao te abraçar. 
E, ficar perto de ti.

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

POR TI, PERDI O MEDO


POR TI, PERDI O MEDO

Por ti, perdi o medo.
Desbravei o deserto.
Enfrentei o mundo.
E, senti-me completo.

Por ti, cometi loucuras.
Atravessei oceanos.
Suportei amarguras.
E, alguns desenganos.

Por ti, amei sem duvidar.
E, senti como nunca senti.
Os dias, e as noites de luar.

Por ti, senti o que senti
Ao te abraçar. 
E, ficar perto de ti.

Luís Filipe D. Figueiredo

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quinta-feira, 25 de maio de 2017

ACARICIO O TEU CORPO NU


ACARICIO O TEU CORPO NU

Quando a minha pele suave.
Toca o fundo da tua alma.
Não surge nenhum entrave.
E, eu te amo com calma.

Acaricio o teu corpo nu.
E, sugo os teus belos seios.
Esqueço quem és tu.
E, perco-me nos meus devaneios.

Deixando-me inebriar. 
Com o cheiro que tu exalas.
O meu coração a palpitar.

Grita, que me amas.
E, chega a suplicar.
Por o teu corpo, a arder em chamas.

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

ACARICIO O TEU CORPO NU


ACARICIO O TEU CORPO NU

Quando a minha pele suave.
Toca o fundo da tua alma.
Não surge nenhum entrave.
E, eu te amo com calma.

Acaricio o teu corpo nu.
E, sugo os teus belos seios.
Esqueço quem és tu.
E, perco-me nos meus devaneios.

Deixando-me inebriar. 
Com o cheiro que tu exalas.
O meu coração a palpitar.

Grita, que me amas.
E, chega a suplicar.
Por o teu corpo, a arder em chamas.

Luís Filipe D. Figueiredo

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quarta-feira, 24 de maio de 2017

NO DIA QUE TE CONHECI


NO DIA QUE TE CONHECI

No dia que te conheci.
Ouvi o mar a cantar.
E, tu estavas ali.
Nas suas ondas, a bailar.

Dançavas só para mim.
Deixavas-me fascinado.
A tua beleza não tinha fim.
E, eu estava apaixonado.

Sozinho na areia da praia.
Fitava cada gesto, que fazias.
E, a espuma que te enleia.

Tornava-te mais bela, quando sorrias.
E, eu… com os pés pregados na areia. 
Tocava piano, enquanto o ouvia.

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

NO DIA QUE TE CONHECI


NO DIA QUE TE CONHECI

No dia que te conheci.
Ouvi o mar a cantar.
E, tu estavas ali.
Nas suas ondas, a bailar.

Dançavas só para mim.
Deixavas-me fascinado.
A tua beleza não tinha fim.
E, eu estava apaixonado.

Sozinho na areia da praia.
Fitava cada gesto, que fazias.
E, a espuma que te enleia.

Tornava-te mais bela, quando sorrias.
E, eu… com os pés pregados na areia. 
Tocava piano, enquanto o ouvia.

Luís Filipe D. Figueiredo

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segunda-feira, 22 de maio de 2017

GUARDADOS NO BAÚ DO TEMPO


GUARDADOS NO BAÚ DO TEMPO

Guardados no baú do tempo.
Deixo-os estar, adormecidos.
Não existe dor, nem lamento.
Nos fatos por mim, vividos.

Não os quero ignorar.
Fazem parte do meu passado.
E, passe o tempo que passar.
Formam o meu aprendizado.

Sentimentos amorosos.
Que jamais serão esquecidos.
Por vezes foram duvidosos. 

E pouco esclarecidos.
Tornaram-se calorosos. 
E, muito apetecidos.

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

GUARDADOS NO BAÚ DO TEMPO


GUARDADOS NO BAÚ DO TEMPO

Guardados no baú do tempo.
Deixo-os estar, adormecidos.
Não existe dor, nem lamento.
Nos fatos por mim, vividos.

Não os quero ignorar.
Fazem parte do meu passado.
E, passe o tempo que passar.
Formam o meu aprendizado.

Sentimentos amorosos.
Que jamais serão esquecidos.
Por vezes foram duvidosos. 

E pouco esclarecidos.
Tornaram-se calorosos. 
E, muito apetecidos.

Luís Filipe D. Figueiredo

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sexta-feira, 19 de maio de 2017

É A TUA VOZ, QUE EU OIÇO


É A TUA VOZ, QUE EU OIÇO 

É a tua voz, que eu oiço. 
É o teu sorriso, que vejo. 
É o teu feitiço, que sinto 
Sempre que olho o Tejo. 

Sinto a pele arrepiar. 
E, uma paixão enorme. 
Pois ele faz-me lembrar. 
O teu rosto quando dorme 

Este rio, que é dotado. 
De uma beleza sem-igual. 
Só pode ser comparado. 

Com a tua beleza sensual. 
Que de um modo inesperado. 
Fez nascer este amor real. 

Luís Filipe D. Figueiredo 

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

É A TUA VOZ, QUE EU OIÇO


É A TUA VOZ, QUE EU OIÇO 

É a tua voz, que eu oiço.
É o teu sorriso, que vejo.
É o teu feitiço, que sinto 
Sempre que olho o Tejo.

Sinto a pele arrepiar.
E, uma paixão enorme.
Pois ele faz-me lembrar.
O teu rosto quando dorme

Este rio, que é dotado.
De uma beleza sem-igual.
Só pode ser comparado.

Com a tua beleza sensual.
Que de um modo inesperado.
Fez nascer este amor real.

Luís Filipe D. Figueiredo

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quinta-feira, 18 de maio de 2017

FECHEI A PORTA AO MUNDO


FECHEI A PORTA AO MUNDO

Fechei a porta ao mundo.
No dia em que te conheci.
Isolados, esqueci tudo.
Vivi apenas, e só para ti.

As horas pararam, no tempo.
Os meses pararam, no ano.
Os dias, a linha do tempo.
O tempo que eu te amo.

Com amor escrevi o presente. 
Por amor descuidei o futuro.
E, apenas tu, estás-me na mente.

Neste amor sublime, e puro.
Não me importo que certa gente.
Não me entenda, não me torturo.

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

FECHEI A PORTA AO MUNDO


FECHEI A PORTA AO MUNDO

Fechei a porta ao mundo.
No dia em que te conheci.
Isolados, esqueci tudo.
Vivi apenas, e só para ti.

As horas pararam, no tempo.
Os meses pararam, no ano.
Os dias, a linha do tempo.
O tempo que eu te amo.

Com amor escrevi o presente. 
Por amor descuidei o futuro.
E, apenas tu, estás-me na mente.

Neste amor sublime, e puro.
Não me importo que certa gente.
Não me entenda, não me torturo.

Luís Filipe D. Figueiredo

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terça-feira, 16 de maio de 2017

O RUGIR DO LEÃO


O RUGIR DO LEÃO

Amei rugir como um leão.
Amei, eu juro que a amei.
Não tive como não.
Naquela noite consumei.

A minha enorme paixão.
Só existia-mos nós; eu, ela.
E, aquela imensa imensidão.
Que avistava da janela.

Senti-me um leão.
Dominador, implacável.
Tu despertavas-me a atenção.

Eras a minha presa admirável.
Impossível, não sentir a sensação.
Deste grande amor, inquestionável.

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

O RUGIR DO LEÃO


O RUGIR DO LEÃO

Amei rugir como um leão.
Amei, eu juro que a amei.
Não tive como não.
Naquela noite consumei.

A minha enorme paixão.
Só existia-mos nós; eu, ela.
E, aquela imensa imensidão.
Que avistava da janela.

Senti-me um leão.
Dominador, implacável.
Tu despertavas-me a atenção.

Eras a minha presa admirável.
Impossível, não sentir a sensação.
Deste grande amor, inquestionável.

Luís Filipe D. Figueiredo

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quinta-feira, 11 de maio de 2017

ESCREVI OS MEUS VERSOS NA ÁGUA



ESCREVI OS MEUS VERSOS NA ÁGUA

Escrevi os meus versos na água.
Para que ela, os levasse até ti.
E, neles exprimi a mágoa.
Que sentia, por não estares aqui.

Palavras simples, mas sentidas.
Formam os versos que te envio. 
Por vezes são tão doloridas.
Que me provocam o calafrio.

Deixo-os a navegar no verde-mar.
Que me lembra, o verde dos teus olhos.
E, com o meu coração a palpitar

Começo a viver os meus sonhos.
Nos quais, tudo consigo realizar.
E, tonar os meus dias mais risinhos. 

Luís Filipe D. Figueiredo

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ESCREVI OS MEUS VERSOS NA ÁGUA


ESCREVI OS MEUS VERSOS NA ÁGUA

Escrevi os meus versos na água.
Para que ela, os levasse até ti.
E, neles exprimi a mágoa.
Que sentia, por não estares aqui.

Palavras simples, mas sentidas.
Formam os versos que te envio. 
Por vezes são tão doloridas.
Que me provocam o calafrio.

Deixo-os a navegar no verde-mar.
Que me lembra, o verde dos teus olhos.
E, com o meu coração a palpitar

Começo a viver os meus sonhos.
Nos quais, tudo consigo realizar.
E, tonar os meus dias mais risinhos. 

Luís Filipe D. Figueiredo

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quinta-feira, 4 de maio de 2017

SE EU PUDESSE FALAR COM DEUS


SE EU PUDESSE FALAR COM DEUS

Se eu pudesse falar com Deus.
Pedia-lhe para ele parar a lua.
E, realizar os sonhos, meus.
Ao ver-te completamente nua.

Se eu pudesse falar com Deus.
Pedia-lhe para ele parar o sol.
E, aquecer com os beijos teus.
A minha boca, à luz de arrebol.

Se eu pudesse falar com Deus.
Pedia-lhe asas, para voar.
E, que iluminasse os filhos seus.

Quando estamos para pecar.
Ai, se eu pudesse falar com Deus.
Prometia-lhe, que sempre te vou amar.

Luís Filipe D. Figueiredo

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Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

SE EU PUDESSE FALAR COM DEUS


SE EU PUDESSE FALAR COM DEUS

Se eu pudesse falar com Deus.
Pedia-lhe para ele parar a lua.
E, realizar os sonhos, meus.
Ao ver-te completamente nua.

Se eu pudesse falar com Deus.
Pedia-lhe para ele parar o sol.
E, aquecer com os beijos teus.
A minha boca, à luz de arrebol.

Se eu pudesse falar com Deus.
Pedia-lhe asas, para voar.
E, que iluminasse os filhos seus.

Quando estamos para pecar.
Ai, se eu pudesse falar com Deus.
Prometia-lhe, que sempre te vou amar.

Luís Filipe D. Figueiredo

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Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

domingo, 30 de abril de 2017

O TEU CORPO É UM MUNDO


O TEU CORPO É UM MUNDO

O teu corpo é um mundo.
Que desbravo lentamente. 
No teu corpo encontro tudo.
Que amo profundamente.

O teu corpo é o meu corpo.
Que percorro palmo a palmo.
O teu corpo deixa-me louco.
Satisfaz-me, e deixa-me calmo.

O teu corpo são Primaveras.
É o perfume das mais belas flores.
São os meus sonhos, e quimeras.

Os teus olores, e sabores.
O teu corpo são as amarras.
Onde prendo os meus temores.

Luís Filipe D. Figueiredo

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Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

O TEU CORPO É UM MUNDO


O TEU CORPO É UM MUNDO

O teu corpo é um mundo.
Que desbravo lentamente. 
No teu corpo encontro tudo.
Que amo profundamente.

O teu corpo é o meu corpo.
Que percorro palmo a palmo.
O teu corpo deixa-me louco.
Satisfaz-me, e deixa-me calmo.

O teu corpo são Primaveras.
É o perfume das mais belas flores.
São os meus sonhos, e quimeras.

Os teus olores, e sabores.
O teu corpo são as amarras.
Onde prendo os meus temores.

Luís Filipe D. Figueiredo

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sexta-feira, 28 de abril de 2017

A PRIMAVERA CHEGOU


A PRIMAVERA CHEGOU 

A Primavera chegou 
E, com ela uma andorinha
Que assim festejou
A sua viagem, coitadinha 

Fiquei tão feliz com a boa nova 
Que, olhei-a com olhos de ver 
E, vi que por onde voava 
As flores estavam a nascer

Pouco depois apareceu o sol
Que assinalou o momento 
Pintando as nuvens de arrebol 

Tornando mais belo o firmamento
E, um campo de girassol 
Que visitou, na companhia do vento

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98

quarta-feira, 26 de abril de 2017

SENTI A TUA ALMA DESFALECER


SENTI A TUA ALMA DESFALECER

No meio do vendaval.
Senti a tua alma desfalecer.
Abandonara o papel principal.
Parecia estar a morrer.

Era uma árvore vergada.
Partida pelo vento.
Era uma flor enfraquecida.
Mal cuidada, e sem alento.

Estava tão desamparada.
Que quase não a reconhecia.
Dentro dela, já não havia nada.

Tristemente; era o que eu sentia.
A sua essência, perfumada 
Desvaneceu-se, já não existia. 

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

SENTI A TUA ALMA DESFALECER


SENTI A TUA ALMA DESFALECER

No meio do vendaval.
Senti a tua alma desfalecer.
Abandonara o papel principal.
Parecia estar a morrer.

Era uma árvore vergada.
Partida pelo vento.
Era uma flor enfraquecida.
Mal cuidada, e sem alento.

Estava tão desamparada.
Que quase não a reconhecia.
Dentro dela, já não havia nada.

Tristemente; era o que eu sentia.
A sua essência, perfumada 
Desvaneceu-se, já não existia. 

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

sábado, 22 de abril de 2017

OLHO AO LONGE O HORIZONTE


OLHO AO LONGE O HORIZONTE

Olho ao longe o horizonte.
Sinto o aproximar da tempestade.
Vejo a cascata, que surge no monte.
Deslumbrante, na sua simplicidade.

Impressionado com tanta beleza.
Não consigo desviar o meu olhar.
É tão deslumbrante a mãe natureza.
Que todo eu me sinto vibrar.

Há vestígios, de amor, e ternura no ar.
Há sonhos, e magia na minha mente.
Há rostos perdidos, a procurar.

Uma vida melhor, e diferente.
Tento, que olhem, com o meu olhar.
Pois não lhes consigo ficar indiferente.

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

OLHO AO LONGE O HORIZONTE


OLHO AO LONGE O HORIZONTE

Olho ao longe o horizonte.
Sinto o aproximar da tempestade.
Vejo a cascata, que surge no monte.
Deslumbrante, na sua simplicidade.

Impressionado com tanta beleza.
Não consigo desviar o meu olhar.
É tão deslumbrante a mãe natureza.
Que todo eu me sinto vibrar.

Há vestígios, de amor, e ternura no ar.
Há sonhos, e magia na minha mente.
Há rostos perdidos, a procurar.

Uma vida melhor, e diferente.
Tento, que olhem, com o meu olhar.
Pois não lhes consigo ficar indiferente.

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

terça-feira, 18 de abril de 2017

DUAS LÁGRIMAS AO DESAFIO


DUAS LÁGRIMAS AO DESAFIO

Duas lágrimas ao desafio.
O teu semblante visitou.
Era noite, e estava frio.
Nenhuma delas se pronunciou.

Deslizaram em silêncio.
E, molharam o teu rosto.
Nada lhes foi indiferente.
Sentindo o quanto de ti gosto.

A minha alma generosa.
Não lhes quis ficar atrás 
E, embora desgostosa.

Informou-as onde estás.
Minha bela, flor charmosa.
Que em mim sempre viverás. 

Luís Filipe D Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

DUAS LÁGRIMAS AO DESAFIO


DUAS LÁGRIMAS AO DESAFIO

Duas lágrimas ao desafio.
O teu semblante visitou.
Era noite, e estava frio.
Nenhuma delas se pronunciou.

Deslizaram em silêncio.
E, molharam o teu rosto.
Nada lhes foi indiferente.
Sentindo o quanto de ti gosto.

A minha alma generosa.
Não lhes quis ficar atrás 
E, embora desgostosa.

Informou-as onde estás.
Minha bela, flor charmosa.
Que em mim sempre viverás. 

Luís Filipe D Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

segunda-feira, 10 de abril de 2017

EU, QUIS CANTAR, UMA CANÇÃO



EU, QUIS CANTAR, UMA CANÇÃO 

Eu quis cantar, uma canção. 
Que um dia fiz para ti. 
Eu quis cantar a ilusão. 
Mas não consegui. 

Eu quis cantar, a sensação. 
Que o meu coração sentiu. 
Eu quis cantar, a emoção. 
Que um dia em mim existiu. 

Eu quis cantar… eu quis cantar. 
Eu quis sorrir… eu quis sorrir. 
Eu quis sonhar, sem parar. 
Que te estava a sentir. 
Eu quis amar-te, e recitar. 
Pois sem ti, não consigo existir. 

Luís Filipe D. Figueiredo 

Todos os direitos reservados 
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98))

EU, QUIS CANTAR, UMA CANÇÃO


EU, QUIS CANTAR, UMA CANÇÃO

Eu quis cantar, uma canção.
Que um dia fiz para ti.
Eu quis cantar a ilusão.
Mas não consegui.

Eu quis cantar, a sensação.
Que o meu coração sentiu.
Eu quis cantar, a emoção.
Que um dia em mim existiu.

Eu quis cantar… eu quis cantar.
Eu quis sorrir… eu quis sorrir.
Eu quis sonhar, sem parar.
Que te estava a sentir.
Eu quis amar-te, e recitar.
Pois sem ti, não consigo existir.

Luís Filipe D. Figueiredo

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quarta-feira, 29 de março de 2017

AO TOCARES O MEU AMOR


AO TOCARES O MEU AMOR 

Ao tocares o meu amor 
Vibro de felicidade
E, ao sentir o teu calor
Entrego-me sem falsidade

Esqueço a minha condição
Esqueço até a realidade
Vivo o sonho, e a sensação
Entrego-me na totalidade

Ao sentir as tuas mãos
Deslizando na minha pele
Meu corpo sente arrepios
E, tu entregas-te a ele 

Tomas conta dos meus sentidos
Sinto-te de mim apoderar
Oiço, e vibro com teus gemidos
Não cesso de te amar 

Ai, como queria parar o tempo
E, manter-te nos meus braços
Para nesse espaço-tempo 
Ficar, sentindo teus abraços 

Queria ainda, poder perpetuar 
Este nosso momento de magia 
Para ninguém nos afastar
Nem tentar, essa ousadia 

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)




AO TOCARES O MEU AMOR


AO TOCARES O MEU AMOR 

Ao tocares o meu amor 
Vibro de felicidade
E, ao sentir o teu calor
Entrego-me sem falsidade

Esqueço a minha condição
Esqueço até a realidade
Vivo o sonho, e a sensação
Entrego-me na totalidade

Ao sentir as tuas mãos
Deslizando na minha pele
Meu corpo sente arrepios
E, tu entregas-te a ele 

Tomas conta dos meus sentidos
Sinto-te de mim apoderar
Oiço, e vibro com teus gemidos
Não cesso de te amar 

Ai, como queria parar o tempo
E, manter-te nos meus braços
Para nesse espaço-tempo 
Ficar, sentindo teus abraços 

Queria ainda, poder perpetuar 
Este nosso momento de magia 
Para ninguém nos afastar
Nem tentar, essa ousadia 

Luís Filipe D. Figueiredo

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quarta-feira, 8 de março de 2017

O TEU PERFUME


O TEU PERFUME 

O teu perfume inconfundível.
Por todos, era notado.
Tinha uma essência incrível.
E, a nada era equiparado.

Estava profundamente errado.
Ao fazer, esta afirmação.
Pois ele foi suplantado.
Quando te olhei com atenção.

O teu rosto me marcou.
Os teus olhos fulminaram.
A minha alma amou.

E, os meus lábios te beijaram.
O Mundo, para mim parou.
Ao sentir que os teus vibraram.

Luís Filipe D. Figueiredo

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O TEU PERFUME


O TEU PERFUME 

O teu perfume inconfundível.
Por todos, era notado.
Tinha uma essência incrível.
E, a nada era equiparado.

Estava profundamente errado.
Ao fazer, esta afirmação.
Pois ele foi suplantado.
Quando te olhei com atenção.

O teu rosto me marcou.
Os teus olhos fulminaram.
A minha alma amou.

E, os meus lábios te beijaram.
O Mundo, para mim parou.
Ao sentir que os teus vibraram.

Luís Filipe D. Figueiredo

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terça-feira, 7 de março de 2017

O MUNDO FICA MAIS POBRE


O MUNDO FICA MAIS POBRE

Por cada árvore, que matam.
Sinto-me mais revoltado. 
É menos um jardim que enfeitam.
De um modo, aprimorado.

O perfume, que elas exalam.
Deixa-se de fazer sentir.
E, os ramos onde os pássaros cantam.
Deixam de existir.

O mundo fica mais pobre.
Cada vez, que tal acontece.
E, a minha alma triste, e nobre.

Quase, que esmorece.
Ao sentir, que o meu coração descobre.
Que o homem, com tal se embevece.

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
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O MUNDO FICA MAIS POBRE


O MUNDO FICA MAIS POBRE

Por cada árvore, que matam.
Sinto-me mais revoltado. 
É menos um jardim que enfeitam.
De um modo, aprimorado.

O perfume, que elas exalam.
Deixa-se de fazer sentir.
E, os ramos onde os pássaros cantam.
Deixam de existir.

O mundo fica mais pobre.
Cada vez, que tal acontece.
E, a minha alma triste, e nobre.

Quase, que esmorece.
Ao sentir, que o meu coração descobre.
Que o homem, com tal se embevece.

Luís Filipe D. Figueiredo

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sexta-feira, 3 de março de 2017

DÁ-ME A TUA MÃO, E VEM


DÁ-ME A TUA MÃO, E VEM

Dá-me a tua mão, e vem.
Vem comigo, mais além.
Passear naquela nuvem.
Que não leva lá ninguém.

Quero sentir o teu cheiro.
O calor, da tua pele.
Que faz-me sentir inteiro.
E, a doçura do teu mel.

Dá-me a tua mão, e vem. 
Vem, sem hesitar.
Não sintas medo meu bem.

De te deliciar.
Dá-me a tua mão, e vem.
Quero-te amar. 

Luís Filipe Domingues Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)